sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Miro: barrar o golpismo de Serra e da mídia

Extraído do Blog do Miro, presidente do Instituto Barão de Itararé:

Nesta quarta-feira, dia 1º, a coligação de José Serra (PSDB, DEM, PPS) ingressou com pedido de cassação do registro da candidatura de Dilma Rousseff no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O motivo alegado é o da quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao grão- tucano. Desesperado com a queda vertiginosa nas pesquisas, a direita quer implodir a eleição presidencial. Rechaçado pela sociedade, Serra tenta evitar sua derrota no tapetão, envolvendo o TSE numa trama golpista.
Nesta tramóia antidemocrática, o comando serrista conta com o respaldo da mídia tradicional. A ação encaminhada à Justiça está baseada nos factóides difundidos pela revista Veja e pelo jornal Folha de S.P. Ela acusa a candidata pela “prática ilegal de quebra de sigilo fiscal” e “abuso de poder”, mas não apresenta qualquer prova concreta para sua acusação leviana. Mesmo assim, colunistas da mídia, como Merval Pereira, Carlos Nascimento e outros, amplificam as calúnias.
A quem interessa a quebra de sigilos?
A ação golpista já foi rechaçada, como veemência, por Dilma Rousseff. Ela garantiu que nem ela nem seu comando de campanha estão metidos na quebra de sigilos. Também solicitou apuração rigorosa do nebuloso episódio, com a punição dos culpados. Incisiva, Dilma condenou a postura irresponsável do comando serrista. Conforme argumentou, quem tem interesse em tumultuar a eleição, com quebra de sigilos e dossiês, é a oposição demotucana, que definha nas pesquisas.
Inúmeros fatos confirmam esta leitura. O sigilo da filha de José Serra, por exemplo, foi quebrado em setembro de 2009. A própria Receita Federal apurou o crime num inquérito administrativo, numa prova de total transparência. Os factóides da mídia agora têm, portanto, evidente interesse eleitoreiro. O deputado Brizola Neto chega a levantar a suspeita que essa operação criminosa é “armação” dos tucanos. “Sabemos que eles são capazes disso e, depois do que já vimos na campanha de Serra, não se pode ter dúvidas de que possam apelar para este tipo de ação”.
Os objetivos da nova conspiração
O golpismo da aliança Serra/Mídia tem, basicamente, dois objetivos. O primeiro é aterrorizar os eleitores, principalmente da classe média, empurrando a eleição para o segundo turno. Até agora, porém, a manobra não surtiu efeito. O tracking da IG-Band-Vox, que acompanha diariamente a reação dos eleitores aos chamados “fatos novos”, mostrou ontem que Dilma ampliou a vantagem (51% a 25%), sinalizando que o estardalhaço da mídia demotucana sobre a quebra do sigilo não pegou.
O segundo objetivo, tramado pelos setores mais fascistóides da coligação de Serra, é implodir a eleição. Já que não dá para ganhar nas urnas, tentam envolver o STF na trama golpista, cassando a candidatura de Dilma Rousseff. É improvável que o tribunal cometa esta loucura, que colocaria o país em polvorosa. Mesmo assim, é bom ficar em estado de alerta. Nada como uma intensa mobilização, nas ruas e na luta de idéias, para barrar qualquer maluquice golpista.
Ensinamentos do nefasto episódio
Para finalizar, vale refletir sobre os ensinamentos deste episódio. Em primeiro lugar, fica patente que a direita não suporta a democracia. Ela só serve quando é funcional para seus interesses – foi assim no golpe de 1964, é assim hoje. Nesse sentido, a tentativa de cassar a candidatura de Dilma Rousseff desmascara os tucanos, que ainda enganam muita gente com a sua falsa retórica sobre a democracia. Os tucanos representam a nova direita brasileira; são os neo-udenistas.
Além disso, o caso escancara o verdadeiro papel da mídia hegemônica. Ela sempre foi golpista e sempre será. No caso das emissoras de TV e rádio, elas usam um bem público, uma concessão, para atentar abertamente contra a democracia. Seus colunistas abusam da propriedade cruzada, destilando veneno em programas de rádio, televisão, em jornais, revistas e internet. Seria muito útil que a eleição de 2010 servisse para mostrar a urgência do novo marco regulatório no setor, que enfrente a concentração e estimule a diversidade e a pluralidade informativas.
Fonte:Conversa Afiada

domingo, 29 de agosto de 2010

AM: vantagem de Dilma sobre Serra é de 67 pontos, diz pesquisa

Uma pesquisa eleitoral realizada pela empresa Action Pesquisa de Mercado no Amazonas apontou diferença de 67 pontos percentuais entre a candidata petista Dilma Rousseff e o candidato tucano José Serra no Estado.

Na sondagem, Dilma venceria no primeiro turno com 76% das intenções de voto no Estado, contra 9% de José Serra, na pesquisa estimulada. O tucano aparece empatado tecnicamente com Marina Silva (PV), que obteve 8% das intenções de voto. Os outros candidatos, juntos, somaram 1%. Brancos e nulos são 1%, indecisos 11%. A margem de erro é de 2,28% pontos percentuais para mais ou para menos.
Dilma Rousseff mantém larga vantagem sobre o adversário tucano na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são informados. A candidata petista obteve 73% das intenções de voto, contra 8% de José Serra, que novamente aparece empatado tecnicamente com Marina Silva, lembrada por 7% dos entrevistados.
O resultado da avaliação administrativa contida na pesquisa indica que Dilma alavancou sua candidatura no Estado principalmente com base na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com a pesquisa da Action, o governo Lula foi avaliado como "ótimo" por 58% dos entrevistados. Outros 37% consideraram o governo "bom" e 4% regular.
Encomendada pela Empresa de Jornais Calderaro Ltda., editora do jornal A Crítica, a pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de agosto, com 1.845 entrevistados em todo o Estado, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 26394/2010, e no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), sob o número de 233952/2.
Governo
Na disputa pelo governo do Amazonas, o governador e candidato à reeleição, Omar Aziz (PMN), aparece na liderança, com 49% das intenções de voto da pesquisa estimulada, contra 37% de seu principal adversário nestas eleições, o senador e ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR). Considerando a margem de erro da pesquisa, Omar seria eleito ainda no primeiro turno.
O percentual de indecisos da pesquisa espontânea para o governo, de 38%, é considerado alto para o período, mas segundo o diretor-presidente da Action, Afrânio Soares, deve diminuir gradativamente nas próximas semanas. Dos eleitores entrevistados, 35% lembraram de Omar Aziz e 24% de Alfredo Nascimento. Os demais candidatos não atingiram 1% de intenções.

Senado
A pesquisa divulgada pelo jornal A Crítica demonstrou o acirramento da briga pela segunda vaga do Amazonas no Senado entre o senador Arthur Virgílio Neto (PSDB) e deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB). O ex-governador Eduardo Braga (PMDB) aparece disparado na sondagem estimulada, com 80% das intenções de voto dos entrevistados, dos quais 70% o tem como primeira opção. Já o senador tucano e a deputada comunista estão empatados com 36%, cada.
Segundo a consulta eleitoral, Vanessa Grazziotin é apontada como primeira opção de voto por 7% dos que informaram que votam nela e outros 29% a indicaram como segunda opção. Entre os que declararam votar em Arthur Virgílio, 12% o tem como primeira opção e 24% como segunda opção.
fonte: Terra

Pesquisa Ibope dá 24 pontos de vantagem para Dilma sobre Serra

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado mostra que a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, abriu 24 pontos de vantagem sobre José Serra, candidato do PSDB.

A petista tem 51% das intenções de voto contra 27% do tucano. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
No último levantamento, os índices eram de 43% e 32%, respectivamente. A enquete anterior foi feita antes do início do horário eleitoral na TV e no rádio. A vantagem de 24 pontos, portanto, reflete os dez dias de exposição dos candidatos nos meios eletrônicos.
A candidata do PV, Marina Silva, caiu para 7%, ante os 8% averiguados na última pesquisa.
Somados, todos os adversários de Dilma tem 35% das intenções de voto, 16 pontos percentuais a menos do que ela. Se a eleição fosse hoje, a ex-ministra venceria no primeiro turno com 59% dos votos válidos.
A performance de Dilma já pode ser comparada à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de 2006. Na época, no primeiro turno, Lula teve 59% dos votos válidos como teto nas pesquisas.
ESTADOS
A candidata petista passou Serra em São Paulo, Estado que o tucano governou até o início do ano. Entre os paulistas, 42% declararam voto em Dilma, e 35% em Serra.
Em Minas Gerais, a ex-ministra tem o dobro de votos do adversário: 51% contra 25%.
São Paulo e Minas são os dois maiores colégios eleitorais do país.
No Rio de Janeiro a pesquisa mostra um cenário ainda pior para a campanha tucana. Dilma abriu 41 pontos de vantagem: 57% a 16%.
REGIÕES
No Nordeste, a petista tem mais do que o triplo de intenções de voto, chegando a 66% contra 20% de Serra.
No Sudeste, vence por 44% a 30%, e no combinado Norte/Centro-Oeste, por 56% a 24%.
No Sul, há um empate técnico: 40% a 35%, com vantagem para Dilma. É a única região onde a margem de erro é de 5 pontos percentuais. Na comparação com o último levantamento, a petista subiu cinco pontos, e Serra caiu nove.
RENDA
Entre os eleitores que têm renda familiar de até um salário mínimo, 58% manifestam a intenção de votar em Dilma, e 22% em Serra.
Há um empate no eleitorado com renda superior a cinco salários: a ex-ministra tem 39%, e o ex-governador, 38%.
REJEIÇÃO
A taxa de rejeição à candidata petista caiu dois pontos e ficou na casa dos 17%. Já em relação a Serra, 27% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele.
Segundo o Ibope, 88% sabem que Dilma é a candidata de Lula.
REGISTRO
A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, realizada entre os dias 24 e 26 de agosto, ouviu 2.506 eleitores em todo o país. Ela está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número 26139/2010.
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Fonte: folha.com

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Datafolha mostra que 15% dos eleitores tucanos querem votar no candidato de Lula

Ao que tudo indica, a rota de queda de José Serra (PSDB) nas pesquisas de intenção de voto ainda não chegou ao fim. Ao mesmo tempo, o potencial de crescimento de Dilma Rousseff (PT) não está esgotado.

Segundo a mais recente pesquisa Datafolha, a petista abriu 20 pontos sobre o tucano e agora lidera por 49% a 29% (no levantamento anterior, ela tinha 47%, e ele, 30%).
Dilma abre 20 pontos e já ultrapassa Serra em SP e no RS, diz Datafolha
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Aprovação a Lula chega a 79% e atinge novo recorde

Se não houver nenhum fato novo capaz de alterar significativamente o cenário eleitoral, Dilma ainda pode esperar "roubar" alguns pontos percentuais de Serra. É que há entre os eleitores do tucano 15% que dizem querer votar com certeza no candidato apoiado por Lula. Isso corresponde a cerca de 4,5 pontos percentuais.
Ou seja, se todos esses eleitores "acertassem" o candidato apoiado por Lula, Serra perderia cerca de 4,5 pontos, e Dilma cresceria esse mesmo valor.
Além disso, 19% dos eleitores de Serra afirmam que o apoio de Lula a um candidato talvez os levasse a votar nele. Isso corresponde a quase seis pontos percentuais dos votos do tucano.

Segundo especialistas, é ilusório imaginar que 100% dos eleitores saberão quem é o candidato que Lula apoia.
Em dezembro, 52% dos eleitores sabiam que Dilma era apoiada por Lula. Hoje, são 85% os que a associam ao presidente.
É razoável esperar que esse percentual fique um pouco acima de 90%, dizem especialistas.
Se isso de fato acontecer, Dilma cresceria mais três ou quatro pontos percentuais. E Serra perderia a mesma quantia.
A margem de erro máxima da pesquisa, contratada pela Folha e pela Rede Globo, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Foram feitas 10.948 entrevistas em todo o país nos dias 23 e 24.
A pesquisa está registrada no TSE sob o número 25.473/2010.
Fonte:Folha.com

Brunetto participa de comício ao lado de Dilma e Silval Barbosa

Na tarde desta quarta-feira, dia 25 de agosto, a candidata a presidente da república Dilma Rousseff foi recepcionada no aeroporto de Várzea Grande pelo candidato a deputado estadual Ademir Brunetto e pela comitiva de candidatos da majoritária da Coligação Mato Grosso em Primeiro Lugar.

Os candidatos seguiram em carreata até o Ginásio de Esportes do Colégio São Gonçalo, em Cuiabá, onde aconteceu o comício do Movimento Pró Dilma. Mais de cinco mil pessoas lotaram o local. Esta foi a primeira visita de Dilma a Mato Grosso na campanha eleitoral de 2010.
O deputado Ademir Brunetto teve a oportunidade de estar com a candidata Dilma e destacou a fragilidade da questão fundiária em Mato Grosso. Ele pediu à candidata que em seu governo seja data maior atenção à região amazônica, reestruturando os órgãos de regularização fundiária com mais investimento.
Dilma e Brunetto conversaram por longo tempo e estiveram juntos durante a entrevista coletiva concedida à imprensa ao lado dos candidatos Silval Barbosa, Serys, Abicalil e Blairo Maggi.
Brunetto pontuou ainda estar totalmente movido em sua campanha, dizendo que declara aos trabalhadores, durante as suas reuniões, que o Brasil precisa continuar mudando com Dilma.
ASCOM - Dep. Brunetto

Aprovação a Lula chega a 79% e atinge novo recorde

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a bater um recorde de popularidade e agora seu governo é aprovado por 79% dos eleitores brasileiros, segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 23 e 24, com 10.948 entrevistas em todo o país.

Dilma abre 20 pontos e já ultrapassa Serra em SP e no RS
A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Antes da atual pesquisa, o máximo de aprovação a Lula era de 78%, registrado em pesquisa dos dias 30 de junho e 1º de julho últimos.
No levantamento anterior, realizado nos dias 9 a 12 deste mês, o governo do petista teve 77% de aprovação.
Desde dezembro sua taxa de "bom/ótimo" está acima de 70%. Segundo o Datafolha, hoje 17% consideram a administração federal do PT "regular". Para outros 4% o governo é "ruim/péssimo".
Embora as variações da taxa de aprovação tenham sido dentro da margem de erro da pesquisa Datafolha, Lula é o primeiro presidente da República a alcançar esse percentual de popularidade nas pesquisas do instituto.
O Datafolha pesquisou a avaliação de todos os presidentes eleitos pelo voto direto depois da ditadura militar (1964-1985). Fernando Collor (1990-1992) teve uma popularidade máxima de 36%. Fernando Henrique Cardoso (1995-2001) chegou a 47%.
Apesar do recorde de popularidade, a nota média atribuída ao presidente não mudou. Era 8,1 no início do mês e ficou estável.
Para 81% dos eleitores brasileiros, Lula merece notas iguais ou superiores a 7, sendo que 33% citam a nota máxima, dez. Só 2% dos entrevistados dão zero.
Lula vai melhor entre eleitores de Dilma Rousseff (8,9), habitantes do Nordeste (8,7), os pernambucanos (8,9) e os que têm nível fundamental de escolaridade (8,6) e renda familiar de até dois salários mínimos (8,5).
Fonte: Folha on line

Dilma abre 20 pontos e já ultrapassa Serra em SP e no RS

A candidata do PT a presidente, Dilma Rousseff, manteve sua tendência de alta e foi a 49% das intenções de voto. Abriu 20 pontos de vantagem sobre seu principal adversário, José Serra, do PSDB, que está com 29%, segundo pesquisa Datafolha. Os contratantes do levantamento são a Folha e a Rede Globo.

Realizada nos dias 23 e 24 com 10.948 entrevistas em todo o país, o levantamento também indica que Dilma lidera agora em segmentos antes redutos de Serra. A petista passou o tucano em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Paraná e entre os eleitores com maior faixa de renda.

Em São Paulo, Estado governado por Serra até abril e por tucanos há 16 anos, Dilma saiu de 34% na semana passada e está com 41% agora. O ex-governador caiu de 41% para 36%.

Na capital paulista, governada por Gilberto Kassab (DEM), aliado de Serra, ela tem 41% e ele, 35%.
No Rio Grande do Sul, a petista saiu de 35% e foi a 43%. Já Serra caiu de 43% para 39% entre os gaúchos.
A margem de erro máxima da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Todas as oscilações nacionais se deram dentro do limite.
Dilma tinha 47% na sondagem do dia 20 e foi a 49%. Serra estava com 30% e agora tem 29% Marina Silva (PV) manteve-se em 9%. Há 4% que dizem votar em branco, nulo ou em nenhum. E 8% estão indecisos. Os demais candidatos não pontuaram.
Se a eleição fosse hoje, Dilma teria 55% dos votos válidos (os que são dados apenas aos candidatos) e venceria no primeiro turno.
Serra se mantém ainda à frente em alguns poucos estratos do eleitorado. Por exemplo, entre os eleitores de Curitiba, capital do Paraná, onde registra 40% contra 31% de sua adversária direta.
'BOLSÕES'
Mas o avanço da petista ocorre também nesses bolsões serristas. No levantamento de 9 a 12 deste mês, Serra liderava entre os curitibanos com 43% contra 24% de Dilma, uma vantagem de 19 pontos. Agora, a diferença caiu para nove pontos.
Quando se observam regiões do país, a candidata do PT lidera em todas, inclusive no Sul. Na semana passada, ela estava tecnicamente empatada com Serra, mas numericamente atrás: tinha 38% contra 40% do tucano.
Agora, a situação se inverteu, com Dilma indo a 43% e o tucano deslizando para 36% entre eleitores sulistas.
SEGUNDO TURNO
Como reflexo de seu desempenho geral, Dilma também ampliou a vantagem num eventual segundo turno. Saiu de 53% na semana passada e está com 55%. Serra oscilou de 39% para 36%. Ampliou-se a distância, que era de 14, para 19 pontos.
Outro dado relevante e que indica um mau sinal para o tucano é a taxa de rejeição. Dilma é rejeitada por 19% dos eleitores, taxa que se mantém estável desde maio.
Já Serra está agora com 29% (eram 27% semana passada) e chega a seu maior percentual neste ano.
Na pesquisa espontânea, quando os eleitores não escolhem os nomes de uma lista de candidatos, Dilma foi a 35% contra 18% de Serra.
No levantamento anterior, os percentuais eram 31% e 17%, respectivamente.
A pesquisa está registrada no TSE sob o número 25.473/2010.
Fonte:Folha .com