sábado, 31 de julho de 2010

Ibope: Dilma lidera, abre vantagem e ganha de Serra no 1º e no 2º turnos

Mais uma pesquisa eleitoral mostra a candidata Dilma Rousseff como a preferida do eleitorado.
Contratado pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Ibope divulgou hoje (30) uma pesquisa que aponta Dilma com 39% das intenções de voto, contra 34% do candidato da oposição José Serra. Marina Silva, do PV, tem 7%. Segundo o Ibope, 12% do eleitorado ainda estão indecisos. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais.
Num possível segundo turno entre Dilma e o tucano, ela teria seis pontos de vantagem. A candidata é citada por 46% dos entrevistados, contra 40% do adversário. O Ibope realizou 2.506 entrevistas em 174 municípios de todo o País, entre os dias 26 e 29 de julho
No levantamento anterior do Ibope, Dilma e o candidato tucano estavam empatados com 36%. Marina tinha 8% das citações. A pesquisa também apontava empate entre os dois numa disputa de segundo turno, com 43%.
Na semana passada, o Instituto Vox Populi já havia mostrado a preferência do eleitorado por Dilma. A candidata petista liderava com 41%, contra 33% do adversário. Dilma está à frente nas preferências de acordo com três institutos (Vox Populi, Sensus e Ibope) e empatada em apenas um (Datafolha).
O Ibope também divulgou a avaliação da população sobre o governo Lula. A pesquisa mostra que 77% dos entrevistados consideram a gestão petista ótima ou boa. Outros 18% disseram que o governo é regular. Só 4% consideraram o governo ruim, e 1% não respondeu.
O Ibope realizou 2506 entrevistas em 174 municípios de todo o País entre os dias 26 e 29 de julho
http://www.dilma13.com.br/

sábado, 24 de julho de 2010

Por um debate elevado

A pouco mais de dois meses para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2010, reitero minha expectativa de que, acima de tudo, nesse processo de reflexão sobre os rumos do nosso Brasil, prevaleça um debate sério, profundo e exclusivamente voltado à discussão programática. Porque essa é a melhor forma de os candidatos se submeterem de fato ao julgamento de cada brasileiro, fazendo das eleições o verdadeiro ápice da democracia.

Mas tem me preocupado dois movimentos paralelos, e intercalados, que tenho presenciado. O primeiro é o rebaixamento do nível do debate eleitoral pela oposição. O segundo é o de preparar o terreno para jogar a decisão das urnas nas mãos do Judiciário. Ambos representam riscos à democracia.
A oposição demo-tucana, que José Serra como candidato, tem se desviado do caminho do bom debate. A escolha por baixar o nível está evidente nas falsas denúncias, nas acusações levianas e nos discursos tomados pelo tom de medo e terror. Entre as afirmações estapafúrdias está o cúmulo de dizer que a candidata Dilma Rousseff está doente. Mas há também artilharia contra o PT, vítima de acusação, sem base ou fundamento, de ter ligação com as Farcs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e com o narcotráfico.
Toda eleição usam desse mesmo expediente quando estão em desvantagem nas pesquisas: acusam o PT para tentar transformá-lo no “partido mau”. Acontece que as pessoas já conhecem o PT e sabem como tem sido o Governo Lula. E isso faz a diferença, porque o discurso do medo não encontra mais respaldo na sociedade: as pessoas querem debater propostas e como fazer para continuar mudando o Brasil.
Aí reside o problema da oposição. O eleitor está confrontando Lula com FHC, Serra com Dilma. E está vendo que Dilma é melhor opção, que tem as melhores propostas e que reúne as condições para seguir o trabalho iniciado no Governo Lula. Sem propostas e adotando uma campanha de acusações sem provas, a oposição acirra ainda mais esse processo e passa a atacar mais e mais. Foge do debate programático.
Assumindo de vez que a campanha de Serra não tem saída, a oposição passa a apelar para os escândalos e a baixaria, ficando sem saber como enfrentar a popularidade do presidente e do governo. A perspectiva de derrota parece ter levado a um caminho sem volta: preparar uma campanha de baixo nível e tentar virar o jogo no tapetão.
Nessa estratégia, acusam o presidente Lula de usar a máquina pública para fazer campanha para Dilma. E a base dessa acusação é Lula declarar que vota em Dilma porque ela teve participação decisiva em seu governo, ao lançar programas como o “Minha Casa, Minha Vida”, o “Luz para Todos” e o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), além de coordenar iniciativas como o Bolsa Família.
Ora, mas isso é a verdade! Então o presidente Lula não pode dizer em quem irá votar e por quê? Então quando o governo é bom a população não tem o direito de saber quais as pessoas que dele participaram? Isso, sim, é um verdadeiro ataque à democracia e ao direito de informação.
É preciso que a oposição dê início a um freio de arrumação em sua campanha, para elevar o debate e deixar de lado o discurso do medo, do terror e das ofensas. É assim que se constrói uma eleição limpa, pois não deixaremos sem resposta as calúnias que nos tem sido dirigidas.
Judicializar a campanha não é o caminho. Porque o povo brasileiro, a democracia e o bom ambiente político nacional exigem que a decisão das urnas seja respeitada.
José Dirceu, 64, é advogado e ex-ministro da Casa Civil

FHC denuncia a invasão ao falar de Lula enquanto Serra usa os argumentos dos golpistas de 1964

Os quase 120 anos de história da República brasileira registram poucos gestos de devoção constitucional que possam se igualar à decisão do presidente Lula de vetar mudanças na legislação e abrir caminho para ficar no poder com um terceiro mandato.

Lula resistiu com determinação democrática às pressões e caprichos da vaidade pessoal às quais sucumbiu FHC. O tucano deu sinal verde para que, em causa própria, fossem quebradas as regras. O metalúrgico reverenciou a lei. O sociólogo deu o maior “golpe branco” já registrado nos anais da citada história republicana.
Expressivo contraste. No entanto, mesmo diante dessa evidência, a oposição lança suspeita de golpismo no intruso operário que, para ela, cometeu um erro imperdoável. Um erro intencional, diga-se. Lula invadiu o “Clube de Eleitos”, na expressão de FHC no ensaio “Dos governos militares a Prudente-Campos Sales”.
O clube seria uma entidade que só admitia sócios com diploma superior ou cedia, docemente constrangido, aos que chegavam com “espada na cinta e ginete na mão”.

Veio de José Serra a mais recente frase de desconfiança lançada sobre o operário: “Diziam que existia uma República sindicalista no período de Jango. Eles eram anjos. República sindicalista existe agora”.
Para quem não sabe, ou esqueceu, era assim o discurso golpista em 1964. O mantra que acirrou os militares a derrubarem o presidente João Goulart.
Lamentável. O comportamento político de Serra faz corar frades de pedra.
O que move a oposição de 2010 é a mesma farsa vulgar encenada pela oposição de 1964. Embora tenha tentado recentemente, os oposicionistas não querem, agora, derrubar o presidente. Tentam algemá-lo e amordaçá-lo para derrotarem Dilma Rousseff que, com maiores chances de vitória herda, em intenção de votos, a avaliação positiva que a sociedade faz do governo Lula.
Não foi com truques de marketing que o presidente construiu a popularidade histórica que alcançou. Ela apenas reflete o desempenho de quase oito anos de governo, com tantas ações positivas, que nem mesmo o bloqueio dos meios de comunicação obstruiu a propagação dos resultados desde o Oiapoque ao Chuí.
Ainda agora, foram divulgados índices de redução da pobreza que projetam a possibilidade de, em seis anos, reduzir a quase zero a pobreza extrema no Brasil. Tarde, porém melhor que nunca.
A oposição tentou tirar casquinha ao invocar os benefícios do Plano Real, criado no governo de Itamar Franco e tendo FHC no Ministério da Fazenda. De fato, a estabilidade monetária, mas não a econômica, alcançada pelo real teve um impacto na diminuição da pobreza. Mas há uma diferença entre o impacto secundário e o impacto direto do objetivo político. Diz o Ipea:
Quando se projeta no tempo a redução nas taxas de pobreza absoluta e extrema alcançadas no período de maior registro de sua diminuição recente (2003-2008), pode-se inferir que em 2016, o Brasil terá superado a miséria e diminuído a 4% a taxa nacional de pobreza absoluta”.
FONTE-CARTA CAPITAL
Mauricio Dias

Dilma abre vantagem de quase 11 milhões sobre Serra

Há longo tempo se sabe que pesquisa não é eleição e que intenção de voto não é voto. A 70 dias da eleição presidencial, contudo, pesquisa feita pelo instituto Vox Populi e divulgada ontem pela Rede Bandeirantes aponta vantagem equivalente a mais de 10,8 milhões de votos da candidata petista Dilma Rousseff sobre o candidato das oposições ao Governo Lula, José Serra (PSDB). Essa diferença é superior, por exemplo, ao tamanho de todo o eleitorado da Bahia – quarto maior colégio do país, com 9,5 milhões de eleitores.




Entrevistados 3.000 eleitores em 219 cidades de todas regiões, no período de 17 a 20 de julho, o Vox Populi informa que Dilma obteve 41% das intenções de voto, enquanto Serra obteve 33% e Marina Silva (PV) 8%. Considerado o colégio nacional de 135,8 milhões de eleitores, se as eleições ocorressem no período da pesquisa Dilma teria quase 56 milhões de votos, Serra teria aproximadamente 45 milhões e Marina pouco menos de 11 milhões.

Dilma lidera também a simulação em que o eleitor cita espontaneamente o nome do candidato. A petista obteve 28% e Serra 21%.
A candidata do PT também supera seu principal adversário na simulação de segundo turno. Dilma obteve 46% e Serra 38% – a vantagem da petista, de 8 pontos percentuais, é a mesma apontada pelo Vox Populi para o primeiro turno.
Dilma tem o menor índice de rejeição (17%) e Serra tem o maior (24%).
Examinado o resultado por regiões, a petista obteve vantagem de 30 pontos percentuais sobre Serra no Nordeste (54% contra 24%) e se aproximou do tucano no Sul e no Sudeste. No Sudeste a vantagem de Serra sobre Dilma está dentro da margem de erro (36% a 34%) enquanto no Sul a diferença favorável ao tucano caiu para 4 pontos (39% a 35%)

No resultado geral, o Vox Populi aponta liderança de Dilma tanto entre o eleitorado feminino ( 38% contra 32%) quanto entre o masculino (43% a 34%).

A petista é também a preferida pelo eleitorado em todas as faixas e níveis de ensino.

Vistas as três últimas pesquisas do mesmo instituto, todas encomendadas pela Rede Bandeirantes, a candidatura de Dilma cresceu de 38% das intenções de voto, em maio, para 41%, em junho, e se manteve estabilizada agora. Serra obteve 35% em maio, 36% em junho e caiu em julho para 33%. Marina teve 8% das intenções de voto nos três levantamentos.


Primeiro turno
Dilma Rousseff (PT)…….41%
José Serra (PSDB)………33%
Marina Silva (PV)……….. 8%

Segundo turno
Dilma……………46%
Serra…………….38%
Fonte Brasilia Confidencial

Datafolha insiste em empate: 37% a 36%

Praticamente ao mesmo tempo em que o Vox Populi identificou vantagem de 8 pontos de Dilma Rousseff sobre José Serra, o instituto Datafolha não constatou, a rigor, nenhuma mudança nas intenções de voto dos dois candidatos. Ouvidos 10.905 eleitores em 379 municípios, de 20 a 23 de julho, o instituto aponta que Serra e Dilma continuam tecnicamente empatados.

Na pesquisa anterior, realizada em 30 de junho e 1º de julho, o Datafolha atribuiu 39% a Serra e 37% a Dilma. Agora, informa que Serra obteve 37% e Dilma 36%. Nos dois casos a diferença ficou dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Marina Silva (PT) obteve 10%.

ELEIÇÕES ESTADUAIS

Os resultados publicados hoje pela Folha de São Paulo incluem dados sobre a eleição de governador em sete estados e no Distrito Federal. Apontam a liderança de Tarso Genro (RS), Sérgio Cabral (RJ), Hélio Costa (MG), Eduardo Campos (PE), Geraldo Alckmin (SP), Jaques Wagner (BA) e Joaquim Roriz (DF). No Paraná o Datafolha identificou empate técnico (leia detalhes na próxima página).

É o seguinte o placar do Datafolha para as eleições estaduais:

Rio Grande do Sul: Tarso Genro (PT) 35% e José Fogaça (PMDB) 27%
São Paulo: Geraldo Alckmin (PSDB) 49% e Aloízio Mercadante (PT) 16%
Minas Gerais: Hélio Costa (PMDB) 44% e Antonio Anastasia (PSDB) 18%
Rio de Janeiro: Sérgio Cabral (PMDB) 53% e Fernando Gabeira (PV) 18%
Bahia: Jaques Wagner (PT) 44% e Paulo Souto (DEM) 23%
Pernambuco: Eduardo Campos (PSB) 59% e Jarbas Vasconcelos (PMDB) 28%
Distrito Federal: Joaquim Roriz (PSC) 40% e Agnelo Queiroz (PT) 27%

Fonte Brasila Confidencial

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Vox: Dilma bate Serra por oito pontos.



O Jornal da Band divulgou pesquisa da Vox Populi.


Dilma está na frente: 41 a 33.
Serra não sai dos 30% desde 2002.
Na espontânea, ou seja, quando o entrevistado toma a iniciativa de dizer em quem vai votar, Dilma ganha de 28% a 21%.
O candidato mais “rejeitado” é jenio.
Mas, isso vale por um dia.
Serra vai reagir de hoje para amanhã.
O Datafolha mostrará que Serra, na verdade, já ganhou a eleição.
É o que o Serra chama de “empate técnico”.
Aliás, para o Datafolha e o Globope o Serra já ganhou a eleição desde 2002.
Clique aqui para ler “Maurício na Carta: vantagem de Serra em SP se aperta”.
Paulo Henrique Amorim

Vox Populi: Dilma abre 8 pontos e lidera com 41%; Serra tem 33%

A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, aparece na liderança da corrida presidencial com 41% das intenções de voto, contra 33% do candidato do PSDB, José Serra, segundo pesquisa Vox Populi divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Jornal da Band . A candidata do PV ao Palácio do Planalto, Marina Silva, registra 8%. A margem de erro é de 1,8 pontos percentuais para mais ou para menos.

Segundo o levantamento, os votos brancos e nulos somam 4%, enquanto 13% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
O Vox Populi também fez uma simulação de um segundo turno entre Dilma e Serra. Dilma aparece com 46% e Serra com 38%. Na espontânea, a petista tem 28%, o tucano, 21% e Marina, 5%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não pode concorrer ao Palácio do Planalto, foi citado 4% dos entrevistados.
A rejeição de Serra é de 24%, de Marina, 20% e de Dilma, 17%. Na pesquisa anterior (29/06), Dilma tinha 40%, Serra 35%, e Marina permanecia com 8%.
A pesquisa entrevistou 3000 entre os dias 17 e 20 de julho. Ela foi registrada no dia 17 de julho junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 19920/2010.

sábado, 17 de julho de 2010

ONG afirma que mulheres se submetem a agressões porque não têm dinheiro

Pesquisa divulgada ontem pela ONG internacional Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos (Cohre) informa que as mulheres vítimas de violência doméstica na América Latina se submetem aos maus-tratos porque não têm dinheiro para sobreviver sem a ajuda dos companheiros, maridos e namorados. No Brasil, 24% das mulheres entrevistadas disseram que, apesar das agressões de que são vítimas, não se separam porque não têm como se sustentar. O estudo mostra ainda que uma em cada quatro brasileiras sofre com a violência doméstica e que uma mulher é atacada no Brasil a cada 15 segundos.

O relatório analisa a violência contra a mulher no Brasil, na Argentina e na Colômbia e afirma que a “falta de acesso a uma moradia adequada, incluindo refúgios para mulheres que sofrem maus-tratos, impede que as vítimas possam escapar de seus agressores”. Segundo o documento, “a dependência econômica aparece como a primeira causa mencionada pelas mulheres dos três países como o principal obstáculo para romper uma relação violenta”.
No Brasil, 70% das vítimas de violência foram agredidas dentro de casa e, em 40% dos casos, houve lesões graves. Das mulheres assassinadas no país, 70% sofreram agressões domésticas. A ONG informa ainda que esses problemas afetam, principalmente, as mulheres pobres que vivem em comunidades carentes.
A maior parte das vítimas não exerce atividade profissional fora de casa. No Brasil, 27% das entrevistadas disseram que se dedicam ao lar. Na Argentina e na Colômbia, 25% das mulheres se declararam donas de casa. Algumas delas afirmaram que não têm outras atividades profissionais por desejo dos maridos, companheiros e namorados.
O relatório não diz quantas mulheres foram entrevistadas. Informa que dezenas de vítimas de violência doméstica foram ouvidas em Porto Alegre (RS) e nas capitais da Argentina, Buenos Aires, e da Colômbia, Bogotá.
Fonte: Brasilia Confidencial

Lula denuncia tentativa de tirá-lo da campanha

O presidente Lula denunciou ontem, em comício no centro do Rio, o que chamou de uma tentativa de excluí-lo da campanha eleitoral e de inibir sua participação em favor da candidata petista Dilma Rousseff.

”Há uma tentativa de me tirar da campanha política, para que eu não ajude Dilma a ser a presidenta deste país. O que eles querem é me inibir, para eu fingir que não conheço a Dilma, para que eu passe por ela e vire o rosto. Mas não sou homem de duas caras. Vou dizer que a minha companheira Dilma, que foi chefe da Casa Civil, está preparada para ocupar a Presidência da República”.
Lula atribuiu a intenção de afastá-lo da campanha a “uma procuradora qualquer”, em aparente alusão à procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau. Nesta semana, ela disse que o presidente pode ter cometido abuso de poder político ao elogiar Dilma durante a solenidade de lançamento do edital para o trem-bala.
Sob chuva forte desde o início da tarde, o evento de campanha no Rio foi iniciado com uma caminhada e com um desfile de Dilma numa caminhonete. No início da noite, a Polícia Militar estimou em 2.000 o número de pessoas reunidas em frente ao palanque montado na Candelária.
Em seu discurso, a candidata do PT pediu votos para o governador Sérgio Cabral (PMDB), que disputa a reeleição, e criticou veladamente a chapa liderada por seu principal adversário, José Serra (PSDB), que tem como candidato a vice o deputado federal Índio da Costa, filiado ao DEM do Rio de Janeiro.
”Meu vice não caiu do céu, não é improvisado”, destacou, em alusão à candidatura de Índio, improvisada e imposta pelo DEM ao PSDB e a Serra.
O candidato tucano fez campanha ontem em Pernambuco. Reafirmou que ama o estado e a Região Nordeste.
“O que eu quero é ser o novo amigo de Pernambuco. O Lula é pernambucano, fez carreira em São Paulo. Eu quero ser o presidente de São Paulo que é amigo de Pernambuco e do Nordeste, porque eu amo Pernambuco e amo o Nordeste”.
Fonte:Brasilia Confidencial

Carta Maior: PTB inicia debandada da coligação de Serra

Dividido, PTB inicia debandada da coligação demotucana

Depois do PSC, que abandonou a candidatura Serra para apoiar Dilma Rousseff, e do PP, que fechou “informalmente” com o PT em todo o Brasil, agora é a vez do PTB iniciar a debandada: “Quase todos (os petebistas), na verdade a grande maioria, está com a Dilma”, diz o senador Romeu Tuma (PTB/SP). “O Roberto Jefferson e a Executiva acreditam na ditadura no partido. Muitos tem outras opiniões. Eles tomaram as decisões, mas em Brasília e em todo o Brasil, a maioria do PTB é Dilma”, garantiu Tuma.
Júlio Gardesani – Especial para Carta Maior
Depois do PSC, que abandonou a candidatura demotucana para apoiar Dilma Rousseff, e do PP, que fechou “informalmente” com o PT em todo o Brasil, agora é a vez do PTB iniciar a debandada: “Quase todos (os petebistas), na verdade a grande maioria, está com a Dilma”. A declaração partiu do senador Romeu Tuma, candidato à reeleição pelo PTB, em visita acompanhada pela candidata ao Senado pelo PT, Marta Suplicy, à Prefeitura de Santo André, nesta quarta-feira (14/07). O município andreense é administrado por um petebista, Aidan Ravin, que também pende à petista.
De acordo com Tuma, a decisão do PTB de apoiar os demotucanos no Brasil e em São Paulo partiu apenas das cabeças de Campos Machado e Roberto Jefferson, que comandam a legenda. No entanto, os dois, agora, não conseguem segurar os petebistas de todo país, que partem para a campanha de Dilma.
“O Roberto Jefferson e a Executiva acreditam na ditadura no partido. Muitos tem outras opiniões. Eles tomaram as decisões, mas em Brasília e em todo o Brasil, a maioria do PTB é Dilma”, garantiu Tuma.
Se nacionalmente o PTB fechou com os demotucanos, em São Paulo o PTB se lançou sozinho, ou seja, não integra nenhuma coligação. Contam apenas com a candidatura majoritária de Tuma, que foi preterido de uma indicação para vaga de Senador na coligação encabeçada pelos tucanos paulistas.
O candidato a deputado federal e vice-prefeito de São Bernardo, Frank Aguiar, também disparou: “Muitos não gostam da definição. Hoje, 80% do PTB apóia, declaradamente, a Dilma”. Frank Aguiar faz parte da porcentagem que está com a petista.
Outro exemplo de adesão petebista à Dilma é o de Fernando Collor, em Alagoas. Já em Santo André, uma reunião entre o prefeito Aidan, do PTB, e Dilma será marcada, para debater o possível apoio.
Pouco antes das convenções partidárias, Campos Machado e Roberto Jefferson chegaram a afirmar que comandavam cerca de 70% da executiva estadual e nacional da legenda. Até o momento, ambos continuam com os demotucanos. Resta saber até quando os dois lutarão contra a orientação de outros caciques petebistas.
(*) Repórter do jornal ABCD MAIOR (www.abcdmaior.com.br)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

MCCE, MPE e aliança de Silval impugnam 50; Wilson lidera casos

A “guerra eleitoral” está mesmo deflagrada. Nesta terça-feira já chegou a 50 o número de candidatos nas eleições de outubro que tiveram pedido de impugnação de seus respectivos registros. Só o Ministério Público apresentou 18 pedidos no começo da noite. O ex-prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, do PSDB, candidato ao Governo, é o que mais sofreu impugnações até o momento: três, uma do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE), uma do PSOL e outra da coligação “Mato Grosso para Todos”, do candidato Silval Barbosa, do PMDB.


Santos enfrenta problemas de quitação com a Justiça Eleitoral, documento exigido pela legislação para a aprovação do registro de candidatura. Santos corre o risco de ter seu pedido de registrado negado pela Justiça Eleitoral. O juiz eleitoral Paulo de Toledo Ribeiro Júnior recusou o pedido do ex-prefeito para emissão da certidão. O magistrado tomou como base na Resolução do Tribunal Superior Eleitoral, que exige em seu artigo 26 a apresentação regular das contas para que se configure a quitação eleitoral.
Outro que enfrenta situação semelhante é Mauro Mendes, do PSB. Seu pedido de registro já sofreu duas impugnações, uma do MCCEe outra do Ministério Público . Mendes teve problemas na prestação de contas da eleição de 2008 quando disputou o cargo de prefeito de Cuiabá contra o próprio Wilson Santos, em segundo turno.
Na mira dos ativistas políticos e também do próprio Judiciário está a deputada Chica Nunes, do Democratas, candidata a reeleição. Ela já sofreu duas impugnações, uma do MCCE e outra do Ministério Público . Chica teve seu mandato cassado pela Justiça Eleitoral por compra de votos, mas se sustenta com base numa liminar. A deputada também teve contas rejeitadas no período em que foi presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, na qual se apurou o desvio superior de R$ 6,5 milhões.
Em situação semelhante aparece o deputado Gilmar Fabris, do DEM. Ele foi condenado por compra de votos. Outro deputado estadual com dois pedidos de impugnação é Otaviano Pivetta, do PDT. Pivetta, no entanto, vai disputar a eleição de outubro na condição de candidato a vice de Mauro Mendes.
Aparecem também com dois pedidos de impugnações: Antero de Barros, candidato ao Senado pelo PSDB; José Pedro Taques, do PDT, candidato ao Senado Federal; e Lourivaldo Rodrigues de Moraes, o Kirrinha, do DEM, acusado de agredir uma jornalista dentro da Delegacia de Polícia. Kirrinha é candidato a deputado estadual.
O número de impugnações, de entanto, deve crescer ainda mais. O MPE informou que os 18 pedidos firmados nesta terça-feira referem-se apenas relacionadas aos pedidos de candidatura na forma de registro coletivo. O MP Eleitoral ainda está analisando os pedidos de registro individuais.

1 - MCCE
Walmir Guse
2 - MCCE
José Antonio de Ávila
3 - MCCE
Wilson Pereira Dos Santos
4 - MCCE
Antero Paes de Barros Neto
5 - MCCE
Lourivaldo Rodrigues de Moraes
6 - MCCE
Gilmar Donisete Fabris
7 – MCCE
Alexandre Luiz César
8 – MCCE
Guilherme Antonio Maluf
9 – MCCE
Francisca Emília Santana
10 –MT para Todos
Mauro Mendes Ferreira
11 – O PT do B
Oscar Martins Bezerra
12 –MT em Primeiro Lugar
Augusto Cesar Taques
13 –Mt em Primeiro Lugar
José Antonio Gonçalves Viana
14 - MT em Primeiro Lugar
Otaviano Olavo Pivetta
15 - MT em Primeiro Lugar
Paulo Ferreira Fiuza Filho
16 - MT em Primeiro Lugar
José Pedro Gonçalves Taques
17 - MT Para Todos
Wilson Pereira Dos Santos
18 – Ministério Público
Sérgio Ricardo de Almeida
19 - Ministério Público
Lourivaldo Rodrigues de Moraes
20 - Ministério Público
Sérgio Bastos Dos Santos
21 - Ministério Público
Walter Rabelo Machado Júnior
22 - Ministério Público
Juarez Fiel Alves
23 - Ministério Público
Valdinei Teodoro da Silva
24 - Ministério Público
Deucimar Aparecido da Silva
25 - Ministério Público
Oscar Martins Bezerra
26 - Ministério Público
José Domingos Fraga Filho
27 - Ministério Público
Adilson Roque Teixeira
28 - Ministério Público
Francisco Assis Lucena
29 - Ministério Público
Mauro Luiz Savi
30 - Ministério Público
Jaime Marques Gonçalves
31 - Ministério Público
Gilmar Donizete Fabris
32 - MT Melhor Pra Você
Romualdo Aloisio Boraczinski
33 - Ministério Público
Francisca Emília Santana Nunes
34 - Ministério Público
Domingos Sávio Parreira
35 - Ministério Público
Francisco da Silva Leite
36 - Ministério Público
Saturnino Masson
37 - PSOL
Mauro Mendes Ferreira
38 – PSOL
Otaviano Olavo Pivetta
39 – PSOL
José Antonio Gonçalves Viana
40 – PSOL
Paulo Ferreira Fiuza Filho
41 – PSOL
Antero Paes de Barros Neto
42 – PSOL
José Pedro Gonçalves Taques
43 – PSOL
Dilceu Antonio Dal Bosco
44 – PSOL
Wilson Pereira dos Santos
45 – PSOL
Francisco Mario Monteiro Fortes
46 – PSOL
Edio Brunetta
47 – PSOL
Jorge Yashiaki Yanai
48 - PSOL
Augusto Cesar Taques
49 – PSOL
Rogerio Antonio Navarini
50 – José Pedro Taques
Pedro Henry Neto

Redação 24 Horas News

MP PEDE IMPUGNAÇÃO DE CANDIDATURAS DE DEUCIMAR,SAVI E WALTER RABELLO

O líder do governo na Assembleia Mauro Savi, o presidente da Câmara de Cuiabá Deucimar Silva e o apresentador de TV Walter Rabello, todos candidatos a uma das 24 cadeiras de deputado estadual, integram a lista de 18 pedidos de impugnação de candidatura protocolados pelo Ministério Público Eleitoral no início da noite desta terça (13) junto ao Tribunal Regional Eleitoral.

Dentre os motivos que levaram o MPE a requerer a impugnação das candidaturas está o fato de alguns terem sido condenados criminalmente, além do não pagamento de multas decorrentes de propaganda irregular, abuso de poder econômico e/ou político, reprovação ou ausência de prestação de contas de campanha e contas reprovadas no exercício de mandato eletivo.
Pelo calendário eleitoral, o TRE tem até 5 de agosto para analisar as ações, que ainda devem aumentar tendo em vista que as impugnações apresentadas até agora são referentes aos pedidos de candidatura na forma de registro coletivo. O MPE ainda analisa os pedidos de registro individuais.
Também foram para a berlinda os deputados que disputam a reeleição José Domingos Fraga, Chica Nunes, Sérgio Ricardo e Gilmar Fabris, além do vereador por Cuiabá Domingos Sávio. Além dos pedidos de impugnação feitos pelo MPE, o TRE também analisa outras 17 solicitações feitas por coligações e pelo Movimento de Combate a Corrupção – veja mais aqui.
Veja quem pode ter a candidatura a deputado estadual impugnada:

Chica Nunes (DEM)

Domingos Sávio (PMDB)

Francisco da Silva Leite, o Da Silva (PTC)

Sérgio Ricardo (PR)

Saturnino Masson (PSDB)

Lourivaldo Rodrigues de Morais, o Kirrarinha (DEM)

Sérgio Bastos dos Santos (PMDB)

Walter Rabelo (PP)

Juares Fiel Alves (PP)

Valdinei Teodoro da Silva (PSDB)

Deucimar Aparecido da Silva (PP)

Oscar Martins Bezerra (PSB)

José domingos Fraga Filho (DEM)

Adilson Roque Teixeira, o Quino (DEM)

Francisco Assis de Couto Lucena, o Assis Lucena (PTB)

Mauro Luiz Savi (PR)

Jaime Marques Gonçalves (DEM)

Gilmar Fabris (DEM)

FONTE:RD NEWS
POR PATRICIA SANCHES

segunda-feira, 12 de julho de 2010

RS: Tarso lidera com diferença de 10 pontos sobre Fogaça, diz Ibope

Pesquisa feita pelo Ibope para o Grupo RBS e divulgada neste fim de semana, no Rio Grande do Sul, aponta vantagem de 10 pontos (aproximadamente 800.000 votos) do candidato do PT, Tarso Genro, sobre seu principal adversário, o peemedebista José Fogaça. Ouvidos 812 eleitores entre terça e quinta-feira, Tarso obteve 39% das intenções de voto (índice equivalente a quase 3,2 milhões), enquanto Fogaça ficou com 29% (próximo a 2,4 milhões) e Yeda Crusius (PSDB), governadora e candidata à reeleição, com 15% (aproximadamente 1,2 milhão).

No levantamento anterior mais recente, feito pelo Datafolha em abril, Tarso e Fogaça estavam empatados: 31% a 30%.
Na simulação de segundo turno, de acordo com o Ibope, Tarso obteve 48% das intenções de voto (quase 3,9 milhões) e Fogaça 39% (aproximadamente 3,1 milhões). Tanto o petista quanto o peemedebista aparecem com vantagem de, pelo menos, 35 pontos sobre Yeda nos cenários de segundo turno.

A pesquisa também apurou as intenções de voto para a eleição presidencial. E apontou vantagem de 9 pontos (aproximadamente 720.000 votos) para o candidato do PSDB, José Serra, sobre a petista Dilma Rousseff. Tomando-se como referência a pesquisa anterior (do Datafolha), Serra manteve-se na faixa de 46% (algo próximo a 3,7 milhões), Dilma cresceu para 37% (perto de 3 milhões) e Marina Silva obteve 6% (próximo a 500.000).

Setenta porcento dos entrevistados avaliaram o Governo Lula como ótimo ou bom. O índice equivale a aproximadamente 5,6 milhões de eleitores gaúchos e é superior ao identificado nos levantamentos anteriores ao do Ibope.

Brasília Confidencial

Presidentes de centrais sindicais denunciam as mentiras de Serra contra trabalhadores

Os presidentes de cinco centrais sindicais assinaram um manifesto contra as mentiras perpetradas pelo candidato tucano José Serra nesta campanha eleitoral.

Leia a íntegra do manifesto assinado pelos presidentes da CUT, Força Sindical, CTB, CGTB e Nova Central:
Serra: impostura e golpe contra os trabalhadores
O candidato José Serra (PSDB) tem se apresentado como um benemérito dos trabalhadores, divulgando inclusive que é o responsável pela criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e por tirar do papel o Seguro-Desemprego. Não fez nenhuma coisa, nem outra. Aliás, tanto no Congresso Nacional quanto no governo, sua marca registrada foi atuar contra os trabalhadores. A mentira tem perna curta e os fatos desmascaram o tucano.
A verdade
Seguro-Desemprego - Foi criado pelo decreto presidencial nº 2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. Sua regulamentação ocorreu em 30 de abril daquele ano, através do decreto nº 92.608, passando a ser concedido imediatamente aos trabalhadores.

FAT – Foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto sobre o FAT (nº 2.250/1989), que foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados, na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez que o projeto de Jorge Uequed já havia sido aprovado.
Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988) - José Serra votou contra os trabalhadores:

a) Serra não votou pela redução da jornada de trabalho para 40 horas;

b) não votou pela garantia de aumento real do salário mínimo;

c) não votou pelo abono de férias de 1/3 do salário;

d) não votou para garantir 30 dias de aviso prévio;

e) não votou pelo aviso prévio proporcional;

f) não votou pela estabilidade do dirigente sindical;

g) não votou pelo direito de greve;

h) não votou pela licença paternidade;

i) não votou pela nacionalização das reservas minerais.

Por isso, o Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), órgão de assessoria dos trabalhadores, deu nota 3,75 para o desempenho de Serra na Constituinte.

Revisão Constitucional (1994)
Serra apresentou a proposta nº 16.643, para permitir a proliferação de vários sindicatos por empresa, cabendo ao patrão decidir com qual sindicato pretendia negociar. Ainda por essa proposta, os sindicatos deixariam de ser das categorias, mas apenas dos seus representados. O objetivo era óbvio: dividir e enfraquecer os trabalhadores e propiciar o lucro fácil das empresas. Os trabalhadores enfrentaram e derrotaram os ataques de Serra contra a sua organização, garantindo a manutenção de seus direitos previstos no artigo 8º da Constituição.
É por essas e outras que Serra, enquanto governador de São Paulo, reprimiu a borrachadas e gás lacrimogênio os professores que estavam reivindicando melhores salários; jogou a tropa de choque contra a manifestação de policiais civis que reivindicavam aumento de salário, o menor salário do Brasil na categoria; arrochou o salário de todos os servidores públicos do Estado de São Paulo.
As Centrais Sindicais brasileiras estão unidas em torno de programa de desenvolvimento nacional aprovado na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho, com mais de 25 mil lideranças sindicais, contra o retrocesso e para garantir a continuidade do projeto que possibilitou o aumento real de 54% do salário mínimo nos últimos sete anos, a geração de 12 milhões de novos empregos com carteira assinada, que acabou com as privatizações, que descobriu o pré-sal e tirou mais de 30 milhões de brasileiros da rua da amargura.
Antonio Neto – presidente da CGTB

Wagner Gomes – presidente da CTB

Artur Henrique – presidente da CUT

Miguel Torres – presidente da Força Sindical

Jose Calixto Ramos – presidente da Nova Central

Jornal britânico destaca bom momento econômico vivido pelo Brasil

bom momento econômico do Brasil é tema de uma reportagem de duas páginas publicada na sexta-feira (9) pelo diário britânico The Independent. Sob o título "No topo do mundo", o correspondente do diário em São Paulo, David Usborne, afirma que "não é possível passar um dia no Brasil sem sentir os milagres econômicos que acontecem" no país.


A reportagem ocupa as duas páginas centrais do jornal, acompanhada de uma grande foto da estátua do Cristo Redentor no Corcovado e de outra com o presidente Lula em sua recente viagem ao Quênia.
A reportagem afirma que o Brasil "é um país que se moveu para longe dos clichês de sua marca internacional". "Brasília está agoniada sobre como manter o controle sobre seu boom econômico, enquanto o resto de nós (Europa) está brigando sobre os respectivos benefícios da austeridade para cortar o déficit versus os gastos para estimular a economia", observa o jornalista.
Na avaliação do líder da bancada petista na Câmara, deputado Fernando Ferro (PT-PE), o Governo Lula continua sendo reconhecido pelo mundo, especialmente após o enfrentamento da crise internacional, onde o Brasil foi um dos últimos a entrar e o primeiro a sair. "No plano internacional, o governo brasileiro é saudado como um sucesso, mesmo com passivo social histórico. E estamos atravessando a crise sem vender estatais, sem destruir postos de trabalho. Essa é uma mudança profunda em relação aos governos anteriores", afirmou.
Fernando Ferro avaliou, por outro lado, que o reconhecimento da situação favorável do país pela mídia internacional, demonstra também o descaso e o desserviço prestado ao país por grande parte da mídia nacional, que se esforça para tentar desqualificar os avanços obtidos no governo Lula. "Enquanto a comunidade e a mídia internacional saúdam o Brasil e o governo do presidente Lula pelos inúmeros avanços sociais e econômicos obtidos, a mídia brasileira usa o escudo da liberdade de expressão e da suposta imparcialidade para defender sua visão ideológica e politicamente identificada com os ideais elitistas", criticou.
Continuidade
O deputado José Genoino (PT-SP) também questionou o papel da mídia brasileira no processo de reconhecimento dos avanços do governo Lula e destacou a importância da continuidade deste projeto de governo. "Apesar da má vontade da mídia nacional, os principais veículos de comunicação do mundo retratam os avanços obtidos no governo do presidente Lula. Essa matéria reforça como o Brasil mudou para melhor e o quanto é importante darmos continuidade a este governo", afirmou.
O jornal diz que o próximo presidente vai herdar um país em plena efervescência, com a perspectiva da realização da Copa do Mundo de 2014, da Olimpíada de 2016 e da exploração das vastas reservas de petróleo em águas profundas.
O texto lembra que o Brasil ainda permanece com grande desigualdade entre ricos e pobres, segundo o Banco Mundial, mas observa que essa diferença caiu bastante durante o governo Lula. "O número de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza caiu durante os dois mandatos de Lula de 50 milhões para 30 milhões".
www.ptnacamara.org.br

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Donos do PiG (*) atacam o Terra e não tratam do estupro de Florianópolis



Os donos do PiG (*) realizaram uma séance na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados para falar mal do Terra e do Brasil Econômico.

Um seria espanhol e outro, português.
Clique aqui para ler no Estadão, pág. B16.
Interessante esse patriotismo repentino do PiG (*).
Quando o Rupert Marinho fez o acordo com a Time-Life para fundar a Globo, e o Victor Civita com o Chase Manhattan Bank (então, da família Rockefeller), o PiG (*) não falava mal do capital estrangeiro.
Agora que a água começou a subir pelas canelas …
O que está em jogo é o futuro da mídia.
O papel que o capital estrangeiro e os portais – como o Conversa Afiada – podem desempenhar na tevê a cabo, na internet e nas mídias sociais.
Acabou o monopólio do PiG (*).
A Globo amarga essa realidade, no momento, em Florianópolis.

A hegemonia da Globo em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul se exerce através da família Sirotsky, dona da RBS.
Um Sirotsky de 14 anos, associado a um filho de delegado, também menor, são acusados de estuprar uma menina de 13 anos.
A Globo no Brasil e a RBS em Santa Catarina abafaram o estupro.
Mas, TODO MUNDO em Florianópolis sabe do que aconteceu.
E sabe porque a Rede Record tratou do assunto.
E sabe também por causa do trabalho destemido de um Quijote, o blogueiro Mosquito, do Tijoladas do Mosquito, que revelou o estupro e desmontou o abafa.
Mosquito provavelmente ajudará a impedir que esse crime fique impune.
E marcará o fim da hegemonia da Globo em Santa Catarina.
Depois vem o resto.
Interessante: por que a séance de Brasília não tratou disso ?
Porque eles se preocupam com a liberdade de imprensa (deles) e pouco se lixam para a liberdade de expressão (do cidadão brasileiro).
Acobertar um estupro é o pecado mais leve que a Globo e seus afiliados cometem.
E ficam preocupados com os espanhóis e os portugueses.
Eles deviam estar preocupados é com o Mosquito.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Quem foi governo e não fez o que prometeu, não pode ter credibilidade, afirma Dilma


A candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, pediu hoje (8) aos adversários um debate de alto nível sobre o futuro do país. Em entrevista coletiva em São José do Rio Preto (SP), Dilma afirmou que tem “um conjunto de realizações a apresentar” aos eleitores. “Então, por que aceitar um debate em nível menor?”, questionou.
Para a candidata, a compreensão da população sobre os programas sociais do governo Lula não pode ser subestimada. Quem promete e não faz, segundo Dilma, perde credibilidade.
“A população sabe perfeitamente que não é possível que os programas sociais sejam marcas pré-eleitores. Quem, quando estava no governo não fez o que prometeu, não pode, de maneira alguma, ter credibilidade para dizer que vai dobrar o Bolsa Família”, afirmou.
Dilma Rousseff acrescentou que o presidente Lula buscou a implantação do programa Bolsa Família desde o primeiro dia de governo.
Já o PSDB precisa provar à população que cumpriu seus compromissos sociais. “Nós não somos iguais. Façam o que fizerem, a desconfiança a respeito da capacidade do governo do PSDB de cumprir programas sociais permanece, não por causa das palavras, mas por causa dos atos e fatos que eles produziram ao longo de seus governos”, disse a candidata do PT.
http://www.dilmanaweb.com.br/

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Quero ser a primeira mulher presidente do Brasil, diz Dilma para multidão em SP

Mais de cinco mil pessoas lotaram hoje (7) a Praça da Sé, em São Paulo, e participaram do ato público em apoio à candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República. Dilma caminhou entre os militantes, ao lado do candidato à vice-presidente, o deputado Michel Temer (PMDB-SP).

Dilma disse que quer ser a primeira mulher a governar o país. “Estou aqui hoje para dizer para vocês que eu quero ser a primeira mulher presidente do Brasil”. E acrescentou que não é daquele tipo de político presunçoso, que não precisa de ajuda.
“Eu não sou daqueles que acha que sou capaz de fazer tudo, daquele tipo orgulhoso, presunçoso, que acha que tudo sabe e que tudo faz. Eu não. Eu preciso de gente e de equipe. Por isso, eu preciso de uma pessoa com as qualidades do Mercadante como meu companheiro aqui em São Paulo”, discursou.
Dilma abriu seu discurso lamentando a falta de respeito do governo de São Paulo com os professores e com a educação. E disse que essa área é uma de suas prioridades.
“Vamos ter que dar para duas coisas para que esse país tenha uma educação de qualidade. Primeiro, é reconhecimento. No passado, muito gente queria ser professor porque era uma profissão valorizada. E uma profissão é valorizada quando se paga a ela salários decentes, dignos. A segunda questão é que os nossos professores têm de ser incentivados a ter cada vez mais uma melhor formação. Porque está nas pessoas, no professor e na professora, a condição para que esse país avance e faça uma das mais importantes revoluções que é da educação”.
A petista afirmou que se identifica com o povo de São Paulo, pela sua garra, por saber que seus trabalhadores acordam cedo, trabalham muito e correm atrás. Ela ressaltou ainda a mudança que o Brasil passou desde 2002.
“Quando a gente olha para 2002 e lembra como esse país andava de cabeça baixa. Como esse país não tinha emprego suficiente, como a gente olhava para o futuro e não via muita esperança. Nós mudamos essa realidade, construímos um país em que mais cresce hoje no mundo o emprego. Um dos que mais gera emprego com carteira assinada, com 13º salário, com fundo de garantia, com férias”, comparou.
Ela ressaltou que Lula fez um governo para todos e não apenas para um terço da população, como se fazia no passado. “Nós fizemos um governo para todos os brasileiros e obviamente olhamos mais para os que mais precisavam. Eles dizem que podem fazer mais. Como eles podem fazer mais? E por que quando eles estiveram no governo e podiam mais e fizeram menos? Nós não. Nós elevamos as condições de vida do povo brasileiro”, afirmou ressaltando a diferença dos projetos.
Segundo ela, a diferença do governo Lula para os outros é que não se olha apenas para o desenvolvimento econômico. “Porque olhamos para cada obra, para cada aumento da economia e não olhamos números e nem cimento e ferro, olhamos o que está por trás disso. Vendo como é que isso melhora a vida do povo brasileiro. A nossa visão é diferente da visão deles”, salientou.

Mulheres
Ela ressaltou ainda o papel das mulheres nessa campanha e voltou da dizer que está preparada para governar o país. “Muitos dizem que o Brasil não está preparado para ter uma mulher presidente. Eu digo: o Brasil está preparado sim. Eu estou preparada para ser presidente do Brasil. Eu tenho certeza que não só as mulheres podem ser o que querem, empresarias, trabalhadoras, empreendedoras, professoras, engenheiras, mães, que é uma das questões mais importantes na vida de qualquer mulher, mas sobretudo elas podem ser presidentes da República também”, concluiu.

www.dilmanaweb.com.br

domingo, 4 de julho de 2010

Datafolha mantém empate que Ibope e Vox Populi negam

Entre os tucanos, alívio; entre os petistas, descrédito. Foi isso, em resumo, o que o resultado da mais recente pesquisa do instituto Datrafolha provocou ontem, quando foi publicada pela Folha de São Paulo.

A exemplo do que fez na última semana de março, poucos dias antes do lançamento da pré-candidatura de José Serra à Presidência da República, o Datafolha voltou a apresentar um cenário eleitoral não identificado nas pesquisas imediatamente anteriores de, pelo menos, outros dois institutos.
Em março, enquanto o Vox Populi e o Sensus apontavam vantagem apenas estreita de Serra (PSDB) sobre Dilma Rousseff (PT), o Datafolha identificou diferença de 9 pontos em favor do candidato tucano (36% contra 27%). Agora, dez dias depois que o Ibope e menos de uma semana depois que o Vox Pupuli apontaram a liderança de Dilma (40% contra 35% de Serra), o mais recente resultado do Datafolha dá conta de um empate técnico, com vantagem para Serra dentro da margem de erro (39% contra 37% para Dilma).
As três pesquisas de intenção de voto foram feitas de 19 a 21 de junho pelo Ibope, de 24 a 26 de junho pelo Vox Populi e em 30 de junho e 1º de julho pelo Datafolha.
Assim como em março e, outra vez, diferentemente dos demais institutos, o Datafolha aponta forte crescimento do candidato do PSDB na Região Sul. Segundo o instituto, entre 20/21 de maio e agora Serra cresceu 12 pontos no Sul e se tornou o candidato preferido por metade do eleitorado da região. Na última semana de março o Datafolha havia descoberto que Serra abrira 28 pontos de vantagem sobre Dilma no Sul. Agora, apesar do aparentemente contínuo crescimento dele na região, a diferença identificada pelo Datafolha é de 18 pontos.

O instituto também atribui a performance de Serra na pesquisa a um crescimento – de 3 pontos – no Sudeste e, sobretudo, à ampla exposição do candidato nos horários de propaganda partidária do PSDB e de seus três aliados na TV – o DEM, o PPS e o PTB. E acaba tornando estranho que, com tudo isso a favorecer Serra, o resultado geral atribuído ao candidato seja praticamente igual ao de maio. A oscilação de 2 pontos – de 37% para 39% – está dentro da margem de erro do resultado do Datafolha.

Na avaliação dos tucanos Geraldo Alckmin e Aloysio Nunes, respectivamente candidatos ao governo paulista e ao Senado, o resultado da pesquisa é um alívio.
“Tivemos uma semana difícil e algum desgaste por conta da escolha do vice de Serra”, lembrou Alckmin.
“É importante que a turbulência tenha passado”, destacou Aloysio.

Já o secretário de Comunicação do PT, André Vargas, desacreditou a pesquisa em comentário no Twitter.

“Datafolha arruma empate para Serra, mas pesquisa interna do PT dá vantagem a Dilma em 8%”, escreveu.

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, preferiu assinalar que o resultado apontado pelo Datafolha frustrou as expectativas da oposição.

“A oposição vinha afirmando que depois de junho, com a monumental exposição do seu candidato nos meios de comunicação, Serra passaria muito à frente. Não passou”, observou Dutra.


Pesquisas recentes


Ibope (19-21/06) Vox Populi (24-26/06) Datafolha (30/06-01/07)

Dilma 40% 40% 37%

Serra 35% 35% 39%



Pesquisas Datafolha

Março Abril Maio Junho

Serra 36 38 37 39
Dilma 27 28 37 37

Fonte: Brasilia Confidencial

Quem acredita na F (força) S (erra) P (residente) ?


Extraído da Carta Maior:
Quem acredita ainda na FSP (Força Serra Presidente)?
Por Emir Sader


O jornal que emprestou seus caros para a Operação Bandeirantes, disfarçada de jornalistas, levar a cabo prisões arbitrárias, fuzilamentos sumários de detidos, conduzir os sobreviventes para tortura, para a desaparição, para a morte.
O jornal que considerou a ditadura militar – o mais ditatorial dos regimes, de imposição do terror, o mais antidemocrático – como a salvação do país, pregou sua realização, saudou a ruptura da democracia e a deposição de um presidente legitimamente eleito pelos cidadãos, apoio a ditadura, ajudou a escondeu seus crimes e, mais recentemente, chamou-o de “ditabranda”.
O jornal que publicou uma ficha falsa da Dilma em manchete de primeira página de um domingo. Pego em flagrante, nunca corrigiu sua brutal manipulação.
Uma executiva do jornal declarou que, dada a fraqueza dos partidos da oposição, a imprensa assume o papel de partido da oposição. Isto é, o jornaleco virou boletim de um partido opositor, os jornalistas não são mais jornalistas, todos eles militantes desse partido opositor. A direção, que nunca foi eleita por ninguém, mas designada pela família, o Comitê Central desse partido. O seu diretor, escolhido por seu pai para sucedê-lo na direção da empresa familiar, presidente do partido.

Suas pesquisas são pesquisas internas dos tucanos, feitas por encomenda e atendendo às penúrias do candidato-colunista do jornal, que passeia pela redação do jornal como pela sua casa, dá broncas no que não gosta, nomeia empregados, como a chefe da sucursal de Brasília, nomeada por ele, porque tucana e porque casada com publicitário – ex funcionário da Globo – que codirige a campanha derrotada em 2002 e agora em 2010.

Quem acredita nas pesquisas do Databranda?
Quem compraria um jornal usado da família Frias?
Que lê o Diario Oficial dos Tucanos, com todos os editorais cheios de pluma tucana da página 2?

O povo não é tonto. Com tudo o que eles dizem, apenas 3% aceitam seus argumentos e rejeitam Lula.

Ou será 0%, na margem de erro?

A derrota de Serra e seu vice de ocasião é também a derrota da imprensa das oligarquias familiares, da imprensa mercantil, da imprensa mentirosa e manipuladora, a derrota dos Frias, dos Marinhos, dos Mesquitas, dos Civitas e dos seus associados regionais e internacionais.

Daí seu desespero, daí sua depressão, daí mentiras como essa pesquisa encomendada pelos tucanos e em que nem eles mesmos acreditam.
Otávio Frias Filho (que ocupa o cargo por ser filho de Otávio Frias pai), seus parentes e militantes do seu partido, não conseguem mais ditabrandar em nome do país.
Prêmio Corvo do semestre para Otávio Frias Filho e sua trupe!

(*) “Corvo do Lavradio” foi o nome que Samuel Wainer deu a Carlos Lacerda, o pai de todos os golpistas, cujo jornal, Tribuna da Imprensa, ficava na rua do Lavradio. Lacerda não herdou a Tribuna, porém.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Amigos, sempre é bom ouvir outro lado!!!

DESCULPEM-ME OS NAO-LULAS MAS COMO RECEBO MUITOS EMAILS IRONIZANDO E FALANDO HORRORES DELE

ACHO QUE TENHO O DIREITO DE ENVIAR UM UNICO EMAIL QUE FALE BEM DESSE

MARAVILHOSO E SURPREENDENTE "ANALFABETO".

Pedro Lima
(Economista e Professor da UFRJ)



Lula, que não entende de sociologia, levou 32 milhões de

miseráveis e pobres à condição de consumidores;

e que também não entende de economia; pagou as contas de FHC,

zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.

Lula, o analfabeto, que não entende de educação, criou mais

escolas e universidades que seus antecessores juntos [14

universidades públicas e extendeu mais de 40 campi], e ainda criou o

PRÓ-UNI, que leva o filho do pobre à universidade [meio milhão de

bolsa para pobres em escolas particulares].



Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas,

elevou o salário mínimo de 64 para mais de 291 dólares [valores de

janeiro de 2010], e não quebrou a previdência como queria FHC.

Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da

nação e nos fez ver que o Brasil está melhor que o resto do mundo.


Embora o

PIG-Partido da Imprensa Golpista, que entende de tudo, diga que não.

Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de
nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país
à liderança mundial de combustíveis renováveis [maior programa de
energia alternativa ao petróleo do planeta].
Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas
mundiais e colocou o Brasil na liderança dos países emergentes,
passou a ser respeitado e enterrou o G-8 [criou o G-20].
Lula, que não entende de política externa nem de
conciliação, pois foi sindicalista brucutu; mandou às favas a
ALCA, olhou para os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos
da América Latina, onde exerce

liderança absoluta sem ser imperialista.
Tem fácil trânsito

junto a Sarkozy, Chaves, Fidel, Obama (Presidente da nação mais poderosa do mundo que disse publicamente que LULA é o CARA!!) , Ahmadinejad, Evo etc (ou seja, dialoga com todos os paises, independente da força politica ou do regime de governo).

Bobo que é, cedeu a tudo e a todos.

Lula, que não entende de mulher e nem de negro, colocou o
primeiro negro no Supremo Tribunal Federal (desmoralizado por brancos) uma mulher no
cargo de primeira ministra, e que pode inclusive, fazê-la sua sucessora.
Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha (a convite dela) e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.
Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de
Keynes, criou o PAC; antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é
hora de o Estado investir; hoje o PAC é um amortecedor da crise.
Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a
indústria automobilística a bater recorde no trimestre

[como também na linha branca de eletrodomésticos].
Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem
fluência entre os líderes mundiais; é respeitado e citado entre as
pessoas mais poderosas e influentes no mundo atual [o melhor do mundo
para o Le Monde, Times, News Week, Financial Times e outros...].
Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um
brucutu, já tinha empatia e relação direta com George Bush -
notada até pela imprensa americana - e agora tem a mesma empatia com
Barack Obama.
Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um
agitador;.. é amigo do tal John Sweeny [presidente da AFL-CIO -
American Federation Labor-Central Industrial Congres - a central de
trabalhadores dos Estados Unidos, que lá sim, é única...]e entra
na Casa Branca com credencial de negociador e fala direto com o Tio
Sam lá, nos "States".

Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar
um mapa é autor da maior mudança geopolítica das Américas na
história.
Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois
nunca estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se
torna interlocutor universal.
Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um
locutor de bravatas; faz história e será lembrado por um grande
legado, dentro e fora do Brasil.
Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra,
pois é um pacifista ingênuo, já é cotado pelos palestinos para
dialogar com Israel.
Lula, que não entende nada de nada;..
é bem melhor que todos os outros...!

Pedro Lima *
Economista e professor de economia da UFRJ

SAUDAÇÕES BRASILEIRAS

Jefferson, guru de Serra, espinafra o vice

O estadista Roberto Jefferson, padrões morais indiscutíveis, tornou-se o Supremo Guru do jênio


Para Jefferson, vice do DEM enfraquece Serra


CAROLINA FREITAS - Agência Estado


O presidente nacional do PTB, ex-deputado Roberto Jefferson, afirmou hoje que a escolha de um vice do DEM para o presidenciável José Serra (PSDB) enfraquece e deixa "vulnerável" a candidatura do tucano. Para Jefferson, a presença de um democrata na chapa liga o nome de Serra às lembranças do eleitor sobre o Mensalão do DEM, protagonizado pelo ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.

"O DEM foi inoportuno na pressão que fez sobre Serra. Eles usaram Serra como escudo para lavar a honra. Ao invés de carregarem sua própria cruz, a colocaram nas costas de Serra", disse o presidente do PTB. Apesar da crítica, Jefferson disse não ter objeções ao nome do vice, o deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ). "É um rapaz de boa imagem."

Jefferson deu o estopim para uma crise na aliança PSDB-DEM na última semana. Na sexta-feira, o petebista publicou na internet que o senador Alvaro Dias (PSDB) seria o vice de Serra, antes mesmo de os tucanos avisarem os dirigentes do DEM sobre a decisão.

Na ocasião, Jefferson ameaçou brigar pela indicação de um nome do PTB para a vice caso o DEM reivindicasse o posto. Hoje, porém, recuou. "O PTB não vai criar embaraço. Estamos com Serra, inabalavelmente. Somos solução, não problema. O DEM é que é problema. E muito."

Elevador liga favela do Cantagalo

Saiu no Globo, pág. 22:

Inaugurado elevador do Cantagalo, em Ipanema.
Obra que liga favela à estação do metrô vai beneficiar mais de dez mil pessoas.

São duas torres de 64 e 24 metros de altura, com dois elevadores, por onde passarão quatro elevadores panorâmicos com capacidade para transportar cem pessoas por viagem.
O Cantagalo e Pavão-Pavãozinho se ligarão à estação do metrô na praça em frente.
Haverá uma UPP, Unidade Policial Pacificadora.
No Complexo do Alemão e no Morro Dona Marta, a UPP foi decisiva para recuperar a favela.
Também há um conjunto para realizar atividades esportivas e culturais.
O conjunto terá o nome de “Complexo Rubem Braga”, o notável cronista que morava embaixo do Pavão-Pavãozinho e tinha no apartamento de cobertura uma horta e um pomar.
No topo do morro haverá um Mirante da Paz, nome sugerido pelos moradores.
Ontem, foram entregues 64 unidades habitacionais, que fazem parte de um grupo de prédios de apartamentos.
Toda a recuperação do Cantagalo foi financiada pelo PAC.
Parte dos custos saem do Estado e da Prefeitura do Rio.
O prefeito Cesar Maia, pai e patrão do Serra – clique aqui para ler “que o PSDB perdeu a hegemonia: porque é de São Paulo” – era contra a obra.
Achava que construir um elevado no Cantagalo seria estimular o tráfico.

bye-bye Indio 2010.

Paulo Henrique Amorim







 

Tem que ser uma coisa discreta, diz Serra a vice sobre amantes

Ao contar conversa que teve por telefone com o seu vice, deputado Indio da Costa (DEM-RJ), o presidenciável José Serra (PSDB) acabou falando uma frase de efeito e causando um misto de riso e de desconforto na plateia que o acompanhava.


"Ontem, foi apresentado nosso Indio para a vice-presidência, um homem jovem, preparado, com experiência, que vai crescer muito e ter muito responsabilidade (...) Tem uma namorada e, me disse por telefone, 'não tenho amantes'. Eu até disse, também não precisa exagerar. O que tem que ser é uma coisa discreta."

Logo, complementou: "Não estou aqui pregando pular cerca no casamento, mas também não precisa exagerar", contou Serra em sabatina na CNA (Confederação Nacional da Agricultura e da Pecuária).
fonte: folha on line

Gilmar limpa a ficha de Heráclito

Gilmar limpa a ficha de Heráclito


A Justiça é cega


Saiu no site do STF:

Ficha Limpa: ministro suspende aplicação da lei para senador condenado em 2ª instância
Por determinação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), eventual registro de candidatura por parte do senador Heráclito Fortes (DEM/PI) para cargo eletivo não poderá ser negado com base nas restrições impostas pela chamada Lei da Ficha Limpa (LCP 135/2010).
O ministro concedeu efeito suspensivo a um Recurso Extraordinário (RE 281012) do senador para suspender de imediato decisão do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) que condenou o parlamentar, em ação popular, por conduta lesiva ao patrimônio público. Este recurso começou a ser julgado na 2ª Turma do STF em novembro do ano passado, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Cezar Peluso.
Com a decisão de hoje do ministro Gilmar Mendes, ficam suspensos os efeitos da condenação imposta ao senador para efeitos da Lei Complementar 135, até que a 2ª Turma do STF conclua o julgamento do recurso extraordinário interposto pelo senador. Assim, não podem ser impostas a ele as condições de inelegibilidade previstas na nova legislação.
A chamada lei da Ficha Limpa disciplinou o artigo 14 da Constituição Federal, instituindo a condenação judicial por órgão colegiado como nova causa de inelegibilidade. Recentemente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmou posição no sentido de que a LCP 135/2010 tem aplicação imediata, ou seja, vale para as eleições gerais deste ano.
Diante disso, a defesa do senador recorreu ao Supremo, pedindo a concessão do efeito suspensivo ao recurso em decorrência da urgência do caso, uma vez que o semestre judiciário termina antes do prazo final para o registro das candidaturas – 5 de julho.
Segundo o ministro Gilmar Mendes, não será possível a continuidade do julgamento do recurso pela 2ª Turma ainda neste semestre, uma vez que a última sessão ocorreu em 29 de junho e o período de férias forenses se inicia no dia 2 de julho de 2010.
Ao analisar o pedido Gilmar Mendes observou que “a urgência da pretensão cautelar parece evidente, ante a proximidade do término do prazo para o registro das candidaturas”, para deferir o pedido do senador e determinar que “o presente recurso seja imediatamente processado com efeito suspensivo, ficando sobrestados os efeitos do acórdão recorrido”, concluiu.
fonte:conversa afiada

Blog da Dilma denuncia: Datafalha

Que o Globope e o Datafalha usam e abusam da “margem de erro” é do conhecimento do mundo mineral, diria o Mino Carta.

Dois prá lá, dois pra cá e lá se vai uma eleição, não é isso ?
O Eduardo Guimarães conseguiu que a Polícia Federal investigasse os institutos de pesquisa, especialmente o Datafalha e o Globope.
Mas, sabe como é, amigo navegante.
A Polícia Federal é aquela do Dr. Corrêa, que até hoje não descobre o áudio do grampo.
O problema do Globope e do Dataflha é que a internet ajudou a fortalecer a posição da Vox Populi e da Sensus, que já dão a Dilma na frente.
Para o Serra empatar, agora, o Datafalha e o Globope vão ter que produzir uma explicação tão convincente quanto a que o Álvaro Dias vai dar aos eleitores.
Vejam a denuncia grave que faz o Blog da Dilma:
DENÚNCIA: Datafolha e Ibope planejam fraude
Recebi uma denúncia de fonte que não quer se identificar e que repercuto porque estará comprovada ou não em muito pouco tempo.
Serei curto e grosso: Datafolha, Ibope e o PSDB teriam acertado o uso das margens de erro dos dois institutos para fazer com que Dilma e Serra voltem à situação de empate técnico.
Segundo a denúncia, apesar da investigação da Polícia Federal sobre os institutos de pesquisa, a margem de erro poderá ser usada , pois não haveria como comprovar seu uso.
A comprovação da fraude se dará se tanto Ibope quanto Datafolha apresentarem o mesmo resultado, ou seja, empate técnico nos dois institutos, porém dentro da margem de erro.
O objetivo da fraude seria o de estancar a fuga de recursos financeiros da candidatura de Serra que se agravou depois da pesquisa Datafolha de junho, que mostrou o tucano empatado com Dilma.
De qualquer forma, o Movimento dos Sem Mídia já estava se preparando para oferecer mais evidências de fraude não só ao Ministério Público, mas, também, à Polícia Federal.
A possível nova fraude só reforçará nossa argumentação.

Matéria publicada por Leda Ribeiro no blog do Saraiva

Dilma recebe apoio de 117 prefeitos paulistas e de movimento pluripartidário

A cidade de Campinas serviu de palco nesta quinta-feira (1º) para que 117 prefeitos de São Paulo declarassem apoio à candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República. A participação de prefeitos da oposição confirmou o tom do encontro: o lançamento de um movimento pluripartidário em defesa da candidatura de Dilma.
O prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (PPS), resumiu o apoio dos oposicionistas: “Não sei qual será meu futuro político, mas sei do meu compromisso com o futuro do Brasil”. Para Dilma, a declaração de apoio foi um ato de coragem. “Quando a gente faz política com paixão na alma, a gente acha o caminho da transformação e da esperança”, afirmou a candidata.
Dilma alertou a plateia para os dois modelos que estarão em debate nas eleições presidenciais. Segundo ela, o “dogma” de que não era possível aliar crescimento econômico e distribuição de renda foi o primeiro a ser quebrado. Contudo, mais que distribuir renda, o governo Lula garantiu a mobilidade social.
“Um país do nosso porte que não dá a sua população a perspectiva de melhorar de vida não é estável. Esta é a base e o pilar do governo Lula", afirmou. "Não é só distribuir renda. É garantir que as pessoas possam subir na vida. Esta visão de Brasil está em questão nesta eleição.”
A candidata defendeu a política econômica, com metas de inflação a serem perseguidas, rejeitou “aventureirismos” e criticou o que chamou de “apagão de investimentos”. “Nós fizemos um grande esforço para resolver a questão dos gargalos na infraestrutura do Brasil."
Creche
Em sua visita a Campinas, a candidata do PT conheceu uma creche do projeto Nave Mãe, que privilegia o envolvimento da comunidade com a vida escolar das crianças. As nove creches Nave Mãe já em funcionamento em Campinas aplicam um projeto pedagógico que prioriza o uso dos cinco sentidos e dispõem de arquitetura inovadora com todos os equipamentos adaptados para as necessidades das crianças.
Cada Nave Mãe atende, em média, 500 crianças com idade entre 4 meses e 5 anos e 11 meses. Além de atividades para as crianças, as creches também oferecem cursos profissionalizantes para a comunidade.
Dilma também fez uma visita a unidade de psiquiatria do Complexo Hospitalar Ouro Verde, especializada no tratamento de dependentes químicos. Segundo a Prefeitura de Campinas, o governo federal investiu R$ 40 milhões na ampliação do hospital.
http://www.dilmanaweb.com.br/

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Menosprezo pela nação

Os candidatos à Presidência da República e seus partidos têm o dever de respeitar as instituições e, com elas, a nação. Cabe-lhes meditar a República, refletir em sua história, respeitar o seu povo. Não se apresentam ao país para uma experiência mas, sim, para reivindicar a mais alta missão a que pode aspirar um homem público. Ao apresentar-se, tendo em vista que a vida de cada um de nós é mera concessão do acaso, é do mandamento constitucional que seu nome seja acompanhado de um eventual substituto, o candidato à Vice-Presidência. O candidato à Vice-Presidência terá que ser uma pessoa preparada para, em caso de vacância, ocupar o cargo com a mesma respeitabilidade e competência do titular.

Memento mori, é a advertência dos velhos sábios. Todos nós iremos morrer, e a morte chegará quando não saberemos. Em um segundo, estamos vivos; no segundo seguinte já nada somos.
A Constituição de 1946 estabeleceu, sabiamente, que os vice-presidentes da República seriam eleitos isoladamente. Partia-se da razão lógica de que sua escolha era tão grave quanto a do presidente. Em qualquer momento, no caso de vacância do titular, o vice assumiria ungido da mesma legitimidade popular do presidente. Foi assim que, nas eleições de 1960, o povo escolheu entre Milton Campos, o candidato oficial da UDN, que tinha como postulante ao Planalto o instável Jânio Quadros, e João Goulart, o candidato da coligação PSD–PTB. Os eleitores elegeram Jânio e João Goulart, preferindo o jovem herdeiro de Vargas ao político mineiro. “A que o senhor atribui a derrota?” – um repórter de Belo Horizonte perguntou a Milton. E ele, em seu ceticismo montanhês, respondeu com a voz resignada: “Ao fato de que tive menos votos do que o outro”.
Entre as alterações absurdas do período militar houve a da eleição do presidente e seu vice em uma só votação, sob o pretexto de que assim ocorre nos Estados Unidos. Mesmo ali, esse costume não é o melhor. Uma das razões (e não a principal) da recente derrota republicana foi a escolha da desconhecida governadora do Alasca, Sarah Palin, para companheira de chapa de McCain. O candidato a vice-presidente só ocupará a Presidência, efemeramente, no caso de viagem do titular ao exterior. Mas passará a ser plenamente o chefe de Estado, no caso de impeachment ou no caso indesejável, mas sempre possível, da morte do titular. Ao eleger, com o titular, o vice-presidente, os eleitores estão escolhendo um presidente. Os candidatos à Presidência da República ofendem a nação ao se pressuporem invulneráveis à morte durante o mandato a que aspiram.
A situação escolheu o paulista Michel Temer seu candidato a vice. Se Temer fosse candidato à Presidência, dificilmente chegaria aos votos que obterá Marina Silva. A própria Marina Silva encontrou seu companheiro de chapa, em financiador de sua campanha, um industrial, também paulista, pessoa só conhecida entre seus amigos empresários. Agora, o PSDB, depois de não conseguir administrar o desentendimento com os conservadores, a eles se submete e aceita o nome do carioca Índio da Costa, deputado federal de 40 anos, indicado pelo ex-prefeito Cesar Maia.
Mais uma vez – e estamos pensando, sim, no nó górdio de 1930 – os políticos de São Paulo, a fim de conservarem a hegemonia sobre o país, perdem o bom-senso e, ao perdê-lo, desprezam a nação. É preciso que a cidadania exija, nas ruas, se for necessário, reforma constitucional que devolva ao povo o direito de escolher diretamente os vice-presidentes, e, entre outras medidas, acabe com a esdrúxula figura dos suplentes de senadores.

Por Mauro Santayana

Jornal do Brasil

PT celebra em Minas amplo arco de alianças em torno da candidatura de Dilma


Quase três meses após deixar a Casa Civil da Presidência da República, a candidata do PT, Dilma Rousseff, voltou ontem (30) a Minas Gerais, onde começou a caminhada da pré-campanha pelo Brasil em 6 de abril, para prestigiar o lançamento da candidatura do ex-ministro das Comunicações, Hélio Costa, do PMDB, e do ex-ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, do PT, ao governo do Estado.
A candidata do PT à Presidência e a direção nacional do partido conseguiram reunir um amplo arco de alianças no âmbito nacional e a união de PT e PMDB em Minas Gerais. Além dos dois partidos, o PDT, PCdoB, PSB, PR, PTC, PSC e PRB integrarão a campanha nacionalmente.
Para um público de 5 mil pessoas, Dilma disse que vai dar continuidade aos feitos do governo Lula e lembrou do início de sua caminhada. “Há três meses quando saí da Casa Civil comecei minha caminhada por Minas Gerais e fui para Ouro Preto. Lá começamos nossa caminhada, porque Ouro Preto tem um significado para o Brasil e Minas. Antes do Brasil ter soberania, foi lá onde nasceu o desejo de liberdade, de melhoria de vida, de altivez de todos os brasileiros.”
Ela lembrou as palavras de antropólogo e senador Darcy Ribeiro (1922-1997) para mostrar a importância da cultura mineira para o Brasil. “Minas foi o nó que atou o Brasil e fez dele uma coisa só”, falou citando Ribeiro.
Dilma salientou o sucesso da caminha da pré-campanha. “Começo dizendo que nós conseguimos o que muitos julgavam impossível: uma forte aliança nacional e como não podia deixar de ser uma forte aliança aqui no estado de Minas Gerais.”
Ela afirmou que Costa, Patrus e Pimentel também têm o compromisso de continuar a melhorar a vida dos brasileiros e aprofundar o projeto de Lula. “Nós temos uma obrigação e um compromisso com vocês de continuar isso e levar em frente", disse. "É para defender esse país e as conquistas que fizemos que viemos aqui pedir que vocês nos ajudem a fazer com que o Brasil e Minas avancem e não voltem para trás. Para uma época que os brasileiros e as brasileiras não andavam de cabeça erguida como andam hoje.”
Segundo ela, “é por isso que comecei essa caminhada por Ouro Preto, porque no coração do Brasil começou a luta dos inconfidentes, a luta contra tirania e a desigualdade de tratamento”.
Ela concluiu demonstrando todo seu amor por Minas: “Sempre digo que saí de Minas e que Minas jamais saiu do meu coração e da minha alma. E para encerrar vou tomar emprestados de uma mulher poeta e grande mineira, Adélia Prado: ‘O que a memória ama fica eterno´. Minas para mim é eterno”.

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, também considerou a fase da pré-campanha de Dilma vitoriosa. “Se formos comparar as manchetes do dia 6 de abril, quando a Dilma fez sua primeira atividade aqui em Minas, todo o noticiário era no sentido de que nós não íamos construir uma aliança com a amplitude que conseguimos, que iríamos perder aliados, que a Dilma não ia ser boa candidata", disse. "O fato é que chegamos hoje com uma base bastante unida. Temos hoje um cenário mais favorável do que imaginávamos há três meses atrás.”

Com informações do www.dilmanaweb.com.br