Aproximadamente 45 dias após a divulgação, os pesquisadores, responsáveis pelo estudo que encontrou traços de agrotóxicos no leite materno de 62 mulheres em Lucas do Rio Verde, se reuniram na tarde da última quarta-feira (27), em Cuiabá, com o objetivo de minimizar os impactos produzidos pelo estudo. De acordo com o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Josino Costa Moreira, não significa que as substâncias encontradas no leite materno não sejam nocivas a saúde humana, "significa que elas não são boas, ou melhor, não são normais no organismo". O pesquisador explica que existem evidências de que tais substâncias utilizadas na produção de agrotóxicos causem doenças em animais de laboratório e, naturalmente em humanos. Entretanto, a relação não é tão simples, "tem a substância, ela vai produzir isso", depende de uma série de fatores, principalmente a quantidade e a dose dos elementos encontrados no organismo.
Em relação a preocupação das mães sobre a continuidade da amamentação, o pesquisador e orientador do estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Wanderlei Pignati ressalta que de forma alguma os resultados da pesquisa devem ser utilizados para que as mães deixem de amamentar os filhos. "A amamentação traz muito mais benefícios, inclusive com a presença de alguns componentes imunológicos que ajudam a proteger as crianças das substâncias presentes nos agrotóxicos".
Ainda segundo Moreira, os alimentos não são a única forma de contaminação, uma vez que, os agrotóxicos podem estar presentes no ar e também na água consumida pela população. Para ele, os resultados servem de alerta para que o poder público e a justiça tomem providências para quebrar o ciclo de contaminação.
De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Lucas do Rio Verde, Edu Pascoski, a realização da pesquisa é o primeiro passo em busca de soluções para o problema que afeta parte da produção agrícola brasileira. Porém, Pascoski ressalta que a questão deve ser discutida de maneira responsável e com a participação dos órgãos competentes, uma vez que o centro do problema não esta em Lucas o Rio Verde.
Segundo o secretário, não adianta a poder público municipal cobrar dos produtores locais, se a maioria dos alimentos consumidos no município vem de outras regiões do País. Pascoski destaca ainda que da maneira como foi mostrado na mídia nacional parece que o problema acontece unicamente em Lucas do Rio Verde. "E não é. O estudo deixa claro que é preciso fazer um levantamento sério sobre a produção de alimentos no Brasil e estabelecer ações efetivas de controle da produção".
Fonte: Sonoticias
Este espaço foi criado para os filiados e simpatizantes do Partido dos Trabalhadores de Lucas do Rio Verde,para que juntos possamos construir um municipio melhor. O Blog é um espaço de comunicação, uma forma de divulgar nosso trabalho.Dê a sua opinião, participe.
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Reforma Política: Financiamento público e voto em lista são consenso no PT
A direção nacional do PT realizou na noite de ontem (26) um debate sobre a reforma política, no auditório do PT nacional, em Brasília.
Dois ministros de estado, um secretário-executivo de ministério, senadores, deputados federais, dirigentes nacionais e regionais, e militantes participaram das discussões sobre como o PT deve defender suas bandeiras.
Os líderes do PT na Câmara e no Senado explicaram quais são os limites na negociação com os outros partidos. No debate houve consenso de que o voto em lista é o melhor instrumento para fortalecer os partidos e acabar com o vício do personalismo na política. Mas todos concordaram também que esta proposta só passa no Congresso se o PT mobilizar a sociedade, a começar dentro do PT.
Além disso, o voto em lista partidária exige a aprovação de outro ponto fundamental: o financiamento público das campanhas eleitorais.
Fonte: PT nacional
Dois ministros de estado, um secretário-executivo de ministério, senadores, deputados federais, dirigentes nacionais e regionais, e militantes participaram das discussões sobre como o PT deve defender suas bandeiras.
Os líderes do PT na Câmara e no Senado explicaram quais são os limites na negociação com os outros partidos. No debate houve consenso de que o voto em lista é o melhor instrumento para fortalecer os partidos e acabar com o vício do personalismo na política. Mas todos concordaram também que esta proposta só passa no Congresso se o PT mobilizar a sociedade, a começar dentro do PT.
Além disso, o voto em lista partidária exige a aprovação de outro ponto fundamental: o financiamento público das campanhas eleitorais.
Fonte: PT nacional
terça-feira, 26 de abril de 2011
Lula, Dilma e o futuro do Brasil
Texto postado no Blog do Emir nesta segunda-feira (25)
Os brasileiros foram decidindo, ao longo dos últimos anos, o tipo de país que queremos. Lula tornou-se o presidente de todos os brasileiros, ancorado em um modelo econômico e social de democratização do país. Reformulou o modelo econômico e o acoplou indissoluvelmente a políticas sociais de distribuição de renda, de criação de emprego e de resgate da massa mais pobre do país. Dilma pretende consolidar essa hegemonia também no plano político.
Mas a questão essencial, aberta, sobre o futuro do Brasil, não se dará nesses planos: o modelo econômico, submetido a difíceis e inevitáveis readequações, será esse, com aprofundamento e extensão das politicas sociais. A possibilidade do governo consolidar sua maioria e de se intensificar e estender a sangria da oposição, é muito grande.
A questão fundamental que decidirá o futuro do Brasil se dá no plano dos valores. Nosso país foi profundamente transformado em décadas recentes. Esgotado o impulso democrático pela frustração de termos um governo que democratizasse o país não apenas no plano político e institucional, mas também nas profundas estruturas injustas e monopólicas geradas e/ou consolidadas na ditadura, sofremos a ofensiva neoliberal dos governos Collor, Itamar e FHC, que não apenas transformaram o Estado e a sociedade brasileiros, mas também os valores predominantes no país.
O resgate no plano da economia e das relações sociais que o governo Lula logrou - e a que o governo Dilma dá continuidade – não afetou os valores predominantes instalados na década anterior. O justo atendimento das necessidades de acesso aos bens e serviços básicos de consumo da massa mais pobre da população foi acompanhada, pela retomada da expansão econômica, pela continuidade e a extensão dos estilos de consumo e dos valores correspondentes gerados no período anterior.
Que valores são esses? Eles se fundamentam na concepção neoliberal da centralidade do mercado em detrimento dos direitos, do consumidor em detrimento do cidadão, da competição em detrimento do justo atendimento das necessidades de todos. É o chamado “modo de vida norteamericano”, que se difundiu com a globalização e com a hegemonia mundial que os EUA conquistaram no final da guerra fria, com o fim do mundo bipolar e sua ascensão a única potencia global.
Trata-se de uma visão do mundo não centrada nos direitos, na justiça, na igualdade, mas na competição entre todos no mercado, esse espaço profundamente desigual e injusto, que não reconhece direitos, que multiplica incessantemente a concentração de riqueza e a marginalização da grande maioria.
A extensão do acesso ao consumo para todos e o monopólio dos meios de comunicação – concentrados em empresas financiadas pelos grandes monopólios privados – favoreceram que as transformações econômicas e sociais não tivessem desdobramentos no plano da ideologia, dos valores, no plano cultural e educativo. No momento em que a ascensão social das camadas pobres da população ganha uma dimensão extraordinária, o tema dos valores que essas novas camadas que conseguem, pela primeira vez, ter acesso a bens fundamentais, fica em aberto que valores serão assumidos por esses setores, majoritários na sociedade brasileira.
Não por acaso setores opositores, em meio a uma profunda crise de identidade, tentam apontar para essas camadas sociais ascendentes como seu objetivo, para buscar novas bases sociais de apoio. E o próprio governo tem consciência que na disputa sobre os valores desses setores ascendentes se joga o futuro da sociedade brasileira.
Há várias questões pendentes, preocupantes, com que o governo Dilma se enfrenta. As readequações da política econômica não conseguiram ainda dar conta da extensão dos problemas a enfrentar: taxas de juros altas e em processo de elevação, desindustrialização, riscos inflacionários, insatisfação com o aumento do salario mínimo – para citar apenas alguns.
Da mesma forma que as condições em que se dão obras do PAC revela como a acelerada busca dos objetivos do plano não levou devidamente em consideração as condições a que as empreiteiras submetem as dezenas de milhares de trabalhadores das obras mais importantes do governo federal. Jirau, Santo Antonio, Belo Monte – são temas que estão longe de ter sido devidamente equacionados.
As mudanças, mesmo se de nuance, na politica externa, suscitam perguntas sobre se a equilibrada formulação de perseguir o respeito aos direitos humanos sem distinção do país, se reflete na realidade, quando inseridas em um mundo extremamente assimétrico, em que, por exemplo, o Irã é denunciado, enquanto os EUA – por Guantánamo – e Israel – pela Palestina – não são tratados da mesma forma. Em que a Líbia é bombardeada, enquanto se trata de maneira diferenciada a países em que se dá o mesmo tipo de movimento opositor, como o Iémen e o Bahrein, para citar apenas alguns casos. Se iniciativas que impeçam que se trate, objetivamente, de dois pesos, duas medidas, não forem tomadas, o equilíbrio que se busca não se refletirá no conflitivo e desequilibrado marco de relações internacionais.
Mas a questão estrategicamente central - mencionada anteriormente - é a questão das ideias, dos valores, da cultura, das formas de sociabilidade. Nisso, as dificuldades na politica cultural (retrocessos, isolamento politico, ausência de propostas, falta de consciência da dimensão da politica cultural no Brasil contemporâneo), na educativa - com a indispensável e estreita articulação entre politicas educativas e culturais - e o seu desdobramento fundamental nas politicas de comunicação, são os elementos chave. Com a integração das políticas sociais – do Bolsa Família às praças do PAC -, das politicas de direitos – dos direitos humanos aos das mulheres e de todos os setores ainda postergados no plano da cidadania plena – deveria ir se constituindo uma estratégica ampla e global para promover e favorecer formas solidárias e humanistas de sociabilidade. Para que estejamos a favor do governo não apenas porque nossa situação individual está melhor, mas porque o principal problema que o Brasil arrasta ao longo do tempo – a desigualdade, a injustiça social, a marginalização das camadas mais pobres – tem tido respostas positivas e sua superação é o principal objetivo do governo.
Foi criada no Brasil uma nova maioria social e politica, que elegeu, reelegeu Lula e elegeu Dilma. Trata-se agora de consolidar essa nova maioria no plano das ideias, dos valores, da ideologia, da cultura. Esse o maior e decisivo desafio, que vai definir a fisionomia do Brasil da primeira metade do século XXI.
Emir Sader é sociólogo e professor.
Os brasileiros foram decidindo, ao longo dos últimos anos, o tipo de país que queremos. Lula tornou-se o presidente de todos os brasileiros, ancorado em um modelo econômico e social de democratização do país. Reformulou o modelo econômico e o acoplou indissoluvelmente a políticas sociais de distribuição de renda, de criação de emprego e de resgate da massa mais pobre do país. Dilma pretende consolidar essa hegemonia também no plano político.
Mas a questão essencial, aberta, sobre o futuro do Brasil, não se dará nesses planos: o modelo econômico, submetido a difíceis e inevitáveis readequações, será esse, com aprofundamento e extensão das politicas sociais. A possibilidade do governo consolidar sua maioria e de se intensificar e estender a sangria da oposição, é muito grande.
A questão fundamental que decidirá o futuro do Brasil se dá no plano dos valores. Nosso país foi profundamente transformado em décadas recentes. Esgotado o impulso democrático pela frustração de termos um governo que democratizasse o país não apenas no plano político e institucional, mas também nas profundas estruturas injustas e monopólicas geradas e/ou consolidadas na ditadura, sofremos a ofensiva neoliberal dos governos Collor, Itamar e FHC, que não apenas transformaram o Estado e a sociedade brasileiros, mas também os valores predominantes no país.
O resgate no plano da economia e das relações sociais que o governo Lula logrou - e a que o governo Dilma dá continuidade – não afetou os valores predominantes instalados na década anterior. O justo atendimento das necessidades de acesso aos bens e serviços básicos de consumo da massa mais pobre da população foi acompanhada, pela retomada da expansão econômica, pela continuidade e a extensão dos estilos de consumo e dos valores correspondentes gerados no período anterior.
Que valores são esses? Eles se fundamentam na concepção neoliberal da centralidade do mercado em detrimento dos direitos, do consumidor em detrimento do cidadão, da competição em detrimento do justo atendimento das necessidades de todos. É o chamado “modo de vida norteamericano”, que se difundiu com a globalização e com a hegemonia mundial que os EUA conquistaram no final da guerra fria, com o fim do mundo bipolar e sua ascensão a única potencia global.
Trata-se de uma visão do mundo não centrada nos direitos, na justiça, na igualdade, mas na competição entre todos no mercado, esse espaço profundamente desigual e injusto, que não reconhece direitos, que multiplica incessantemente a concentração de riqueza e a marginalização da grande maioria.
A extensão do acesso ao consumo para todos e o monopólio dos meios de comunicação – concentrados em empresas financiadas pelos grandes monopólios privados – favoreceram que as transformações econômicas e sociais não tivessem desdobramentos no plano da ideologia, dos valores, no plano cultural e educativo. No momento em que a ascensão social das camadas pobres da população ganha uma dimensão extraordinária, o tema dos valores que essas novas camadas que conseguem, pela primeira vez, ter acesso a bens fundamentais, fica em aberto que valores serão assumidos por esses setores, majoritários na sociedade brasileira.
Não por acaso setores opositores, em meio a uma profunda crise de identidade, tentam apontar para essas camadas sociais ascendentes como seu objetivo, para buscar novas bases sociais de apoio. E o próprio governo tem consciência que na disputa sobre os valores desses setores ascendentes se joga o futuro da sociedade brasileira.
Há várias questões pendentes, preocupantes, com que o governo Dilma se enfrenta. As readequações da política econômica não conseguiram ainda dar conta da extensão dos problemas a enfrentar: taxas de juros altas e em processo de elevação, desindustrialização, riscos inflacionários, insatisfação com o aumento do salario mínimo – para citar apenas alguns.
Da mesma forma que as condições em que se dão obras do PAC revela como a acelerada busca dos objetivos do plano não levou devidamente em consideração as condições a que as empreiteiras submetem as dezenas de milhares de trabalhadores das obras mais importantes do governo federal. Jirau, Santo Antonio, Belo Monte – são temas que estão longe de ter sido devidamente equacionados.
As mudanças, mesmo se de nuance, na politica externa, suscitam perguntas sobre se a equilibrada formulação de perseguir o respeito aos direitos humanos sem distinção do país, se reflete na realidade, quando inseridas em um mundo extremamente assimétrico, em que, por exemplo, o Irã é denunciado, enquanto os EUA – por Guantánamo – e Israel – pela Palestina – não são tratados da mesma forma. Em que a Líbia é bombardeada, enquanto se trata de maneira diferenciada a países em que se dá o mesmo tipo de movimento opositor, como o Iémen e o Bahrein, para citar apenas alguns casos. Se iniciativas que impeçam que se trate, objetivamente, de dois pesos, duas medidas, não forem tomadas, o equilíbrio que se busca não se refletirá no conflitivo e desequilibrado marco de relações internacionais.
Mas a questão estrategicamente central - mencionada anteriormente - é a questão das ideias, dos valores, da cultura, das formas de sociabilidade. Nisso, as dificuldades na politica cultural (retrocessos, isolamento politico, ausência de propostas, falta de consciência da dimensão da politica cultural no Brasil contemporâneo), na educativa - com a indispensável e estreita articulação entre politicas educativas e culturais - e o seu desdobramento fundamental nas politicas de comunicação, são os elementos chave. Com a integração das políticas sociais – do Bolsa Família às praças do PAC -, das politicas de direitos – dos direitos humanos aos das mulheres e de todos os setores ainda postergados no plano da cidadania plena – deveria ir se constituindo uma estratégica ampla e global para promover e favorecer formas solidárias e humanistas de sociabilidade. Para que estejamos a favor do governo não apenas porque nossa situação individual está melhor, mas porque o principal problema que o Brasil arrasta ao longo do tempo – a desigualdade, a injustiça social, a marginalização das camadas mais pobres – tem tido respostas positivas e sua superação é o principal objetivo do governo.
Foi criada no Brasil uma nova maioria social e politica, que elegeu, reelegeu Lula e elegeu Dilma. Trata-se agora de consolidar essa nova maioria no plano das ideias, dos valores, da ideologia, da cultura. Esse o maior e decisivo desafio, que vai definir a fisionomia do Brasil da primeira metade do século XXI.
Emir Sader é sociólogo e professor.
PSDB/SP é um saco de gatos. Cerra devia ser Ministro da Dilma
Saiu na Folha (*), pág. A9:
“Serrista deixa PSDB e ataca Alckmin”
“Fundador do partido e secretário de São Paulo, Walter Feldman culpa governador por crise entre tucanos”.
Feldman “acusa ala adversária (alckimista – PHA) de sabotar sua campanha à Câmara em 2010 (ele não se elegeu deputado federal em 2010 – PHA)”.
Feldman defende tese esdrúxula.
O Padim Pade Cerra lançou Kassab, do PFL, candidato a prefeito de São Paulo, contra Alckmin, do PSDB.
E Feldman diz que quem traiu foi o Alckmin.
Interessante.
Na véspera, a mesma Folha tinha noticiado que Alckmin acabou com um programa do Cerra: ensinar idiomas a alunos de escolas públicas FORA da rede pública.
Interessante, o jenio Cerra.
Mandou 80 mil alunos para escolas particulares.
Em boa hora, Alckmin acabou com a experiência privatizante.
Alckmin paga Cerra na mesma moeda.
Quando assumiu o Governo, Cerra desmontou vários programas de Alckmin.
O que rendeu bom argumento à Presidenta.
Dizia ela: como ter certeza de que o meu adversário vai seguir com o Bolsa Família e o ProUni, se ele detonou os programas do Alckmin, que é do próprio partido dele, e de São Paulo ?
Cabe aqui recomendar ao amigo navegante a leitura da entrevista de Fernando Lyra ao Jornal do Commercio de Pernambuco – “Fora Lula, quem é que o PT tem ?”, onde ele mostra que o PSDB é uma ficção, ou, como diz o Oráculo de Delfos, um elemento químico.
(Porém, não esquecer que, mesmo sem um Partido, Cerra tem o Papa, o aborto – no Chile pode – e a Chevron – ou seja, a extrema direita.)
O amigo navegante Rodrigo sugeriu que a presidenta Dilma desse um Ministério ao Cerra.
Porque ninguém a ajudou tanto quanto o Cerra.
O Rodrigo tem lá as suas razões.
Por que não dar ao Cerra a Secretaria de Assuntos Estratégicos do Wellington Moreira Franco ?
Adversário por adversário …
Paulo Henrique Amorim.
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O PT é citado como o partido mais admirado pela nova classe média, diz Datafolha
O PT é citado como o partido mais admirado pela nova classe média, faixa que reúne as famílias com renda mensal entre três e dez salários mínimos. A sigla aparece à frente das outras em todas as faixas de renda, com 26% da preferência, contra 6% do PMDB e 5% do PSDB.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Lucas: Albieri é convidado a se filiar ao PT
É o caso do Partido dos Trabalhadores, o PT, que oficializou na noite desta segunda-feira, 18, durante sessão ordinária na Câmara de Vereadores, o convite para que o vereador Márcio Albieri, hoje militante do Partido Popular Socialista (PPS), trocasse de sigla.
O anuncio do convite foi feito pelo vereador, Fernando Pael (PT) na tribuna. E segundo ele, a ida de Albieri não é apenas um simples acordo político, mas sim, visando à disputa eleitoral ao cargo de futuro prefeito de Lucas do Rio Verde.
“Durante reunião com toda diretoria do Partido dos Trabalhadores, os membros me pediram que eu fizesse o convite ao companheiro Márcio Albieri. Vamos colocar o nome do vereador à disposição para uma possível candidatura a cargo de prefeito de Lucas”, comentou Pael, justificando que o nome de Albieri foi colocado em discussão junto ao partido sem nenhum questionamento contrário.
“Haja vista que o nobre vereador foi o mais votado nas ultimas eleições com 11% dos votos válidos. Teve sua prestação de contas aprovada, enquanto presidente dessa casa, por unanimidade pelo Tribunal de Contas sem nenhuma restrição e apontamento”. Finalizou.
Por sua vez, o vereador Albieri se diz feliz com o convite, mas afirmou que é cedo para esse tipo de discussão.
“Eu me sinto honrado com o convite. É cedo para esse tipo de discussão. O fato é que vamos continuar a trabalhar para honrar os 11% dos votos que tivemos”. O vereador disse ainda. “A cidade de Lucas do Rio Verde mudou. Já se foi o tempo em que meia dúzia decidia quem seria o prefeito da cidade. O próximo prefeito tem que sair justamente, dessa discussão da população e não por vontade de poucos”.
Questionado se estaria pronto para tal desafio, Abieri foi categórico.
“Eu me sinto preparado, até por que no dia-a-dia a gente enfrenta situações e que facilmente seriam resolvidas se tivesse o poder da caneta. Muitas vezes o vereador é limitado, enquanto membro do poder público. A vantagem de ser executivo é justamente essa, tento o poder da caneta na mão, faz as coisas acontecerem”, comentou.
Ainda segundo Fernando Pael, o PT segue em crescimento e fortalecimento de sua estrutura por meio da afiliação de novas lideranças. Pael anunciou também a filiação da ex-vereadora Cleci Fátima Nunes ao PT.
Fonte: ExpressoMT/João Ricardo
O anuncio do convite foi feito pelo vereador, Fernando Pael (PT) na tribuna. E segundo ele, a ida de Albieri não é apenas um simples acordo político, mas sim, visando à disputa eleitoral ao cargo de futuro prefeito de Lucas do Rio Verde.
“Durante reunião com toda diretoria do Partido dos Trabalhadores, os membros me pediram que eu fizesse o convite ao companheiro Márcio Albieri. Vamos colocar o nome do vereador à disposição para uma possível candidatura a cargo de prefeito de Lucas”, comentou Pael, justificando que o nome de Albieri foi colocado em discussão junto ao partido sem nenhum questionamento contrário.
“Haja vista que o nobre vereador foi o mais votado nas ultimas eleições com 11% dos votos válidos. Teve sua prestação de contas aprovada, enquanto presidente dessa casa, por unanimidade pelo Tribunal de Contas sem nenhuma restrição e apontamento”. Finalizou.
Por sua vez, o vereador Albieri se diz feliz com o convite, mas afirmou que é cedo para esse tipo de discussão.
“Eu me sinto honrado com o convite. É cedo para esse tipo de discussão. O fato é que vamos continuar a trabalhar para honrar os 11% dos votos que tivemos”. O vereador disse ainda. “A cidade de Lucas do Rio Verde mudou. Já se foi o tempo em que meia dúzia decidia quem seria o prefeito da cidade. O próximo prefeito tem que sair justamente, dessa discussão da população e não por vontade de poucos”.
Questionado se estaria pronto para tal desafio, Abieri foi categórico.
“Eu me sinto preparado, até por que no dia-a-dia a gente enfrenta situações e que facilmente seriam resolvidas se tivesse o poder da caneta. Muitas vezes o vereador é limitado, enquanto membro do poder público. A vantagem de ser executivo é justamente essa, tento o poder da caneta na mão, faz as coisas acontecerem”, comentou.
Ainda segundo Fernando Pael, o PT segue em crescimento e fortalecimento de sua estrutura por meio da afiliação de novas lideranças. Pael anunciou também a filiação da ex-vereadora Cleci Fátima Nunes ao PT.
Fonte: ExpressoMT/João Ricardo
domingo, 17 de abril de 2011
Reforma Política: Senador que impor limite de gastos nas campanhas
A comissão da Reforma Política do Senado vai levar para o plenário o debate sobre o financiamento público das campanhas eleitorais.
Para o senador Jorge Viana (PT/AC) o financiamento público é um tema polêmico e pode ter dificuldade em ser aprovado.
Viana apresentou uma proposta para limitar os gastos das campanhas e acredita que essa medida vai trazer mais igualdade ao pleito eleitoral.
“Eu particularmente acho que isso vai gerar um debate enorme ainda, o financiamento público, por princípio sou favorável porque hoje já é misto o sistema. Mas a minha sugestão é que seja estabelecido um teto de gastos por partido, que dá pra fazer regionalizado, dá pra fazer com que a gente tenha uma melhor possibilidade de fiscalizar. As candidaturas, elas têm que ter um limite pra gente ter menos dinheiro circulando na eleição e ter mais igualdade na disputa. Aqueles que não têm dinheiro e tem boas ideias poderem enfrentar aqueles que ganham na base do dinheiro”.
O projeto vai ser analisado pela comissão de Constituição e Justiça e depois de aprovado segue direto para a Câmara dos Deputados. (Bruno Costa – Portal do PT)
Para o senador Jorge Viana (PT/AC) o financiamento público é um tema polêmico e pode ter dificuldade em ser aprovado.
Viana apresentou uma proposta para limitar os gastos das campanhas e acredita que essa medida vai trazer mais igualdade ao pleito eleitoral.
“Eu particularmente acho que isso vai gerar um debate enorme ainda, o financiamento público, por princípio sou favorável porque hoje já é misto o sistema. Mas a minha sugestão é que seja estabelecido um teto de gastos por partido, que dá pra fazer regionalizado, dá pra fazer com que a gente tenha uma melhor possibilidade de fiscalizar. As candidaturas, elas têm que ter um limite pra gente ter menos dinheiro circulando na eleição e ter mais igualdade na disputa. Aqueles que não têm dinheiro e tem boas ideias poderem enfrentar aqueles que ganham na base do dinheiro”.
O projeto vai ser analisado pela comissão de Constituição e Justiça e depois de aprovado segue direto para a Câmara dos Deputados. (Bruno Costa – Portal do PT)
PT recusará aliança com PSD de Kassab na eleição municipal
O PT está longe de caminhar junto com o PSD, do prefeito Gilberto Kassab, nas eleições municipais paulistanas do ano que vem. O partido da presidente Dilma Rousseff faz oposição à administração kassabista e manterá esta postura na sucessão.
A diretriz deve ser aprovada neste fim de semana em debate das direções zonais da legenda, que representam regiões do município.
"Nossa estratégia é simples: construir uma candidatura do PT e definir este nome ainda este ano. Somos oposição ao governo Kassab e não tem sentido buscar apoio do partido dele nas próximas eleições", disse o presidente do diretório municipal, Antonio Donato.
Kassab, que deixará o oposicionista ao governo federal DEM para ingressar no PSD, vem afirmando que a nova sigla pretende ajudar o governo Dilma. Para Donato, isso não tem correspondência em São Paulo.
"Não muda nada se eles são base. Uma coisa é Brasília, outra é o processo eleitoral", avaliou o dirigente, apontando pesquisa Datafolha em que 43% dos paulistanos acreditam que o prefeito vem fazendo uma administração ruim ou péssima.
No documento que será discutido nas reuniões deste fim de semana, os petistas classificam o projeto de Kassab de "antagônico" e afirmam que a nova legenda é uma tentativa de construir uma alternativa ao PT, apontando como exemplo o acordo da prefeitura com o PC do B, tradicional aliado dos petistas.
Já a escolha do nome do candidato petista deve receber a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele vem dizendo a interlocutores que quer uma renovação no nome que disputará a prefeitura de São Paulo, mas até agora não interferiu diretamente no processo.
Segundo Donato, se o foco for a renovação, o partido analisa os nomes dos ministros Fernando Haddad (Educação), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Alexandre Padilha (Saúde). Os deputados Jilmar Tatto, Paulo Teixeira e Carlos Zarattini também estão neste bloco. Enquanto os deputados teriam mais vivência com a cidade, os ministros estariam longe do dia-a-dia do município.
Se a opção for por nomes mais consolidados eleitoralmente, a senadora Marta Suplicy e o ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) seriam as opções. A ex-prefeita Marta (2001-2004) saiu derrotada da eleição de 2008 contra Kassab, mesmo desempenho que teve contra José Serra (PSDB) em 2004.
Tantos nomes sugerem a realização de um prévia, o que foi descartado pelo presidente do PT paulistano. "Vamos tentar resolver no debate", disse.
Pelo PSDB, José Serra tem sido apontado como possibilidade, recebendo a promessa de apoio do PSD. Se ele não concorrer, o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, é a opção pela nova sigla.
fonte: folha .com
A diretriz deve ser aprovada neste fim de semana em debate das direções zonais da legenda, que representam regiões do município.
"Nossa estratégia é simples: construir uma candidatura do PT e definir este nome ainda este ano. Somos oposição ao governo Kassab e não tem sentido buscar apoio do partido dele nas próximas eleições", disse o presidente do diretório municipal, Antonio Donato.
Kassab, que deixará o oposicionista ao governo federal DEM para ingressar no PSD, vem afirmando que a nova sigla pretende ajudar o governo Dilma. Para Donato, isso não tem correspondência em São Paulo.
"Não muda nada se eles são base. Uma coisa é Brasília, outra é o processo eleitoral", avaliou o dirigente, apontando pesquisa Datafolha em que 43% dos paulistanos acreditam que o prefeito vem fazendo uma administração ruim ou péssima.
No documento que será discutido nas reuniões deste fim de semana, os petistas classificam o projeto de Kassab de "antagônico" e afirmam que a nova legenda é uma tentativa de construir uma alternativa ao PT, apontando como exemplo o acordo da prefeitura com o PC do B, tradicional aliado dos petistas.
Já a escolha do nome do candidato petista deve receber a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele vem dizendo a interlocutores que quer uma renovação no nome que disputará a prefeitura de São Paulo, mas até agora não interferiu diretamente no processo.
Segundo Donato, se o foco for a renovação, o partido analisa os nomes dos ministros Fernando Haddad (Educação), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Alexandre Padilha (Saúde). Os deputados Jilmar Tatto, Paulo Teixeira e Carlos Zarattini também estão neste bloco. Enquanto os deputados teriam mais vivência com a cidade, os ministros estariam longe do dia-a-dia do município.
Se a opção for por nomes mais consolidados eleitoralmente, a senadora Marta Suplicy e o ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) seriam as opções. A ex-prefeita Marta (2001-2004) saiu derrotada da eleição de 2008 contra Kassab, mesmo desempenho que teve contra José Serra (PSDB) em 2004.
Tantos nomes sugerem a realização de um prévia, o que foi descartado pelo presidente do PT paulistano. "Vamos tentar resolver no debate", disse.
Pelo PSDB, José Serra tem sido apontado como possibilidade, recebendo a promessa de apoio do PSD. Se ele não concorrer, o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, é a opção pela nova sigla.
fonte: folha .com
Dilma visita centro de pesquisa da ZTE, que investirá US$ 200 milhões em Hortolândia, SP”
Dilma visita centro de pesquisa da ZTE, que investirá US$ 200 milhões em Hortolândia, SP”
Ela diz que decidiu investir no Brasil, com um centro de Pesquisa e Desenvolvimento – clique aqui para ler “Mercadante conta como Presidenta deu o ‘salto tecnológico’ ” – , depois que soube do Plano Nacional de Banda Larga.
A China tem 450 milhões de usuários de banda larga.
Clique aqui para ler “Presidenta enquadrou telefônicas sobre banda larga”.
Ou seja, se os nossos global players – BrOi (portuguesa), Telefonica (espanhola) e Embratel (mexicana) – foi nisso que deu a privatização do Farol de Alexandria – não se mexerem, não reduzirem o preço, os chineses comem pela borda.
Vale lembrar, amigo navegante, um dos fracassos retumbantes do Governo (?) do Padim Pade Cerra em São Paulo.
Em plena campanha presidencial de 2010, para concorrer com a JK de saias, o Padim anunciou um Plano Estadual de Banda Larga.
Este ansioso blogueiro logo informou que, na verdade, se tratava de um plano de banda lerda.
Não deu outra.
“Banda larga de São Paulo atinge só 22% do objetivo.”
“Lançado em 2009 por Serra, programa conta hoje com 550 mil assinantes”.
A informação está na Folha (*), pág. B3.
Ele é um jenio.
Para ter a exata noção da jenialidade do Padim, acompanhe o raciocínio do Oráculo de Delfos sobre o artigo do “pobre que exploda” do Justo Veríssimo do PSDB, o Farol de Alexandria.
Paulo Henrique Amorim
Ela diz que decidiu investir no Brasil, com um centro de Pesquisa e Desenvolvimento – clique aqui para ler “Mercadante conta como Presidenta deu o ‘salto tecnológico’ ” – , depois que soube do Plano Nacional de Banda Larga.
A China tem 450 milhões de usuários de banda larga.
Clique aqui para ler “Presidenta enquadrou telefônicas sobre banda larga”.
Ou seja, se os nossos global players – BrOi (portuguesa), Telefonica (espanhola) e Embratel (mexicana) – foi nisso que deu a privatização do Farol de Alexandria – não se mexerem, não reduzirem o preço, os chineses comem pela borda.
Vale lembrar, amigo navegante, um dos fracassos retumbantes do Governo (?) do Padim Pade Cerra em São Paulo.
Em plena campanha presidencial de 2010, para concorrer com a JK de saias, o Padim anunciou um Plano Estadual de Banda Larga.
Este ansioso blogueiro logo informou que, na verdade, se tratava de um plano de banda lerda.
Não deu outra.
“Banda larga de São Paulo atinge só 22% do objetivo.”
“Lançado em 2009 por Serra, programa conta hoje com 550 mil assinantes”.
A informação está na Folha (*), pág. B3.
Ele é um jenio.
Para ter a exata noção da jenialidade do Padim, acompanhe o raciocínio do Oráculo de Delfos sobre o artigo do “pobre que exploda” do Justo Veríssimo do PSDB, o Farol de Alexandria.
Paulo Henrique Amorim
terça-feira, 5 de abril de 2011
Por uma saúde pública universal, de qualidade e humanizada.
A Comissão Executiva do Partido dos Trabalhadores do Estado de Mato Grosso, reunida no dia 04/04/2011, na sede do Partido em Cuiabá, torna pública nota sobre as Organizações Sociais – OSs, na Gestão do Sistema Único de Saúde.
As Organizações Sociais, proposta pelo então ministro da Reforma do Estado e Administração Pública do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Carlos Bresser Pereira (PSDB), em 1998, teve por objetivo transferir as responsabilidades que cabiam ao Estado à iniciativa privada, que posteriormente foi aprovada e sancionada a Lei n° 9.637/98;
Desde então, servidores públicos, sociedade civil organizada, bem como partidos políticos comprometidos com as conquistas sociais e com as entidades representativas da classe trabalhadora, vem lutando contra a Lei n° 9.637/98. Foi de autoria do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), a Ação Direta de Inconstitucionalidade [ADIN] 1923/98, contra a referida Lei;
Com o fim da CPMF e a conseqüente queda de arrecadação da ordem de R$ 40 bilhões anuais para a saúde, agravaram os problemas, apesar do principal argumento de defesa da oposição que com o fim da CPMF haveria redução de preços dos produtos, o que se viu foi a transformação da redução tributária em lucro por parte do empresariado, beneficiando em certa medida os sonegadores e prejudicando os usuários do SUS, da Assistência Social e da Previdência;
No entanto, o fim da CPMF não impediu o governo de Lula de continuar a investir na Saúde. E no governo de Dilma Rousseff, por meio do Ministério da Saúde, está definida como prioridade a negociação com governadores e prefeitos para a aprovação da regulamentação da emenda constitucional 29, que fixa os percentuais mínimos a serem gastos na Saúde por estados, municípios e União e, impedirá quegestores direcionem, por exemplo, verba para a assistência social alegando se tratar de uma medida de saúde.
Portanto, o Partido dos Trabalhadores:
Reafirma sua posição de defesa do Sistema de Seguridade Social, articulando de forma efetiva as três áreas que o compõe - Saúde, Assistência Social e Previdência Social na perspectiva da consolidação de direitos sociais e do exercício da cidadania;
Reconhece que o Sistema Único de Saúde criado há mais de vinte e dois anos, é sinônimo de uma política ousada de inclusão social, referência de universalização de direitos. Portanto, assegurar o cumprimento da legislação vigente no que tange à implementação dos seus princípios de universalidade, integralidade, equidade, bem como às diretrizes para o seu financiamento, estruturação, gestão e controle social, mais que uma prioridade deve ser um compromisso do conjunto da sociedade brasileira;
Defende a transparência na aplicação dos recursos públicos e, por isso, apóia a iniciativa parlamentar do deputado estadual Ademir Brunetto, que propôs a realização de uma auditagem nas Contas da Secretaria Estadual de Saúde, no sentido de apontar mais elementos para avaliação do quadro atual da Secretaria e buscar solução para os problemas identificados;
E, diante da aprovação da “Lei Complementar nº 417, de 17 de março de 2011, que altera dispositivos da Lei Complementar nº 150, de 08 de janeiro de 2004, que dispõem sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais - OSs, no âmbito do Poder Executivo Estadual, e dá outras providências”, que ocorreu sema necessária participação e debate com a sociedade civil organizada, o PT-MT se solidariza aos movimentos sociais na defesa de uma saúde pública universal, de qualidade e humanizada.
Cuiabá-MT, 04 de abril de 2011.
Comissão Executiva Estadual PT-MT.
As Organizações Sociais, proposta pelo então ministro da Reforma do Estado e Administração Pública do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Carlos Bresser Pereira (PSDB), em 1998, teve por objetivo transferir as responsabilidades que cabiam ao Estado à iniciativa privada, que posteriormente foi aprovada e sancionada a Lei n° 9.637/98;
Desde então, servidores públicos, sociedade civil organizada, bem como partidos políticos comprometidos com as conquistas sociais e com as entidades representativas da classe trabalhadora, vem lutando contra a Lei n° 9.637/98. Foi de autoria do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), a Ação Direta de Inconstitucionalidade [ADIN] 1923/98, contra a referida Lei;
Com o fim da CPMF e a conseqüente queda de arrecadação da ordem de R$ 40 bilhões anuais para a saúde, agravaram os problemas, apesar do principal argumento de defesa da oposição que com o fim da CPMF haveria redução de preços dos produtos, o que se viu foi a transformação da redução tributária em lucro por parte do empresariado, beneficiando em certa medida os sonegadores e prejudicando os usuários do SUS, da Assistência Social e da Previdência;
No entanto, o fim da CPMF não impediu o governo de Lula de continuar a investir na Saúde. E no governo de Dilma Rousseff, por meio do Ministério da Saúde, está definida como prioridade a negociação com governadores e prefeitos para a aprovação da regulamentação da emenda constitucional 29, que fixa os percentuais mínimos a serem gastos na Saúde por estados, municípios e União e, impedirá quegestores direcionem, por exemplo, verba para a assistência social alegando se tratar de uma medida de saúde.
Portanto, o Partido dos Trabalhadores:
Reafirma sua posição de defesa do Sistema de Seguridade Social, articulando de forma efetiva as três áreas que o compõe - Saúde, Assistência Social e Previdência Social na perspectiva da consolidação de direitos sociais e do exercício da cidadania;
Reconhece que o Sistema Único de Saúde criado há mais de vinte e dois anos, é sinônimo de uma política ousada de inclusão social, referência de universalização de direitos. Portanto, assegurar o cumprimento da legislação vigente no que tange à implementação dos seus princípios de universalidade, integralidade, equidade, bem como às diretrizes para o seu financiamento, estruturação, gestão e controle social, mais que uma prioridade deve ser um compromisso do conjunto da sociedade brasileira;
Defende a transparência na aplicação dos recursos públicos e, por isso, apóia a iniciativa parlamentar do deputado estadual Ademir Brunetto, que propôs a realização de uma auditagem nas Contas da Secretaria Estadual de Saúde, no sentido de apontar mais elementos para avaliação do quadro atual da Secretaria e buscar solução para os problemas identificados;
E, diante da aprovação da “Lei Complementar nº 417, de 17 de março de 2011, que altera dispositivos da Lei Complementar nº 150, de 08 de janeiro de 2004, que dispõem sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais - OSs, no âmbito do Poder Executivo Estadual, e dá outras providências”, que ocorreu sema necessária participação e debate com a sociedade civil organizada, o PT-MT se solidariza aos movimentos sociais na defesa de uma saúde pública universal, de qualidade e humanizada.
Cuiabá-MT, 04 de abril de 2011.
Comissão Executiva Estadual PT-MT.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Pacientes são "jogados" no corredor; Henry quer gestão com OSS
Enquanto o secretário estadual de Saúde Pedro Henry (PP) se preocupa em marcar posição, revolucionar a área e amenizar o desgaste acumulado em sua trajetória política, querendo modificar o modelo de gestão adotado até agora no setor, os paciente do Sistema Único de Saúde (SUS) continuam espalhados nos corredores dos seis hospitais regionais que existem em Mato Grosso tentando conseguir atendimento. As unidades de saúde são localizadas em Rondonópolis, Cáceres, Água Boa, Sorriso, Barra do Garças e Colíder, além do Hospital Metropolitano de Várzea Grande.
Em todo o Estado faltam médicos, infraestrutura e remédios. Além de poucos profissionais efetivos na área, raros são os que cumprem a carga horária de trabalho, que não é pequena. Assim, os pacientes ficam jogados nos cantos dos hospitais esperando a "boa vontade" dos poucos médicos que permanecem fazendo o trabalho.
Estes profissionais, no entanto, já não conseguem esconder a insatisfação com a falta de infraestrura para os atendimentos e já "colocam a boca no trombone", fazendo denúncias que desgastam o governo, já que a pasta da Saúde é uma das que mais acumulam problemas. Há menos de 3 meses no comando da secretaria de Saúde, Henry já motivou os médicos do SUS a entrarem em greve.
O secretário não faz questão alguma de negociar com os médicos, que também não demonstram vontade de trabalhar, e o impasse continua. Audiências públicas têm sido realizadas para discutir o polêmico tema, mas o resultado, na prática, é nenhum. Um festival de vaias e discussões que não resolvem o problema e, enquanto isso, quem sente na pele, literalmente, são os pacientes amontoados nos corredores dos hospitais geridos pelo Estado. Conforme o orçamento previsto para 2011, devem ser investidos R$ 1,3 bilhão na Saúde em Mato Grosso.
fonte:blog do Romilson
Em todo o Estado faltam médicos, infraestrutura e remédios. Além de poucos profissionais efetivos na área, raros são os que cumprem a carga horária de trabalho, que não é pequena. Assim, os pacientes ficam jogados nos cantos dos hospitais esperando a "boa vontade" dos poucos médicos que permanecem fazendo o trabalho.
Estes profissionais, no entanto, já não conseguem esconder a insatisfação com a falta de infraestrura para os atendimentos e já "colocam a boca no trombone", fazendo denúncias que desgastam o governo, já que a pasta da Saúde é uma das que mais acumulam problemas. Há menos de 3 meses no comando da secretaria de Saúde, Henry já motivou os médicos do SUS a entrarem em greve.
O secretário não faz questão alguma de negociar com os médicos, que também não demonstram vontade de trabalhar, e o impasse continua. Audiências públicas têm sido realizadas para discutir o polêmico tema, mas o resultado, na prática, é nenhum. Um festival de vaias e discussões que não resolvem o problema e, enquanto isso, quem sente na pele, literalmente, são os pacientes amontoados nos corredores dos hospitais geridos pelo Estado. Conforme o orçamento previsto para 2011, devem ser investidos R$ 1,3 bilhão na Saúde em Mato Grosso.
fonte:blog do Romilson
Exposição do Arquivo Nacional mostra documentação produzida durante ditadura
Uma vasta documentação foi produzida por órgãos criados pela repressão, entre 1964 e 1985, quando o Brasil viveu sob um regime de exceção, durante o qual um vasto aparato repressor monitorava movimentos sociais – sindicais, estudantis e outros –, políticos e cidadãos simplesmente suspeitos de oposição à ditadura militar.
São documentos produzidos pelo Serviço Nacional de Informações (SNI), pelo Destacamento de Operações de Informações-Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) e os serviços de censura à imprensa e às artes. Vários desses documentos, entre eles o Ato Institucional nº 5 (AI-5), serão expostos a partir desta segunda-feira (4), no Rio de Janeiro, no Arquivo Nacional.
Uma parte desta documentação, assim como o que foi produzido por veículos da imprensa e pelas organizações que se dedicavam a combater a ditadura, estará na exposição Registros de uma Guerra Surda, inaugurada na última sexta-feira (1º). O dia anterior (31) marcou os 47 anos do início do regime militar. A mostra ficará aberta a partir desta segunda-feira até 26 de agosto.
“A exposição se destina a qualquer pessoa interessada na história recente do Brasil, em especial o período da ditadura militar, que tem repercussão até os dias de hoje, mas, infelizmente, não é tão discutido como deveria ser, inclusive nas escolas”, afirma a cientista política Viviane Gouvea, uma das curadoras da mostra, juntamente com uma equipe de pesquisadores do Arquivo Nacional.
“A exposição mostra como o sistema de monitoramento penetrava no dia a dia dos indivíduos, uma coisa que poucos brasileiros hoje têm noção de como acontecia”, acrescenta. Para Viviane, há aspectos do regime militar que ainda são vistos como tabu e a intenção da curadoria é a de incentivar uma reflexão sobre o período. “A gente espera que a exposição aponte para possibilidades de pesquisa neste acervo, que é muito vasto, mas que ainda tem muita coisa para ser desvendada.”
A mostra está dividida em cinco módulos temáticos. O primeiro trata de como se institucionalizou o regime de exceção, o que abrange desde o golpe de 1964 ao fechamento do Congresso Nacional, passando pelas cassações de políticos, a estruturação dos serviços secretos e a emissão dos atos institucionais que, pouco a pouco, foram cerceando as liberdades no País. Nesse módulo, o documento de maior destaque é o AI-5, que inaugurou o período de maior arbitrariedade da ditadura e vai estar exposto pela primeira vez numa vitrine.
O segundo módulo – Da Repressão à Reação – mostra as greves e passeatas e a repressão a elas, as prisões de manifestantes e militantes, as organizações de luta armada, os sequestros, os atentados, a Guerrilha do Araguaia e a censura às artes e à imprensa.
A propaganda que os governos militares faziam de si mesmos é o tema do terceiro módulo – A Face Pública do Regime. Nele, o visitante pode observar documentos e fotos que retratam o patriotismo exacerbado em datas cívicas, o chamado “milagre econômico” e o apoio de organizações civis ao regime.
O quarto módulo – O Começo do Fim – trata do processo de abertura gradual do regime e de sua relutância em abrir espaço para a democracia, do crescimento do número de greves e passeatas, da imprensa alternativa, do movimento pela anistia, culminando com o movimento Diretas Já.
Por fim, o quinto módulo detalha o projeto Memórias Reveladas, criado pelo governo federal, sob a coordenação do Arquivo Nacional, e que serviu de base para a realização da exposição. Polo difusor de informações contidas nos documentos sobre as lutas políticas no Brasil, nas décadas de 60 a 80, o Memórias Reveladas reúne cerca de 400 mil registros documentais, de instituições públicas e privadas, num banco de dados que pode ser acessado no site do projeto.
Ainda como parte da exposição, será exibida uma mostra de filmes, cuja programação completa está disponível no site do Arquivo Nacional. São filmes de arquivo, curta-metragens, documentários e entrevistas, que serão exibidos as segundas e quartas-feiras, e longa-metragens, às quintas-feiras. O primeiro longa, na sessão do dia 7 de abril, é o filme Hercules 56, do cineasta Silvio Da-Rin.
Visitas guiadas serão oferecidas aos alunos das redes estadual e municipal do Rio. De acordo com os curadores, a exposição seguirá para Brasília no final do ano e o Arquivo Nacional está em negociações para que a mostra seja levada a outras capitais brasileiras.
Portal Brasil
São documentos produzidos pelo Serviço Nacional de Informações (SNI), pelo Destacamento de Operações de Informações-Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) e os serviços de censura à imprensa e às artes. Vários desses documentos, entre eles o Ato Institucional nº 5 (AI-5), serão expostos a partir desta segunda-feira (4), no Rio de Janeiro, no Arquivo Nacional.
Uma parte desta documentação, assim como o que foi produzido por veículos da imprensa e pelas organizações que se dedicavam a combater a ditadura, estará na exposição Registros de uma Guerra Surda, inaugurada na última sexta-feira (1º). O dia anterior (31) marcou os 47 anos do início do regime militar. A mostra ficará aberta a partir desta segunda-feira até 26 de agosto.
“A exposição se destina a qualquer pessoa interessada na história recente do Brasil, em especial o período da ditadura militar, que tem repercussão até os dias de hoje, mas, infelizmente, não é tão discutido como deveria ser, inclusive nas escolas”, afirma a cientista política Viviane Gouvea, uma das curadoras da mostra, juntamente com uma equipe de pesquisadores do Arquivo Nacional.
“A exposição mostra como o sistema de monitoramento penetrava no dia a dia dos indivíduos, uma coisa que poucos brasileiros hoje têm noção de como acontecia”, acrescenta. Para Viviane, há aspectos do regime militar que ainda são vistos como tabu e a intenção da curadoria é a de incentivar uma reflexão sobre o período. “A gente espera que a exposição aponte para possibilidades de pesquisa neste acervo, que é muito vasto, mas que ainda tem muita coisa para ser desvendada.”
A mostra está dividida em cinco módulos temáticos. O primeiro trata de como se institucionalizou o regime de exceção, o que abrange desde o golpe de 1964 ao fechamento do Congresso Nacional, passando pelas cassações de políticos, a estruturação dos serviços secretos e a emissão dos atos institucionais que, pouco a pouco, foram cerceando as liberdades no País. Nesse módulo, o documento de maior destaque é o AI-5, que inaugurou o período de maior arbitrariedade da ditadura e vai estar exposto pela primeira vez numa vitrine.
O segundo módulo – Da Repressão à Reação – mostra as greves e passeatas e a repressão a elas, as prisões de manifestantes e militantes, as organizações de luta armada, os sequestros, os atentados, a Guerrilha do Araguaia e a censura às artes e à imprensa.
A propaganda que os governos militares faziam de si mesmos é o tema do terceiro módulo – A Face Pública do Regime. Nele, o visitante pode observar documentos e fotos que retratam o patriotismo exacerbado em datas cívicas, o chamado “milagre econômico” e o apoio de organizações civis ao regime.
O quarto módulo – O Começo do Fim – trata do processo de abertura gradual do regime e de sua relutância em abrir espaço para a democracia, do crescimento do número de greves e passeatas, da imprensa alternativa, do movimento pela anistia, culminando com o movimento Diretas Já.
Por fim, o quinto módulo detalha o projeto Memórias Reveladas, criado pelo governo federal, sob a coordenação do Arquivo Nacional, e que serviu de base para a realização da exposição. Polo difusor de informações contidas nos documentos sobre as lutas políticas no Brasil, nas décadas de 60 a 80, o Memórias Reveladas reúne cerca de 400 mil registros documentais, de instituições públicas e privadas, num banco de dados que pode ser acessado no site do projeto.
Ainda como parte da exposição, será exibida uma mostra de filmes, cuja programação completa está disponível no site do Arquivo Nacional. São filmes de arquivo, curta-metragens, documentários e entrevistas, que serão exibidos as segundas e quartas-feiras, e longa-metragens, às quintas-feiras. O primeiro longa, na sessão do dia 7 de abril, é o filme Hercules 56, do cineasta Silvio Da-Rin.
Visitas guiadas serão oferecidas aos alunos das redes estadual e municipal do Rio. De acordo com os curadores, a exposição seguirá para Brasília no final do ano e o Arquivo Nacional está em negociações para que a mostra seja levada a outras capitais brasileiras.
Portal Brasil
Brasil sobe na classificação internacional como “lugar seguro para investir”
economia brasileira recebeu a notícia de que está mais seguro investir no País. A notícia é que a agência Fitch Ratings, melhorou a classificação do Brasil no exterior, o que significa mais investimentos internacionais. Mas a notícia pode ser encarada de duas formas, como explica o deputado federal Ricardo Berzoini (PT/SP). “A economia brasileira vive um ótimo momento tanto nas contas internas quanto nas contas externas, isso é muito positivo para a queda do risco país e atração de investimentos, mas traz o fluxo de capital especulativo de gente querendo se aproveitar da taxa de juros brasileira que ainda é alta” afirmou o deputado.
Segundo o parlamentar, a forma petista de governar faz o país crescer. “Nos últimos anos o País cresceu, e com ele todos os indicadores mudaram de qualidade como menor desemprego e maior arrecadação. Isso cria uma nova realidade que o povo percebe, e foi isso que o governo Lula sustentou e que o governo Dilma vai ampliar” explicou Berzoini. A classificação de rating realizada por agências internacionais, apresenta o nível de segurança para investimentos em determinado país, ou seja, quanto mais elevada a classificação, mais seguro deve ser o investimento naquele lugar. A divulgação foi nesta segunda-feira (4). (Janary Damacena – Portal PT)
Segundo o parlamentar, a forma petista de governar faz o país crescer. “Nos últimos anos o País cresceu, e com ele todos os indicadores mudaram de qualidade como menor desemprego e maior arrecadação. Isso cria uma nova realidade que o povo percebe, e foi isso que o governo Lula sustentou e que o governo Dilma vai ampliar” explicou Berzoini. A classificação de rating realizada por agências internacionais, apresenta o nível de segurança para investimentos em determinado país, ou seja, quanto mais elevada a classificação, mais seguro deve ser o investimento naquele lugar. A divulgação foi nesta segunda-feira (4). (Janary Damacena – Portal PT)
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Lula é o político mais bem-sucedido de seu tempo, diz historiador britânico
Em ensaio publicado na revista London Review of Books, o historiador marxista britânico Perry Anderson afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o "político mais bem-sucedido de seu tempo". Segundo o ensaísta, Lula é o "único líder mundial" cuja popularidade se reflete "não na moderação, mas na radicalização no governo".
"Esse sucesso se deve muito a um excepcional conjunto de talentos pessoais, um misto de sensibilidade social e frieza política, ou - como sua sucessora, Dilma Rousseff, identifica - racionalismo e inteligência emotiva, sem falar em seu bom-humor e charme pessoal", afirma Anderson.
De acordo com Anderson, a chegada de Lula ao poder está atrelada ao fortalecimento do movimento sindicalista no país e à criação do PT.
"A ascensão de Lula de trabalhador de chão de fábrica a líder de seu país nunca foi um triunfo individual: o que tornou isso possível foi a principal revolta sindical do último terço do século passado, criando o primeiro - e único, até o momento - partido político moderno do Brasil, que se tornou veículo de seu crescimento. A combinação de uma personalidade carismática e uma organização de massa nacional foram instrumentos formidáveis", diz o historiador.
Jornal do Brasil
"Esse sucesso se deve muito a um excepcional conjunto de talentos pessoais, um misto de sensibilidade social e frieza política, ou - como sua sucessora, Dilma Rousseff, identifica - racionalismo e inteligência emotiva, sem falar em seu bom-humor e charme pessoal", afirma Anderson.
De acordo com Anderson, a chegada de Lula ao poder está atrelada ao fortalecimento do movimento sindicalista no país e à criação do PT.
"A ascensão de Lula de trabalhador de chão de fábrica a líder de seu país nunca foi um triunfo individual: o que tornou isso possível foi a principal revolta sindical do último terço do século passado, criando o primeiro - e único, até o momento - partido político moderno do Brasil, que se tornou veículo de seu crescimento. A combinação de uma personalidade carismática e uma organização de massa nacional foram instrumentos formidáveis", diz o historiador.
Jornal do Brasil
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