O diretório do partido dos trabalhadores de lucas do rio verde, em reunião realizada dia 25-02-2012 decidiu sair da base aliada do prefeito marino franz. Em cumprimento a resolução do congresso nacional do partido, que não permite fazermos alianças com os partidos que fazem oposição sistematica ao governo Dilma, pps,dem e psdb.
Sendo assim, o Diretório, decidiu de que seria oportunismo do partido continuar na secretaria uma vez que estamos impossibilitados de fazermos alianca com o mesmo.
Isso vai ser bom para o PT, temos que refletir do nosso papel, enquanto agente de mudança,sujeitos da história.
Partimos agora para elaboração do nosso Plano de governo que vem de encontro com essa nova Lucas do Rio verde, que passa a ser uma terra de toda gente, essas pessoas precisam se sentir inseridas nesse processo, talves esse seja nosso maior desafio.
Posso adiantar de que uma das bandeiras, sera a defesa de uma educação de nivel superior gratuita, que ja existe em todas as cidades, ao redor BR 163, com excessão nossa linda cidade.
Queremos ver implantado aqui o modo petista de governar, por isso nossa aliança , se e que nao teremos candidatura própria, será programática, literalmente.
Paulo cesar angeli
Presidente do PT
Este espaço foi criado para os filiados e simpatizantes do Partido dos Trabalhadores de Lucas do Rio Verde,para que juntos possamos construir um municipio melhor. O Blog é um espaço de comunicação, uma forma de divulgar nosso trabalho.Dê a sua opinião, participe.
sexta-feira, 2 de março de 2012
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Escola da Gente encerra mais um ano de educação integral em Betim (MG)
Programa criado pela Prefeita Maria do Carmo Lara (PT) já atende 10 mil alunos com ampliação da permanência de crianças e adolescentes nas escolas e atividades extraclasses
De oito a dez horas diárias no ambiente escolar. Três a cinco refeições diárias balanceadas. Aulas educação ambiental, afetividade e sexualidade, direitos humanos, percussão, fanfarra, coral, musicalização, dança, artes visuais, práticas circenses, teatro, capoeira, informática, recreação, futebol, futsal, vôlei, natação, taekwondo, letramento, matemática, gastronomia e ainda, acompanhamento pedagógico com ênfase nas disciplinas de Português e Matemática. Dessa forma, o Programa Escola da Gente da Prefeitura de Betim (MG) encerra seu 3º ano de atividades e comemora a marca de 10 mil alunos da rede de educação acolhidos, com idades entre seis e 14 anos.
O Escola da Gente proporciona atividades estruturadas dentro do programa Mais Educação, do Governo Federal, cujo objetivo é aumentar a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas e melhorar o ambiente escolar. Em Betim, o programa inclui 32 escolas da rede de educação integral do município e aposta em atividades diversificadas para assegurar o desenvolvimento humano das crianças, sobretudo, para elevar a aprendizagem e contribuir para redução dos índices de criminalidade na cidade.
Localizadas em regiões de vulnerabilidade social, por intermédio da Prefeitura, as unidades escolares foram escolhidas pelo Ministério da Educação (MEC) de acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Além das escolas, essas atividades são realizadas em diferentes espaços da comunidade, como clubes, praças, sítios, salões paroquiais, complexos esportivos e outros. A proposta da Prefeitura é estender o Escola da Gente para toda a rede de ensino municipal até 2012.
Na visão da prefeita de Betim, Maria do Carmo Lara (PT), mais que um programa de educação integral, o Escola da Gente pretende aprimorar a qualidade do ensino a partir da formação cidadã das crianças e adolescentes, num modelo de cidade educadora, no qual poder público e sociedade se unem para ampliar e fortalecer a instituição escolar. “Estamos oferecendo uma educação multisetorial, conjugando políticas públicas, novos espaços, novas formas de disseminar o conhecimento. Não tenho dúvida nenhuma de que é por meio da educação que vamos mudar o quadro social da nossa cidade e do nosso país”.
Educação além da escola – Segundo a prefeita Maria do Carmo Lara, desde junho de 2009, quando o programa foi criado, a prefeitura oferece formação integral para os alunos da educação fundamental e oportunidades para que eles conquistem seu espaço na sociedade. “Com as crianças na escola em tempo integral, os pais podem, inclusive, exercer uma atividade profissional em tempo integral com a certeza de que seus filhos não estarão nas ruas, suscetíveis à violência e às drogas”, ressaltou Maria do Carmo Lara.
O programa tem o envolvimento de diversas secretarias da Prefeitura, dos funcionários municipais, dos parceiros, da comunidade e das famílias dos alunos. O resultado é que, além de uma formação melhor para os estudantes, os familiares também passam a ter mais acesso à cultura, saúde e esporte por meio de eventos, visitas a museus, espetáculos, cinema e excursões. Para a prefeita Maria do Carmo Lara, os investimentos em programas sociais e educacionais como o Escola da Gente, contribuem consideravelmente na queda da criminalidade na cidade. “Desta forma, garantimos, além do ensino regular, oficinas culturais, artísticas e esportivas durante todo o dia. Para a família é uma tranquilidade saber que os filhos não ficam na rua enquanto os pais trabalham”, ressalta Maria do Carmo.
fonte:PT nacional
De oito a dez horas diárias no ambiente escolar. Três a cinco refeições diárias balanceadas. Aulas educação ambiental, afetividade e sexualidade, direitos humanos, percussão, fanfarra, coral, musicalização, dança, artes visuais, práticas circenses, teatro, capoeira, informática, recreação, futebol, futsal, vôlei, natação, taekwondo, letramento, matemática, gastronomia e ainda, acompanhamento pedagógico com ênfase nas disciplinas de Português e Matemática. Dessa forma, o Programa Escola da Gente da Prefeitura de Betim (MG) encerra seu 3º ano de atividades e comemora a marca de 10 mil alunos da rede de educação acolhidos, com idades entre seis e 14 anos.
O Escola da Gente proporciona atividades estruturadas dentro do programa Mais Educação, do Governo Federal, cujo objetivo é aumentar a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas e melhorar o ambiente escolar. Em Betim, o programa inclui 32 escolas da rede de educação integral do município e aposta em atividades diversificadas para assegurar o desenvolvimento humano das crianças, sobretudo, para elevar a aprendizagem e contribuir para redução dos índices de criminalidade na cidade.
Localizadas em regiões de vulnerabilidade social, por intermédio da Prefeitura, as unidades escolares foram escolhidas pelo Ministério da Educação (MEC) de acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Além das escolas, essas atividades são realizadas em diferentes espaços da comunidade, como clubes, praças, sítios, salões paroquiais, complexos esportivos e outros. A proposta da Prefeitura é estender o Escola da Gente para toda a rede de ensino municipal até 2012.
Na visão da prefeita de Betim, Maria do Carmo Lara (PT), mais que um programa de educação integral, o Escola da Gente pretende aprimorar a qualidade do ensino a partir da formação cidadã das crianças e adolescentes, num modelo de cidade educadora, no qual poder público e sociedade se unem para ampliar e fortalecer a instituição escolar. “Estamos oferecendo uma educação multisetorial, conjugando políticas públicas, novos espaços, novas formas de disseminar o conhecimento. Não tenho dúvida nenhuma de que é por meio da educação que vamos mudar o quadro social da nossa cidade e do nosso país”.
Educação além da escola – Segundo a prefeita Maria do Carmo Lara, desde junho de 2009, quando o programa foi criado, a prefeitura oferece formação integral para os alunos da educação fundamental e oportunidades para que eles conquistem seu espaço na sociedade. “Com as crianças na escola em tempo integral, os pais podem, inclusive, exercer uma atividade profissional em tempo integral com a certeza de que seus filhos não estarão nas ruas, suscetíveis à violência e às drogas”, ressaltou Maria do Carmo Lara.
O programa tem o envolvimento de diversas secretarias da Prefeitura, dos funcionários municipais, dos parceiros, da comunidade e das famílias dos alunos. O resultado é que, além de uma formação melhor para os estudantes, os familiares também passam a ter mais acesso à cultura, saúde e esporte por meio de eventos, visitas a museus, espetáculos, cinema e excursões. Para a prefeita Maria do Carmo Lara, os investimentos em programas sociais e educacionais como o Escola da Gente, contribuem consideravelmente na queda da criminalidade na cidade. “Desta forma, garantimos, além do ensino regular, oficinas culturais, artísticas e esportivas durante todo o dia. Para a família é uma tranquilidade saber que os filhos não ficam na rua enquanto os pais trabalham”, ressalta Maria do Carmo.
fonte:PT nacional
Avaliação positiva do governo Dilma aumenta, mostra pesquisa CNI/Ibope
O percentual de entrevistados que avaliam o governo Dilma Rousseff como ótimo ou bom aumentou de 51%, em setembro, para 56%, em dezembro – mesmo índice registrado em março.
Para 32%, a gestão atual é regular, ante 34%, e 9% a consideram ruim ou péssima, ante 11%. Os dados fazem parte da pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope.
As expectativas positivas (ótima ou boa) em relação ao resto do mandato também melhoraram, de 56%, em setembro, para 59%, em dezembro. O índice dos que acreditam que o restante do governo será regular diminuiu de 26% para 24% e o dos que esperam que será ruim ou péssimo caiu de 11% para 10%.
Segundo a pesquisa, 72% da população aprovam a maneira de Dilma governar, praticamente o mesmo índice registrado em setembro (71%) e 21% a desaprovam, igual ao registrado em setembro. Os demais não responderam ou não souberam responder.
O levantamento aponta que 68% disseram que confiam na presidenta Dilma e que 26% não confiam, os mesmos índices verificados na pesquisa anterior.
O percentual de entrevistados que consideram o governo Dilma melhor do que o do seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, caiu de 15%, em setembro, para 12% em dezembro. Para 57%, o governo é igual ao de Lula, ante 55%, e 28% o consideram pior, ante 26%.
A pesquisa foi feita entre os dias 2 e 5 de dezembro, com 2.002 entrevistados em 142 municípios. A margem de erro é 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
(Juliana Andrade - Agência Brasil)
Avaliação de Dilma no fim do 1º ano supera a de Lula e FHC
Na comparação entre os governos Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, a avaliação de "ótimo ou bom" da presidente é a melhor da série histórica do final do primeiro ano de mandato, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada na manhã desta sexta-feira (16)
Dilma registrou 56% (mesmo índice alcançado em março), enquanto Lula tinha 41% e Fernando Henrique, 43%.
Avaliação positiva do governo Dilma sobe para 56%, diz CNI/Ibope
No começo do primeiro ano de mandato, avaliado em março, Dilma também tinha 56%. Já Lula estava 51% e FHC, com 41%.
A pesquisa mostra que a avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff voltou a subir entre setembro e dezembro. O índice de pessoas que consideram a gestão como ótima/boa passou de 51% para 56%.
A aprovação pessoal da presidente ficou praticamente estável --passou de 71% para 72%. Essa é a quarta pesquisa CNI divulgada neste ano. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Foram entrevistados 2.002 pessoas em 142 municípios, entre os dia 2 e 5 de dezembro.
FONTE: Folha .com
Dilma registrou 56% (mesmo índice alcançado em março), enquanto Lula tinha 41% e Fernando Henrique, 43%.
Avaliação positiva do governo Dilma sobe para 56%, diz CNI/Ibope
No começo do primeiro ano de mandato, avaliado em março, Dilma também tinha 56%. Já Lula estava 51% e FHC, com 41%.
A pesquisa mostra que a avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff voltou a subir entre setembro e dezembro. O índice de pessoas que consideram a gestão como ótima/boa passou de 51% para 56%.
A aprovação pessoal da presidente ficou praticamente estável --passou de 71% para 72%. Essa é a quarta pesquisa CNI divulgada neste ano. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Foram entrevistados 2.002 pessoas em 142 municípios, entre os dia 2 e 5 de dezembro.
FONTE: Folha .com
sábado, 26 de novembro de 2011
Processo contra prefeito de São Paulo pode chegar a R$ 1,1 bilhão
O Ministério Público Estadual deu valor de R$ 1,1 bilhão à ação civil proposta em razão de supostas fraudes no contrato da Prefeitura de São Paulo com a Controlar, empresa responsável pela inspeção veicular na cidade. Para o MPE, a Prefeitura deve devolver R$ 54 milhões arrecadados com as multas e R$ 420 milhões pagos pelos motoristas como taxa de inspeção. O restante serviria para indenizar a Prefeitura e os motoristas por danos morais e materiais.
Nesta sexta-feira, 25, a justiça determinou o bloqueio dos bens do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), do secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge (PV), e dos empresários Carlos Seabra Suarez e sua mulher, Abigail Suarez, donos da CS Participações. Eles eram proprietários da Controlar, cujo controle foi repassado à CCR por R$ 173,7 milhões em 2009, pouco depois da reeleição de Kassab.
A decisão foi tomada para salvaguardar o pagamento dos supostos prejuízos aos cofres públicos e aos donos de veículos em São Paulo. Trata-se do mais duro golpe judicial sofrido por Kassab desde que assumiu o cargo, em 2006.
O MPE queria a suspensão imediata da inspeção por causa de ilegalidades, fraudes e irregularidades no contrato, mas o juiz Domingos de Siqueira Frascino, da 11ª Vara da Fazenda Pública, decidiu manter a inspeção veicular e fazer uma nova licitação em 90 dias para a escolha de outra empresa. Enquanto isso, os donos de veículos continuam obrigados a fazer o teste de seus carros.
fonte: o estadão
Nesta sexta-feira, 25, a justiça determinou o bloqueio dos bens do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), do secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge (PV), e dos empresários Carlos Seabra Suarez e sua mulher, Abigail Suarez, donos da CS Participações. Eles eram proprietários da Controlar, cujo controle foi repassado à CCR por R$ 173,7 milhões em 2009, pouco depois da reeleição de Kassab.
A decisão foi tomada para salvaguardar o pagamento dos supostos prejuízos aos cofres públicos e aos donos de veículos em São Paulo. Trata-se do mais duro golpe judicial sofrido por Kassab desde que assumiu o cargo, em 2006.
O MPE queria a suspensão imediata da inspeção por causa de ilegalidades, fraudes e irregularidades no contrato, mas o juiz Domingos de Siqueira Frascino, da 11ª Vara da Fazenda Pública, decidiu manter a inspeção veicular e fazer uma nova licitação em 90 dias para a escolha de outra empresa. Enquanto isso, os donos de veículos continuam obrigados a fazer o teste de seus carros.
fonte: o estadão
“Fraude” do Estadão chega ao Jornal Nacional
A notícia publicada no Estadão, de que o Ministério das Cidades teria fraudado um parecer técnico para elevar o custo de uma das obras da Copa em Mato Grosso, foi parar no Jornal Nacional, com um texto cuidadosamente elaborado para confundir o espectador. Destaco os fatos que foram negligenciados pelo âncora:
■a mudança do projeto representou obviamente um grande avanço em termos de tecnologia, correção ambiental e qualidade do transporte;
■o parecer do técnico Higor de Oliveira não era uma advertência do oráculo de Delfos, nem a conclusão final de uma auditoria externa. Deveria naturalmente ser examinado, corrigido e, como foi o caso, substituído por um parecer mais fundamentado e condizente à necessidade de transformar as obras da Copa em oportunidade para desenvolvimento de modelos mais avançados de transporte urbano. A diretora Luiz Gomide, que assinou o novo parecer, afirmou que sua função no ministério é justamente essa: ela é a chefe, não Higor; ela tem essa prerrogativa.
■o governo do Mato Grosso, que vai bancar 70% do custo da obra, não queria uma nova “linha rápida de ônibus”, conforme orientava o parecer inicial; o governador Silval Barbosa já deu entrevistas afirmando que, desde o início, fez pressão aberta e transparente junto ao Executivo para que a obra fosse um VLT, ou seja, um trem de superfície moderno. Como é o governo do MT que está pagando a maior parte da obra, imagino que ele deva ter a palavra final sobre o tipo de obra que deseja em seu estado.
■não houve fraude; o documento final foi substituído por outro.
Os objetivos do JN de produzir um clima de escândalo é turvado, no entanto, pelas imagens de vídeo, onde são exibidas ao telespectador cenas de ônibus trafegando em linhas congestionadas, seguidas de outras onde vemos um moderno trem de superfície deslizando sem obstáculos por uma cidade.
O Estadão hoje volta à carga, botando o CGU na história. A manipulação continua
A Controladoria Geral da União é um dos órgãos mais importantes da administração pública, mas também não é um oráculo de Delfos. A obra sequer foi iniciada. Não se trata aqui – ao menos por enquanto – de um problema de desvio de verba. O CGU fez ressalvas, justas, a falhas de informação, só isso. O CGU não tem poder para decidir se uma obra deve ser feita ou não no país. O CGU não tem competência para decidir se é melhor para Cuiabá tem uma nova linha rápida de ônibus ou um moderno trem de superfície. Temos uma hierarquia no Estado. Quem decide uma obra é o governador, o ministro, a presidente, ou seja, os poderes executivos que foram eleitos e tem obrigação moral e eleitoral (a obrigação eleitoral não é imoral, como tantas vezes a mídia faz pensar; muito pelo contrário) de oferecer aos cidadãos a melhor opção de transporte urbano, não o mais “barato”.
A denúncia do Estadão é fraca, apesar da tentativa do Jornal Nacional de anabolizá-la. Tanto é fraca que outros jornais não embarcaram. O Estadão ficou sozinho na empreitada. A Folha sequer menciona a palavra fraude. Apenas publica, na página A4, que “Pressão dos Estados fez Dilma alterar projetos da Copa-2014“, o que me parece mais um elogio do que outra coisa, visto que demonstra o caráter democrático e flexível da presidente. E o Globo, numa surpreendente demonstração de prudência, fala somente em “suspeita de fraude” ou “suposta fraude”.
E o áudio da reunião onde se discutiu a mudança do parecer chegou ao JN, mas não traz dessa vez nenhum termo impróprio, sequer uma gíria, tampouco a insinuação de qualquer ilícito, apenas frases absolutamente técnicas com críticas ao documento e comentando que havia decisão política de fazer o trem VLT, não ônibus.
Enfim, a “denúncia” pode até produzir algum ruído político e comover os incautos de sempre, mas não é daquelas que derrubam ministro. Pelo jeito, a mídia vai ter de engolir a sua segunda derrota em algumas semanas, depois da tentativa gorada de derrubar Carlos Lupi.
fonte: o cafezinho
■a mudança do projeto representou obviamente um grande avanço em termos de tecnologia, correção ambiental e qualidade do transporte;
■o parecer do técnico Higor de Oliveira não era uma advertência do oráculo de Delfos, nem a conclusão final de uma auditoria externa. Deveria naturalmente ser examinado, corrigido e, como foi o caso, substituído por um parecer mais fundamentado e condizente à necessidade de transformar as obras da Copa em oportunidade para desenvolvimento de modelos mais avançados de transporte urbano. A diretora Luiz Gomide, que assinou o novo parecer, afirmou que sua função no ministério é justamente essa: ela é a chefe, não Higor; ela tem essa prerrogativa.
■o governo do Mato Grosso, que vai bancar 70% do custo da obra, não queria uma nova “linha rápida de ônibus”, conforme orientava o parecer inicial; o governador Silval Barbosa já deu entrevistas afirmando que, desde o início, fez pressão aberta e transparente junto ao Executivo para que a obra fosse um VLT, ou seja, um trem de superfície moderno. Como é o governo do MT que está pagando a maior parte da obra, imagino que ele deva ter a palavra final sobre o tipo de obra que deseja em seu estado.
■não houve fraude; o documento final foi substituído por outro.
Os objetivos do JN de produzir um clima de escândalo é turvado, no entanto, pelas imagens de vídeo, onde são exibidas ao telespectador cenas de ônibus trafegando em linhas congestionadas, seguidas de outras onde vemos um moderno trem de superfície deslizando sem obstáculos por uma cidade.
O Estadão hoje volta à carga, botando o CGU na história. A manipulação continua
A Controladoria Geral da União é um dos órgãos mais importantes da administração pública, mas também não é um oráculo de Delfos. A obra sequer foi iniciada. Não se trata aqui – ao menos por enquanto – de um problema de desvio de verba. O CGU fez ressalvas, justas, a falhas de informação, só isso. O CGU não tem poder para decidir se uma obra deve ser feita ou não no país. O CGU não tem competência para decidir se é melhor para Cuiabá tem uma nova linha rápida de ônibus ou um moderno trem de superfície. Temos uma hierarquia no Estado. Quem decide uma obra é o governador, o ministro, a presidente, ou seja, os poderes executivos que foram eleitos e tem obrigação moral e eleitoral (a obrigação eleitoral não é imoral, como tantas vezes a mídia faz pensar; muito pelo contrário) de oferecer aos cidadãos a melhor opção de transporte urbano, não o mais “barato”.
A denúncia do Estadão é fraca, apesar da tentativa do Jornal Nacional de anabolizá-la. Tanto é fraca que outros jornais não embarcaram. O Estadão ficou sozinho na empreitada. A Folha sequer menciona a palavra fraude. Apenas publica, na página A4, que “Pressão dos Estados fez Dilma alterar projetos da Copa-2014“, o que me parece mais um elogio do que outra coisa, visto que demonstra o caráter democrático e flexível da presidente. E o Globo, numa surpreendente demonstração de prudência, fala somente em “suspeita de fraude” ou “suposta fraude”.
E o áudio da reunião onde se discutiu a mudança do parecer chegou ao JN, mas não traz dessa vez nenhum termo impróprio, sequer uma gíria, tampouco a insinuação de qualquer ilícito, apenas frases absolutamente técnicas com críticas ao documento e comentando que havia decisão política de fazer o trem VLT, não ônibus.
Enfim, a “denúncia” pode até produzir algum ruído político e comover os incautos de sempre, mas não é daquelas que derrubam ministro. Pelo jeito, a mídia vai ter de engolir a sua segunda derrota em algumas semanas, depois da tentativa gorada de derrubar Carlos Lupi.
fonte: o cafezinho
domingo, 6 de novembro de 2011
Lucas do Rio Verde se destaca como um dos melhores municípios do país
Quando o assunto é qualidade de vida, a diferença entre as cidades mais pobres e as mais ricas do país está diminuindo, aponta uma pesquisa divulgada neste sábado (5) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Mesmo assim, os municípios do Norte ainda têm 20 anos de atraso em relação aos do Sudeste.
O melhor município do país, segundo o levantamento, é Barueri, na Grande São Paulo. Na cidade, há vários condomínios de luxo, que puxam o índice de desenvolvimento para cima. O último da lista é São Félix das Balsas, no Maranhão.
De acordo com o estudo, que leva em conta dados oficiais de 2009, um em cada sete em cada dez municípios do país avançaram em relação ao levantamento anterior. O estudo começou em 2008, comparando os anos de 2005 e 2000.
Do total, 63% das cidades do país foram consideradas como desenvolvimento moderado ou alto.
O índice varia de 0 (mínimo) a 1 (máximo) para classificar o nível de cada localidade. Os critérios de análise estabelecem quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento.
A expectativa é que só em 2037 os municípios do país garantam à população brasileira atendimento básico de saúde, ensino fundamental de qualidade e maior inserção no mercado formal de trabalho, diz a pesquisa.
Concentração
A concentração, contudo, continua. Das 15 melhores cidades em qualidade de vida, 14 estão em São Paulo. E pela primeira vez apareceu na lista um município do Centro-oeste, Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso.
"Há realmente um fortalecimento, uma consolidação, do Centro-oeste como um grande novo Sudeste. Esses municípios têm tido recentemente um grande aumento de renda e geração de emprego, o que, na verdade, explica grande parte deste resultado", diz Luciana de Sá, coordenadora da pesquisa.
A cidade de Japeri, na Baixada Fluminense, teve a pior classificação no estado do Rio de Janeiro na pesquisa sobre desenvolvimento municipal.
O estudo transforma numa nota o que cada morador já sente no dia a dia, levando em conta itens fundamentais para a qualidade de vida, como educação, saúde, emprego e renda, qual a nota que cada cidade brasileira merece. Todos os 5.564 municípios brasileiros foram analisados no levantamento da Firjan.
fonte: Expresso mt
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Em meio a sensação de fracasso, Dilma vê 'sucesso relativo' no G20
A reunião anual de cúpula do G20, que terminou na tarde desta sexta-feira em Cannes, na França, foi um "sucesso relativo", na definição dada pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff, ao final do encontro.
As declarações foram feitas em meio à sensação geral de fracasso da reunião, que não chegou a um consenso sobre os detalhes em relação às principais propostas para o combate à crise das dívidas nos países da zona do euro.
Para a presidente brasileira, a avaliação sobre o resultado da reunião de dois dias em Cannes depende das expectativas prévias de cada um.
"Pode ser um copo meio cheio ou meio vazio", disse.
Para Dilma, "os países da zona do euro deram um passo no combate à crise". "Mas não acredito que uma reunião pudesse resolver todos os problemas do mundo", disse.
FMI
Os líderes das maiores economias do mundo, reunidos no balneário francês, se comprometeram a elevar o capital do FMI (Fundo Monetário Internacional) disponível para ajudar países em dificuldades financeiras.
Eles não chegaram a um acordo, porém, sobre o montante desse aporte ao FMI, o que mantém as dúvidas sobre a capacidade de socorrer países grandes como a Itália ou a Espanha em caso de necessidade.
Também não houve avanços em outros pontos da agenda colocada pela França, presidente de turno do grupo, como o do estabelecimento de uma taxa global sobre operações financeiras para sustentar investimentos em programas sociais.
A cúpula em Cannes foi ofuscada pelo agravamento da crise das dívidas europeias, após o anúncio grego, feito na segunda-feira, de um referendo sobre o plano de resgate ao país anunciado na semana passada em Bruxelas.
O anúncio grego levou pânico aos mercados financeiros na véspera do início da cúpula e acabou mobilizando os debates em Cannes, frustrando os planos do governo francês, que pretendia chegar ao encontro com a crise ao menos parcialmente resolvida após o acordo de Bruxelas.
O governo grego, que na noite desta sexta-feira ainda enfrentará um voto de confiança no Parlamento, acabou desistindo do referendo após um ultimato dado pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e pelo FMI.
Em outro desenvolvimento durante a cúpula, a Itália, país cuja saúde financeira também vinha sendo colocada em dúvida pelos mercados financeiros, aceitou ser objeto de um monitoramento periódico do FMI sobre as medidas para sanar suas contas e conter seu deficit público.
SUOR
Antes da cúpula, representantes europeus manifestaram a intenção de convencer os grandes países emergentes, como a China ou o Brasil, a contribuírem financeiramente com o aumento do capital do FEEF (Fundo de Europeu de Estabilização Financeira), de ajuda aos países em dificuldades, anunciado na reunião da semana passada em Bruxelas.
Ao final da reunião, no entanto, não houve nenhum compromisso formal quanto à contribuição.
Segundo Dilma, o Brasil e os demais países do grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) concordam em ajudar a Europa somente por meio do FMI, não diretamente ao fundo europeu.
"Não temos a menor intenção de fazer qualquer contribuição direta ao FEEF. Se nem os europeus têm, por que nós teríamos?", questionou a presidente brasileira.
"Faremos pelo FMI, que dá garantias. Porque o dinheiro das reservas brasileiras foi conseguido com suor, não pode ser usado de qualquer maneira", afirmou.
Em sua avaliação, o ponto mais importante do encontro teria sido o de manter a visão que já vem desde as cúpulas anteriores do G20 de que é necessário um plano de ação para estimular o emprego e o crescimento para conseguir vencer a crise.
No comunicado final da cúpula, os líderes do G20 reconhecem que "desde nosso último encontro, a recuperação global se enfraqueceu, particularmente nos países avançados, deixando o desemprego em níveis inaceitáveis".
O texto reafirma o compromisso do grupo de trabalhar em conjunto com decisões "para revigorar o crescimento econômico, criar empregos, garantir estabilidade financeira, promover inclusão social e fazer com que a globalização sirva às necessidades das pessoas".
"Acredito que foi uma reunião que teve o mérito de colocar na ordem do dia a força do G20 para a colocação de políticas para o combate à crise, para dar sustentação ao conjunto do sistema", afirmou Dilma.
Fonte:folha de São Paulo
As declarações foram feitas em meio à sensação geral de fracasso da reunião, que não chegou a um consenso sobre os detalhes em relação às principais propostas para o combate à crise das dívidas nos países da zona do euro.
Para a presidente brasileira, a avaliação sobre o resultado da reunião de dois dias em Cannes depende das expectativas prévias de cada um.
"Pode ser um copo meio cheio ou meio vazio", disse.
Para Dilma, "os países da zona do euro deram um passo no combate à crise". "Mas não acredito que uma reunião pudesse resolver todos os problemas do mundo", disse.
FMI
Os líderes das maiores economias do mundo, reunidos no balneário francês, se comprometeram a elevar o capital do FMI (Fundo Monetário Internacional) disponível para ajudar países em dificuldades financeiras.
Eles não chegaram a um acordo, porém, sobre o montante desse aporte ao FMI, o que mantém as dúvidas sobre a capacidade de socorrer países grandes como a Itália ou a Espanha em caso de necessidade.
Também não houve avanços em outros pontos da agenda colocada pela França, presidente de turno do grupo, como o do estabelecimento de uma taxa global sobre operações financeiras para sustentar investimentos em programas sociais.
A cúpula em Cannes foi ofuscada pelo agravamento da crise das dívidas europeias, após o anúncio grego, feito na segunda-feira, de um referendo sobre o plano de resgate ao país anunciado na semana passada em Bruxelas.
O anúncio grego levou pânico aos mercados financeiros na véspera do início da cúpula e acabou mobilizando os debates em Cannes, frustrando os planos do governo francês, que pretendia chegar ao encontro com a crise ao menos parcialmente resolvida após o acordo de Bruxelas.
O governo grego, que na noite desta sexta-feira ainda enfrentará um voto de confiança no Parlamento, acabou desistindo do referendo após um ultimato dado pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e pelo FMI.
Em outro desenvolvimento durante a cúpula, a Itália, país cuja saúde financeira também vinha sendo colocada em dúvida pelos mercados financeiros, aceitou ser objeto de um monitoramento periódico do FMI sobre as medidas para sanar suas contas e conter seu deficit público.
SUOR
Antes da cúpula, representantes europeus manifestaram a intenção de convencer os grandes países emergentes, como a China ou o Brasil, a contribuírem financeiramente com o aumento do capital do FEEF (Fundo de Europeu de Estabilização Financeira), de ajuda aos países em dificuldades, anunciado na reunião da semana passada em Bruxelas.
Ao final da reunião, no entanto, não houve nenhum compromisso formal quanto à contribuição.
Segundo Dilma, o Brasil e os demais países do grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) concordam em ajudar a Europa somente por meio do FMI, não diretamente ao fundo europeu.
"Não temos a menor intenção de fazer qualquer contribuição direta ao FEEF. Se nem os europeus têm, por que nós teríamos?", questionou a presidente brasileira.
"Faremos pelo FMI, que dá garantias. Porque o dinheiro das reservas brasileiras foi conseguido com suor, não pode ser usado de qualquer maneira", afirmou.
Em sua avaliação, o ponto mais importante do encontro teria sido o de manter a visão que já vem desde as cúpulas anteriores do G20 de que é necessário um plano de ação para estimular o emprego e o crescimento para conseguir vencer a crise.
No comunicado final da cúpula, os líderes do G20 reconhecem que "desde nosso último encontro, a recuperação global se enfraqueceu, particularmente nos países avançados, deixando o desemprego em níveis inaceitáveis".
O texto reafirma o compromisso do grupo de trabalhar em conjunto com decisões "para revigorar o crescimento econômico, criar empregos, garantir estabilidade financeira, promover inclusão social e fazer com que a globalização sirva às necessidades das pessoas".
"Acredito que foi uma reunião que teve o mérito de colocar na ordem do dia a força do G20 para a colocação de políticas para o combate à crise, para dar sustentação ao conjunto do sistema", afirmou Dilma.
Fonte:folha de São Paulo
Silval empossa Saguas e Rosa Neide fica na secretaria
O governador Silval Barbosa acaba de empossar Saguas Moraes na Secretaria Estadual de Educação. O presidente licenciado do PT estadual e suplente de deputado federal volta a exercer o cargo após ter ficado sem mandato. Ele permaneceu 6 meses na câmara e, desde julho, quando houve retotalização de votos pela justiça eleitoral, caiu para a 1ª suplência e sua vaga ficou com Nilson Leitão (PSDB).
Silval confirmou que a professora Rosa Neide Sandes, que havia sido indicada pelo PT para ser secretária, e ocupava o cargo desde o início da sua gestão, ficará na secretaria. Ela vai ser secretária adjunta. No governo de Blairo Maggi, Saguas foi titular e Rosa Neide ficou como adjunta. Após Blairo renunciar (para disputar o Senado) e Silval assumir, os petistas foram mantidos no governo por Silval. Como o PT lhe apoiou na disputa no governo, ficou mantido o acordo que a sigla indicaria o titular da Educação.
Em seu discurso, Saguas disse que a prioridade será acelerar reformas em escolas estaduais, melhorando a estrutura física e também na qualificação profissional dos servidores. Ele disse ainda que estão previstos, para o ano que vem, R$ 83 milhões em investimentos federais para construir 32 escolas - 3 delas em Sinop e 3 em Rondonópolis.
O governador Silval Barbosa determinou a Saguas acompanhamento nas obras em andamento e as empresas que não concluíram obras previstas não sejam habilitadas para futuras licitações.
fonte: sonoticias
Silval confirmou que a professora Rosa Neide Sandes, que havia sido indicada pelo PT para ser secretária, e ocupava o cargo desde o início da sua gestão, ficará na secretaria. Ela vai ser secretária adjunta. No governo de Blairo Maggi, Saguas foi titular e Rosa Neide ficou como adjunta. Após Blairo renunciar (para disputar o Senado) e Silval assumir, os petistas foram mantidos no governo por Silval. Como o PT lhe apoiou na disputa no governo, ficou mantido o acordo que a sigla indicaria o titular da Educação.
Em seu discurso, Saguas disse que a prioridade será acelerar reformas em escolas estaduais, melhorando a estrutura física e também na qualificação profissional dos servidores. Ele disse ainda que estão previstos, para o ano que vem, R$ 83 milhões em investimentos federais para construir 32 escolas - 3 delas em Sinop e 3 em Rondonópolis.
O governador Silval Barbosa determinou a Saguas acompanhamento nas obras em andamento e as empresas que não concluíram obras previstas não sejam habilitadas para futuras licitações.
fonte: sonoticias
terça-feira, 26 de julho de 2011
PT em Lucas R. Verde começa em agosto debater candidatura a prefeito
O Partido dos Trabalhadores de Lucas marcou para os dias 28 e 29 de Agosto o encontro municipal para começar a discutir as eleições do ano que vem. O presidente do diretório, Paulo Ângeli, citou que a sigla tem 3 nomes que devem ser analisados para a disputa para prefeito: o vereador Fernando Pael, o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde Paulo Nunes e a ex-vereadora Cleci Fátima Nunes.
Angeli disse que o partido terá candidato próprio nas eleições do ano que vem. "E começamos a definir também a nominata dos candidatos a vereador pelo partido", disse, ao Só Notícias.
O PT fez parte da administração da coligação partidária no último pleito municipal onde o prefeito Marino Franz (PPS) foi reeleito. Angeli já foi, em 2007, secretário municipal de Saúde na gestão de Marino. Recentemente, o petista Fernando Pael comandou o departamento de Cultura, mas deixou o cargo e voltou para a câmara.
O presidente do diretório estadual do PT, Ságuas Moraes e o deputado estadual Ademir Brunetto são esperados no encontro.
fonte:sonoticias
Angeli disse que o partido terá candidato próprio nas eleições do ano que vem. "E começamos a definir também a nominata dos candidatos a vereador pelo partido", disse, ao Só Notícias.
O PT fez parte da administração da coligação partidária no último pleito municipal onde o prefeito Marino Franz (PPS) foi reeleito. Angeli já foi, em 2007, secretário municipal de Saúde na gestão de Marino. Recentemente, o petista Fernando Pael comandou o departamento de Cultura, mas deixou o cargo e voltou para a câmara.
O presidente do diretório estadual do PT, Ságuas Moraes e o deputado estadual Ademir Brunetto são esperados no encontro.
fonte:sonoticias
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Pagot teria pedido uma casa para o tio em troca de obra
Hélio Moraga afirmou em depoimento que diretor do DNIT teria pedido uma casa para o tio em troca de obras, diz "Folha de S. Paulo"
Reportagem na edição de hoje da Folha de S. Paulo relata a acusação de um empresário, que fez um acordo de delação premiada com o Ministério Público Estadual.
Confira a íntegra da reportagem do jornalista Breno Costa, da Folha:
Um empresário acusa o diretor-geral do DNIT, Luiz Antonio Pagot, de cobrar e obter do prefeito de Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte de Cuiabá), Marino Franz (PPS), uma casa em troca de obras e outros benefícios para o município.
A acusação foi feita em 2008 por Hélio Moraga, 37, depois de um acordo de delação premiada proposto pelo Ministério Público de Mato Grosso, em um inquérito que gerou a denúncia de 24 pessoas por improbidade administrativa.
Pagot não era investigado e não foi denunciado, já que o foco do inquérito eram irregularidades cometidas por autoridades do município.
A Folha obteve trechos do inquérito. Em depoimento prestado à Polícia Civil e ao Ministério Público em julho de 2008, Moraga afirma que houve "um acerto" entre ele, a prefeitura e Pagot. Moraga era sócio do secretário municipal de Obras, Rafael Balizardo, um dos denunciados.
"Em 2005, Rafael Balizardo procurou o depoente [Moraga] dizendo que Luiz Antônio Pagot traria alguns benefícios para Lucas e em troca eles teriam que ajudar João Pagot a construir uma casa", diz o depoimento.
João Pagot é tio do diretor-geral do DNIT e ainda mora na casa que, segundo Moraga, tem cerca de 200 metros quadrados.
À Folha Moraga confirmou o teor do depoimento e do suposto acordo entre Pagot e autoridades municipais. O empresário diz ter recebido cerca de R$ 130 mil do prefeito e da prefeitura para a construção da casa.
Moraga entregou aos investigadores recibos e notas fiscais que comprovariam os repasses de dinheiro.
Em julho de 2006, o município fechou um convênio com o DNIT, no valor de R$ 5,5 milhões, para a construção de um viaduto.
Na época, Pagot ainda não era o diretor-geral do órgão - era chefe da Casa Civil do Governo Blairo Maggi-, mas o PR, seu partido, já comandava o Ministério dos Transportes.
O TCU mandou interromper o convênio em 2007, após verificar "graves irregularidades" na licitação feita pela prefeitura.
Outro lado
O ex-secretário de Obras de Lucas do Rio Verde Rafael Balizardo, acusado pelo ex-sócio Hélio Moraga de ter feito acordo com Luiz Antônio Pagot, negou as acusações.
Ele buscou desqualificar Moraga. "Ele é um doido, um psicopata", disse Balizardo, réu no processo que analisa suposto esquema de fraudes.
Ele confirma que João Pagot, tio do diretor-geral do DNIT, construiu uma casa na cidade, mas que a obra foi paga com dinheiro próprio.
A Folha deixou dois recados nos celulares de Luiz Antonio Pagot, mas não obteve resposta até a conclusão desta edição. O prefeito Marino Franz também não retornou recados. João Pagot não foi localizado.
Fonte: midia news
fonte: folha de São Paulo
Reportagem na edição de hoje da Folha de S. Paulo relata a acusação de um empresário, que fez um acordo de delação premiada com o Ministério Público Estadual.
Confira a íntegra da reportagem do jornalista Breno Costa, da Folha:
Um empresário acusa o diretor-geral do DNIT, Luiz Antonio Pagot, de cobrar e obter do prefeito de Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte de Cuiabá), Marino Franz (PPS), uma casa em troca de obras e outros benefícios para o município.
A acusação foi feita em 2008 por Hélio Moraga, 37, depois de um acordo de delação premiada proposto pelo Ministério Público de Mato Grosso, em um inquérito que gerou a denúncia de 24 pessoas por improbidade administrativa.
Pagot não era investigado e não foi denunciado, já que o foco do inquérito eram irregularidades cometidas por autoridades do município.
A Folha obteve trechos do inquérito. Em depoimento prestado à Polícia Civil e ao Ministério Público em julho de 2008, Moraga afirma que houve "um acerto" entre ele, a prefeitura e Pagot. Moraga era sócio do secretário municipal de Obras, Rafael Balizardo, um dos denunciados.
"Em 2005, Rafael Balizardo procurou o depoente [Moraga] dizendo que Luiz Antônio Pagot traria alguns benefícios para Lucas e em troca eles teriam que ajudar João Pagot a construir uma casa", diz o depoimento.
João Pagot é tio do diretor-geral do DNIT e ainda mora na casa que, segundo Moraga, tem cerca de 200 metros quadrados.
À Folha Moraga confirmou o teor do depoimento e do suposto acordo entre Pagot e autoridades municipais. O empresário diz ter recebido cerca de R$ 130 mil do prefeito e da prefeitura para a construção da casa.
Moraga entregou aos investigadores recibos e notas fiscais que comprovariam os repasses de dinheiro.
Em julho de 2006, o município fechou um convênio com o DNIT, no valor de R$ 5,5 milhões, para a construção de um viaduto.
Na época, Pagot ainda não era o diretor-geral do órgão - era chefe da Casa Civil do Governo Blairo Maggi-, mas o PR, seu partido, já comandava o Ministério dos Transportes.
O TCU mandou interromper o convênio em 2007, após verificar "graves irregularidades" na licitação feita pela prefeitura.
Outro lado
O ex-secretário de Obras de Lucas do Rio Verde Rafael Balizardo, acusado pelo ex-sócio Hélio Moraga de ter feito acordo com Luiz Antônio Pagot, negou as acusações.
Ele buscou desqualificar Moraga. "Ele é um doido, um psicopata", disse Balizardo, réu no processo que analisa suposto esquema de fraudes.
Ele confirma que João Pagot, tio do diretor-geral do DNIT, construiu uma casa na cidade, mas que a obra foi paga com dinheiro próprio.
A Folha deixou dois recados nos celulares de Luiz Antonio Pagot, mas não obteve resposta até a conclusão desta edição. O prefeito Marino Franz também não retornou recados. João Pagot não foi localizado.
Fonte: midia news
fonte: folha de São Paulo
domingo, 22 de maio de 2011
So os verdes param locomotiva de Mato Grosso
cidade de Sorriso é a maior produtora de soja do mundo em quantidade e qualidade.
Sorriso fica a 420 km ao Norte de Cuiabá.
Foi fundada há 25 anos, tem 60 mil habitantes e o melhor IDH de Mato Grosso.
Para chegar dali ao Porto de Paranaguá, é preciso percorrer 2.300 km.
E olha que, desde o início do ano, a BR-163 esta ótima, até Corumbá.
O problema é em direção ao Norte, na direção do ponto extremo no Pará, o porto fluvial de Santarém.
Falta asfaltar 400 km.
E a presidenta Dilma se comprometeu a concluir a obra até dezembro do ano que vem.
Corre ao lado de Sorriso um rio afluente do Tapajós: o Teles Pires.
O sonho do produtor da região – que inclui, por exemplo, a dinâmica Sinop – é fazer o transporte fluvial: Teles Pires, Tapajós, Amazonas, e o mundo.
Seria trocar os 2.400 km até Paranaguá, em cima de um caminhão – que queima óleo e polui – por 1.300 km em chatas.
O Ministério dos Transportes – o DNIT – contratou técnicos para estudar a hidrovia.
O balanço energético seria impressionante.
A mesma carga custa a metade na ferrovia do que custa na rodovia.
E na hidrovia custa 1/10 do que custa na rodovia.
Essa hidrovia não está no PAC.
Mas enfrenta desde já a oposição dos ambientalistas.
Segundo o produtor Claudio Zancanaro, os ambientalistas temem pelo equilíbrio da fauna e da mata ribeirinha.
( É mais ou menos assim: o tráfego de chatas no rio pode despertar os macacos.
Como a Blá-BláRina, que quase impede a construção de Santo Antonio e Jirau por causa do acasalamento dos bagres.)
Num passeio sobre a região de Sorriso, num Navajo do Zancanaro, é possível perceber, com facilidade:
Nao há mais espaço disponível para plantar.
Os empresários tem que investir em produtividade, em equilíbrio ecológico e naquilo que os economistas chamam de “agregar valor”.
Além de produzir e esmagar soja e milho, empacotar soja e milho sob a forma de aves e suínos.
E, progressivamente, peixes.
Lá de cima é fácil perceber como se respeita ali o equilíbrio ambiental.
As áreas de proteção ambiental, a beira dos rios totalmente preservada.
A Blá-BláRina, ali, não abriria o bico.
Não sei como foi a ocupação, quando os gaúchos de Passo Fundo começaram a chegar ali nos anos 70 do século passado.
Devem ter feito um estrago.
Mas, aprenderam, segundo Zancanaro, que preservar o meio ambiente é preservar a si próprio, o seu negócio, o patrimônio da família.
Hoje, Sorriso é o maior produtor de suínos de Mato Grosso.
E é um negócio em expansão acelerada.
Conheci Paulo Lucion, presidente da Associação dos Criadores e Suínos de Mato Grosso, Acrismat.
Ele é pioneiro na produção de suinos com total auto-suficiência energética.
Do próprio suíno sai o metano que faz a fazenda, a criação e a indústria girarem.
Neste domingo, ele embarca para a China – a presidente acabou de abrir o mercado de suinos brasileiros para a China – com a intenção de vender suinos – e o conceito de auto-suficiência energética.
( E ainda dizem que o Brasil vai ser, apenas, um exportador de commodity. Se os colonistas (*) do PiG (**) soubessem o que tem de tecnologia e pesquisa e PhD num pernil – magro – de porco com uma cervejinha estupidamente gelada … !)
Sorriso aprendeu rapido: dez caminhões de milho equivalem a três caminhoes de carne.
Tudo isso se passa no cerrado, onde há duas safras por ano, por obra de brasileiros anônimos da NASA nacional, a Embrapa.
E, agora, lá de cima ja é possível ver os tanques de viveiros de peixe – tambaqui, pintado, pirarucu -, tudo alimentado à base de soja e milho.
E muita tecnologia da Embrapa.
O que falta ?, pergunto ao Lucion e ao Zancaro.
Radicalizar a produtividade com um ganho significativo no transporte.
E qual o maior obstáculo, agora que as obras do PAC I e II começam a se materializar ?
São as ONGS , dizem os dois.
O raciocínio é de Zancanaro:
O que sai mais barato para o estrangeiro ?
Aumentar a produtividade de seu produtor ou gastar meia dúzia de trocados com as ONGS?
Financiar as ONGs e reduzir a competitividade do produtor brasileiro – claro !
É mais barato construir uma moringa de água fresca na porta do Congresso do que atualizar a agricultura americana.
O subsidio dói, aumenta o déficit americano.
Ainda mais que, progressivamente, a agricultura brasileira se torna mais competitiva que a americana.
Ali, Sorriso está em cima de uma mesa de bilhar – o Chapadão do Parecis, que vai de Paranatinga a Rondônia – o maior chapadão agriculturavel do mundo, em que apenas 23% das terras estão plantadas.
Tem terra, água, sol e empresário competente.
Para abater esse pessoal de Sorriso só a golpes de chá verde.
fonte-conversa afiada
Sorriso fica a 420 km ao Norte de Cuiabá.
Foi fundada há 25 anos, tem 60 mil habitantes e o melhor IDH de Mato Grosso.
Para chegar dali ao Porto de Paranaguá, é preciso percorrer 2.300 km.
E olha que, desde o início do ano, a BR-163 esta ótima, até Corumbá.
O problema é em direção ao Norte, na direção do ponto extremo no Pará, o porto fluvial de Santarém.
Falta asfaltar 400 km.
E a presidenta Dilma se comprometeu a concluir a obra até dezembro do ano que vem.
Corre ao lado de Sorriso um rio afluente do Tapajós: o Teles Pires.
O sonho do produtor da região – que inclui, por exemplo, a dinâmica Sinop – é fazer o transporte fluvial: Teles Pires, Tapajós, Amazonas, e o mundo.
Seria trocar os 2.400 km até Paranaguá, em cima de um caminhão – que queima óleo e polui – por 1.300 km em chatas.
O Ministério dos Transportes – o DNIT – contratou técnicos para estudar a hidrovia.
O balanço energético seria impressionante.
A mesma carga custa a metade na ferrovia do que custa na rodovia.
E na hidrovia custa 1/10 do que custa na rodovia.
Essa hidrovia não está no PAC.
Mas enfrenta desde já a oposição dos ambientalistas.
Segundo o produtor Claudio Zancanaro, os ambientalistas temem pelo equilíbrio da fauna e da mata ribeirinha.
( É mais ou menos assim: o tráfego de chatas no rio pode despertar os macacos.
Como a Blá-BláRina, que quase impede a construção de Santo Antonio e Jirau por causa do acasalamento dos bagres.)
Num passeio sobre a região de Sorriso, num Navajo do Zancanaro, é possível perceber, com facilidade:
Nao há mais espaço disponível para plantar.
Os empresários tem que investir em produtividade, em equilíbrio ecológico e naquilo que os economistas chamam de “agregar valor”.
Além de produzir e esmagar soja e milho, empacotar soja e milho sob a forma de aves e suínos.
E, progressivamente, peixes.
Lá de cima é fácil perceber como se respeita ali o equilíbrio ambiental.
As áreas de proteção ambiental, a beira dos rios totalmente preservada.
A Blá-BláRina, ali, não abriria o bico.
Não sei como foi a ocupação, quando os gaúchos de Passo Fundo começaram a chegar ali nos anos 70 do século passado.
Devem ter feito um estrago.
Mas, aprenderam, segundo Zancanaro, que preservar o meio ambiente é preservar a si próprio, o seu negócio, o patrimônio da família.
Hoje, Sorriso é o maior produtor de suínos de Mato Grosso.
E é um negócio em expansão acelerada.
Conheci Paulo Lucion, presidente da Associação dos Criadores e Suínos de Mato Grosso, Acrismat.
Ele é pioneiro na produção de suinos com total auto-suficiência energética.
Do próprio suíno sai o metano que faz a fazenda, a criação e a indústria girarem.
Neste domingo, ele embarca para a China – a presidente acabou de abrir o mercado de suinos brasileiros para a China – com a intenção de vender suinos – e o conceito de auto-suficiência energética.
( E ainda dizem que o Brasil vai ser, apenas, um exportador de commodity. Se os colonistas (*) do PiG (**) soubessem o que tem de tecnologia e pesquisa e PhD num pernil – magro – de porco com uma cervejinha estupidamente gelada … !)
Sorriso aprendeu rapido: dez caminhões de milho equivalem a três caminhoes de carne.
Tudo isso se passa no cerrado, onde há duas safras por ano, por obra de brasileiros anônimos da NASA nacional, a Embrapa.
E, agora, lá de cima ja é possível ver os tanques de viveiros de peixe – tambaqui, pintado, pirarucu -, tudo alimentado à base de soja e milho.
E muita tecnologia da Embrapa.
O que falta ?, pergunto ao Lucion e ao Zancaro.
Radicalizar a produtividade com um ganho significativo no transporte.
E qual o maior obstáculo, agora que as obras do PAC I e II começam a se materializar ?
São as ONGS , dizem os dois.
O raciocínio é de Zancanaro:
O que sai mais barato para o estrangeiro ?
Aumentar a produtividade de seu produtor ou gastar meia dúzia de trocados com as ONGS?
Financiar as ONGs e reduzir a competitividade do produtor brasileiro – claro !
É mais barato construir uma moringa de água fresca na porta do Congresso do que atualizar a agricultura americana.
O subsidio dói, aumenta o déficit americano.
Ainda mais que, progressivamente, a agricultura brasileira se torna mais competitiva que a americana.
Ali, Sorriso está em cima de uma mesa de bilhar – o Chapadão do Parecis, que vai de Paranatinga a Rondônia – o maior chapadão agriculturavel do mundo, em que apenas 23% das terras estão plantadas.
Tem terra, água, sol e empresário competente.
Para abater esse pessoal de Sorriso só a golpes de chá verde.
fonte-conversa afiada
A ESQUERDA E O PRECONCEITO CONTRA O EMPRESARIO RURAL
Há muitos anos que denuncio o preconceito das esquerdas contra a agricultura. O termo agrobusiness ou agronegócio tornou-se sinônimo de palavrão. Um rapaz deixou comentário num post recente, com a entrevista de Aldo Rebelo para o Paulo Henrique Amorim, xingando o parlamentar de "amigo do agrobusiness". Ora, estritamente falando, toda agricultura é agrobusiness. A divisão entre agricultura familiar ou pequena agricultura e o agrobusiness é arbitrária e falha. Existe, por um lado, uma agricultura de subsistência, hoje totalmente marginal no país, e que não conta. E temos uma grandiosa agricultura familiar, responsável pela maior parte da produção de alimentos para o consumo interno brasileiro, e uma poderosa agricultura voltada para a exportação. Ambas são negócio. Ambas usam ferramentas de trabalho complexas. E se a agricultura familiar é mais atrasada, usa menos máquinas, menos fertilizantes, isso não é uma qualidade sua, é um defeito. Os agricultores mais diligentes, ou mais sortudos, ou mais organizados, tem conseguido obter financiamentos e estão tentando se modernizar. O governo tem muitas linhas de crédito para eles, o difícil é, como sempre, vencer a burocracia e a ignorância das agências rurais.
Entretanto, é preciso entender que o pequeno agricultor ambiciona se tornar médio, e o médio quer se tornar grande. Não podemos folclorizar a agricultura familiar. Não podemos fetichizá-la. É um trabalho insano, que envolve quase sempre a exploração de mão-de-obra infantil, os filhos do proprietário. Em todo Brasil, a renda média da agricultura familiar oscila de 1 a 2 salários mínimos, em média. No nordeste, a renda média é inferior a um salário. O pequeno agricultor só vive bem na Europa porque se beneficia de pesados subsídios do governo. Aqui, não; nem há planos para tê-los, já que a luta do Brasil é justamente para que a Europa acabe com esses subsídios, para que nossos produtos agrícolas possam competir com os de lá em pé de igualdade.
O esforço da sociedade tem de ser no sentido de fazer com que este pequeno produtor ganhe escala, aumente sua produtividade, compre um pouco mais de terra, e possa melhorar o seu poder aquisitivo, de maneira a ter os mesmos direitos de consumo que tem o homem da cidade. Se hoje um garçom na cidade do Rio de Janeiro pode ter um celular, um laptop e uma boa televisão, é justo que o homem do campo, que não tem fim de semana nem férias, também goze das novas tecnologias que o mundo oferece, e não apenas por prazer, mas para ampliar seus conhecimentos e aprimorar a sua atividade.
Há problemas graves na grande agricultura, como o uso indiscriminado de agrotóxicos, mas esse é um problema de governo e do congresso, que não regulamentaram o tema com a severidade que ele merece.
O que eu vejo é uma demonização política e moralista da figura do produtor rural; explicável historicamente, contudo. A evolução econômica do Brasil foi marcada pelo antagonismo de uma classe urbana progressista versus uma classe agrária conservadora. Essa oposição ainda existe, mas grande parte de seus fundamentos ruíram, em virtude do próprio desenvolvimento histórico. Não existe mais escravidão no campo, por exemplo. Há casos isolados, que são combatidos duramente pelo Ministério Público. Há exploração do trabalhador, o que também é combatido, pelos sindicatos de trabalhadores rurais, presentes e atuantes em todas as cidades brasileiras. Hoje em dia é mais raro um fazendeiro contratar um trabalhador sem carteira assinada, em função dos riscos em que ele incorre. Os financiamentos públicos estão cada vez mais republicanos. Antigamente, bastava ser amigo do gerente do Banco do Brasil para obtê-los, hoje são necessários trâmites burocráticos que excluem essas facilidades.
Pense que a pequeno agricultura é tão "business" quanto a grande. Precisa dos mesmos serviços comerciais, dos mesmos insumos, das mesmas máquinas (apenas menores), da mesma infra-estrutura.
A produção de soja também é vítima de preconceito. É demonizada como se fosse algo maligno, e se os fazendeiros fossem pessoas más. Tolice. Um fazendeiro de soja é um capitalista tão bom ou mau quanto um fabricante de sapatos ou o dono de um mercado médio (ou grande, não importa) na periferia de Recife. É lenda também a história de que a soja não gera empregos. A produção mecanizada gera menos empregos na fazenda, mas os gera nas atividades subsidiárias, como nas fábricas que produzem as máquinas, para mencionar apenas um segmento beneficiado pela mecanização. A maioria das máquinas usadas na agricultura brasileira são produzidas no Brasil.
O mais importante a ressaltar, porém, é que a soja não é uma commodity de função meramente especulativa, um produto abstrato cuja venda beneficia somente nababos de Goiás e corretores de São Paulo ou Nova York. Tanto a soja quanto o milho são as principais matérias usadas na fabricação de rações para alimentar bois, porcos e aves. Ou seja, a soja hoje tem importância capital na segurança alimentar do mundo. É contraditório que as mesmas figuras que demonstram indignação ao ver tanta fome na África não compreendam que a soja brasileira evita que o mesmo se passe na China.
Quanto ao uso de soja e milho para produção de etanol, aí é uma imbecilidade criada pelos americanos. No Brasil, usa-se a cana-de-açúcar, que tem muito mais produtividade e cujo preço não afeta tão diretamente o custo dos cereais no mundo. De qualquer forma, o "combustível verde", que parecia uma ideia genial, tanto que Lula passou a fazer propaganda dela em todo planeta, hoje já não empolga tanto. Pode ser uma alternativa, mas sempre será parcial, e deve ser muito bem regulada e controlada, para que não ocupe terras dedicadas ao cultivo de alimentos.
O fato é que o mundo cresceu muito nos últimos anos, e bilhões de seres humanos subiram um pouquinho na escala social, sobretudo nos países emergentes. Lula não foi o único presidente que logrou melhorar a vida dos pobres. Outros também conseguiram, e todas essas pessoas estão querendo comer mais e melhor. A exportação de carne pelo Brasil vem crescendo exponencialmente por causa disso. Em visita a China, a presidente Dilma conseguiu fechar acordos para que o Brasil possa exportar carne suína ao gigante asiático. O chinês come basicamente carne de porco, bastante frango, mas pouquíssimo carne bovina. As perspectivas são muito promissoras.
Em todo esse imbróglio, o Brasil está magnificamente posicionado. Tem tudo para se tornar, de fato, o grande celeiro do mundo. Para tal, precisa ter preocupações rigorosas com o meio ambiente, com suas reservas subterrâneas de água, com seus rios. Não podemos, contudo, alimentar preconceitos contra os empresários rurais. Desde que haja fiscalização ambiental e social eficazes, ou seja, desde que eles paguem salários dignos a seus trabalhadores e cuidem do meio ambiente, devem ser vistos com respeito e admiração pela sociedade brasileira.
Em relação à reforma agrária, ela é um problema social ainda premente no Brasil, mas não é de responsabilidade dos agricultores; a estes cabe produzir, e o estão fazendo muito bem. A produtividade agrícola no país tem crescido a taxas extraordinárias e já está entre as mais altas do mundo, de maneira que a área plantada nacional tem se mantido estável ou mesmo em declínio, embora a quantidade produzida tenha se multiplicado em várias vezes. Com isso, desmata-se menos. Há representantes políticos dos produtores que são reacionários e contra a reforma agrária, mas a esquerda tem parte da culpa porque, ao destilar sua ignorância e preconceito contra os empresários rurais, ajuda os representantes políticos mais conservadores ligados ao agronegócio a se elegerem. Entretanto, mesmo essa acusação não é muito justa, pois é a cidade e sobretudo seus setores médios que tem elegido os representantes mais retrógrados, como Bolsonaro, Indio e Maluf. E o número de representantes eleitos ligados à agricultura familiar tem crescido muito nos últimos anos. Muitos prefeitos hoje tem políticas agrícolas bastante progressistas e atenciosas em relação à pequena propriedade familiar, e temos atualmente um bom número de parlamentares vinculados ao segmento.
Os interesses da pequena agricultura familiar e da grande agricultura comercial, no entanto, não são antagônicos. Ao contrário, coincidem em muitos aspectos. Ambos precisam de boas estradas, de insumos a preços baixos, de uma política inteligente para os preços, de seguro agrícola. Além do mais, o homem da cidade muitas vezes não sabem sequer diferenciar um agricultor familiar de um empresário agrícola. A diferença é profunda entre um capiau analfabeto e um grande empresário rural que mora em São Paulo, mas há agricultores que são donos de razoável extensão de terra e trabalham com grande diligência e esforço junto a seus familiares; é a agricultura familiar E empresarial. Se você pensar bem, todavia, verá que a agricultura familiar tem um quê de autoritário e antidemocrático, ao impor ao filho que siga os passos do pai... Não podemos impor isso à juventude rural. Vivemos um país (em tese, ao menos) livre. Mais uma razão para não fetichizarmos a agricultura familiar. O importante é termos uma agricultura economica, ambiental e socialmente saudável, ponto, independente se é familiar ou não.
Há diferenças ainda entre os diversos produtos agrícolas. A produção da soja em pequena escala é inviável economicamente. Para alterar isso, ou mudamos o regime político do Brasil, instalando gigantes cooperativas soviéticas no campo, ou proibimos a produção de soja. E qualquer queda na produção brasileira de soja, hoje, provocaria uma catástrofe alimentar no planeta. Seja qual for a ideia que tiverem, tenham senso de responsabilidade.
A reforma agrária deve acontecer em harmonia com o desenvolvimento dos fatores econômicos, estruturais e tecnológicos ligados à agricultura. É a velha história: não adianta dar terra lá no interior da Amazônia, onde não há estradas para o sujeito escoar sua produção. Agricultura hoje é um negócio que requer alta especialização e uso de tecnologia específico, mesmo no âmbito da agricultura familiar.
Nos últimos anos, a agricultura familiar no Brasil fortificou-se de maneira impressionante, em virtude de seu esforço para se modernizar e, claro, graças também a programas de financiamento como o Pronaf, que eram pífios antes do governo Lula. Com os preços de produtos agrícolas em alta, não só no Brasil, como no mundo inteiro, a economia rural brasileira vai experimentar um novo ciclo de crescimento e geração de emprego. Pequenos poderão se tornar médios e médios poderão se tornar grandes. Não há nada de mal nisso. É a lei da vida. O agricultor também é filho de Deus e tem tanto direito de querer melhorar de vida como tem o dono de um restaurante no ABC paulista. A esquerda deve usar a luta política para trazer o agricultor para o seu campo, porque ele também é um trabalhador, e precisa de políticas públicas especiais, mais do que qualquer outro empresário, pois pertence a uma atividade primária, que é ao mesmo tempo de importância estratégica e de alto risco, com baixa remuneração; e não afastá-lo, satanizando políticos como Aldo Rebelo, como sendo "amigo do agronegócio". Aldo viajou o Brasil todo, conversando com pequenos produtores em toda parte. É amigo do agronegócio sim, porque o agronegócio não é nenhuma atividade do mal, da qual devemos ser inimigos. A comida na sua mesa vem do agrobusiness, porque mesmo que tenha sido um pequeno que a tenha produzido, e nem sempre o é, isso também foi um "business". Toda carne que você ingere vem de frangos, bois ou porcos alimentados pelo milho e soja do agronegócio...
Então vamos tentar olhar para a classe rural com mais compreensão, e nos esforçamos para tirá-la das garras da direita partidária. A segurança alimentar do mundo está em risco e o Brasil é um dos raros países que pode ampliar substancialmente a oferta agrícola no médio prazo. O governo e a sociedade, portanto, devem ampliar o apoio que dão à agricultura, e tentar trazer ainda mais gente para o campo, através de reforma agrária que aumente o acesso à terra. Nosso inimigo é o capital especulativo, não o fazendeiro diligente, seja pequeno ou grande, que alimenta o Brasil e o mundo.
Escrito por Miguel do Rosario
Fonte-oleo do Diabo
quarta-feira, 11 de maio de 2011
PAUTA DE REIVINDICAÇÕES/LUCAS DO RIO VERDE
"Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”
Paulo Freire
OLHA AI PREFEITO.
-VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL
1.1- Garantir a profissionalização e valorização salarial, com a implantação do MAIOR PISO SALARIAL PROFISSIONAL, como referênciaà jornada de 30 horas semanais e formação de nível médio a todos os profissionais da educação destinada 1/3 dessa jornada (do professor em sala de aula) para HTP (hora de trabalho pedagógico) utilizando como parâmetro Aplicação integral dos 25% das Receitas de Impostos e Transferências Constitucionais, determinados pela Constituição Federal de 1988 e seu gradual aumento para investimento na educação básica municipal.
1.2- Reposição salarial para Maio de 2011, a todos os trabalhadores da educação de acordo com o INPC mais um ganho real de 10%.
1.3- Readequação do plano de cargos carreira e salário tendo como base as diretrizes nacional de careira, a resolução nº 02 de maio de 2009 e a resolução n 05/ 2010 (que fixam as diretrizes para os planos de carreira e remuneração dos profissionais da educação básica) e tendo como parâmetro a minuta de plano de carreira encaminhado pelo Sintep-MT) a lei 11738/2008 (Lei do piso), a lei 12.014/09 (lei que discrimina as categorias de trabalhadores que se devem considerar profissionais da educação).
2- ADMINISTRATIVAS:
2.1-Estabelecer mecanismos de gestão que assegure equilíbrio entre relação número de aluno por professor (função docente) e funcionário, e atendimento das matrículas conforme assegura o art. 10, inciso II da LDB.
2.2-Realização de concurso público com o preenchimento de todos os cargos sem titulares efetivos, para o pleno atendimento das emandas da educação básica;
3-RECURSOS:
3.1-Aplicação integral dos 25% das Receitas de Impostos e Transferências Constitucionais e destinar a totalidade desses recursos apenas para a MDE (manutenção e desenvolvimento de ensino especificadas no art. 70 e 71 da LDB/96).
3.2- Transferências automáticas dos recursos da educação para a Secretaria Municipal de Educação.
3.3-Assegurar o repasse trimestral de verbas para as escolas, garantindo o seu funcionamento integral, bem como verbas emergenciais para atender suas demandas prioritárias.
3.4-Repassar mensalmente ao Sintep /MT ( Lucas do Rio Verde) as folhas de pagamentos detalhadas para o acompanhamento das receitas e despesas com a educação municipal.
3.5- Garantia de transparência na aplicação dos recursos da educação, em especial os destinados à reforma ou construção de escolas, assegurando aos Conselhos da Comunidade Escolar, acesso aos projetos, planilhas de custo e execução, e os valores desembolsados para que os mesmos possam acompanhar as execuções das obras, realizadas por empreiteiras.
4-QUESTÕES EDUCACIONAIS.
4.1-Implementação do Plano Municipal de Educação.
4.2-Estabelecer debates sobre o Regime de Colaboração Município/Estado.
4.3-Discutir e apontar ações para garantir a Qualidade na Educação a partir dos indicadores: ambiente educativo, prática pedagógica, avaliação, gestão escolar democrática, formação e condições de trabalho dos profissionais da escola, ambiente físico escolar, acesso, permanência e sucesso na escola, valorização salarial dos trabalhadores em educação.
4.5-Convocar uma Conferência Municipal de Educação para debater e deliberar sobre a Gestão Democrática e Sistema de Educação Municipal.
5-SEGURIDADE SOCIAL
5.1-Levantar o número de trabalhadores e trabalhadoras acometidos/as de exaustão emocional.
5.2-Assegurar atendimento preventivo e corretivo de todaLERs/DORTs.
5.3-Assegurar a participação do Sintep/MT nas discussões sobre a criação da Lei própria de Previdência bem como garantir a administração previdenciária de forma tripartite assegurando a participação do poder público;
5.4-Garantir a manutenção dos serviços, nas ocorrências de licenças médicas dos/as professores/as e funcionários/as;
Lucas do Rio Verde, 28 de abril de 2011.
fONTE: BLOG PROFESSORA MARIA DALVA
Paulo Freire
OLHA AI PREFEITO.
-VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL
1.1- Garantir a profissionalização e valorização salarial, com a implantação do MAIOR PISO SALARIAL PROFISSIONAL, como referênciaà jornada de 30 horas semanais e formação de nível médio a todos os profissionais da educação destinada 1/3 dessa jornada (do professor em sala de aula) para HTP (hora de trabalho pedagógico) utilizando como parâmetro Aplicação integral dos 25% das Receitas de Impostos e Transferências Constitucionais, determinados pela Constituição Federal de 1988 e seu gradual aumento para investimento na educação básica municipal.
1.2- Reposição salarial para Maio de 2011, a todos os trabalhadores da educação de acordo com o INPC mais um ganho real de 10%.
1.3- Readequação do plano de cargos carreira e salário tendo como base as diretrizes nacional de careira, a resolução nº 02 de maio de 2009 e a resolução n 05/ 2010 (que fixam as diretrizes para os planos de carreira e remuneração dos profissionais da educação básica) e tendo como parâmetro a minuta de plano de carreira encaminhado pelo Sintep-MT) a lei 11738/2008 (Lei do piso), a lei 12.014/09 (lei que discrimina as categorias de trabalhadores que se devem considerar profissionais da educação).
2- ADMINISTRATIVAS:
2.1-Estabelecer mecanismos de gestão que assegure equilíbrio entre relação número de aluno por professor (função docente) e funcionário, e atendimento das matrículas conforme assegura o art. 10, inciso II da LDB.
2.2-Realização de concurso público com o preenchimento de todos os cargos sem titulares efetivos, para o pleno atendimento das emandas da educação básica;
3-RECURSOS:
3.1-Aplicação integral dos 25% das Receitas de Impostos e Transferências Constitucionais e destinar a totalidade desses recursos apenas para a MDE (manutenção e desenvolvimento de ensino especificadas no art. 70 e 71 da LDB/96).
3.2- Transferências automáticas dos recursos da educação para a Secretaria Municipal de Educação.
3.3-Assegurar o repasse trimestral de verbas para as escolas, garantindo o seu funcionamento integral, bem como verbas emergenciais para atender suas demandas prioritárias.
3.4-Repassar mensalmente ao Sintep /MT ( Lucas do Rio Verde) as folhas de pagamentos detalhadas para o acompanhamento das receitas e despesas com a educação municipal.
3.5- Garantia de transparência na aplicação dos recursos da educação, em especial os destinados à reforma ou construção de escolas, assegurando aos Conselhos da Comunidade Escolar, acesso aos projetos, planilhas de custo e execução, e os valores desembolsados para que os mesmos possam acompanhar as execuções das obras, realizadas por empreiteiras.
4-QUESTÕES EDUCACIONAIS.
4.1-Implementação do Plano Municipal de Educação.
4.2-Estabelecer debates sobre o Regime de Colaboração Município/Estado.
4.3-Discutir e apontar ações para garantir a Qualidade na Educação a partir dos indicadores: ambiente educativo, prática pedagógica, avaliação, gestão escolar democrática, formação e condições de trabalho dos profissionais da escola, ambiente físico escolar, acesso, permanência e sucesso na escola, valorização salarial dos trabalhadores em educação.
4.5-Convocar uma Conferência Municipal de Educação para debater e deliberar sobre a Gestão Democrática e Sistema de Educação Municipal.
5-SEGURIDADE SOCIAL
5.1-Levantar o número de trabalhadores e trabalhadoras acometidos/as de exaustão emocional.
5.2-Assegurar atendimento preventivo e corretivo de todaLERs/DORTs.
5.3-Assegurar a participação do Sintep/MT nas discussões sobre a criação da Lei própria de Previdência bem como garantir a administração previdenciária de forma tripartite assegurando a participação do poder público;
5.4-Garantir a manutenção dos serviços, nas ocorrências de licenças médicas dos/as professores/as e funcionários/as;
Lucas do Rio Verde, 28 de abril de 2011.
fONTE: BLOG PROFESSORA MARIA DALVA
Os blockbusters da política nacional
No dia em que Geraldo Alckmin apeou Guilherme Afif da supersecretaria paulista de Desenvolvimento, o jornal paulista "Diário do Comércio", que tem no vice-governador como membro do Conselho Editorial, estampava capa cinematográfica.
Na primeira foto, o prefeito Gilberto Kassab encarnava o bruxo Harry Potter, numa alusão a seus poderes mágicos para atrair adeptos para o seu PSD.
O PSDB, que em São Paulo sofre tamanha debandada que corre o risco de virar um partido-fantasma, era representado pela comédia "Gasparzinho", o fantasminha camarada.
O DEM, que colidiu com o iceberg de Kassab e vê muitos filiados pularem ao mar, virou o campeão de bilheteria "Titanic" --com o líder na Câmara, ACM Neto (BA), de braços abertos na proa antes de o barco afundar.
Sobrou até para o PC do B, que, com sua origem no comunismo albanês, foi associado à aventura "Jurassic Park".
Em cartaz num partido perto de você.
Escrito por Vera Magalhaes
fonte:folha
Na primeira foto, o prefeito Gilberto Kassab encarnava o bruxo Harry Potter, numa alusão a seus poderes mágicos para atrair adeptos para o seu PSD.
O PSDB, que em São Paulo sofre tamanha debandada que corre o risco de virar um partido-fantasma, era representado pela comédia "Gasparzinho", o fantasminha camarada.
O DEM, que colidiu com o iceberg de Kassab e vê muitos filiados pularem ao mar, virou o campeão de bilheteria "Titanic" --com o líder na Câmara, ACM Neto (BA), de braços abertos na proa antes de o barco afundar.
Sobrou até para o PC do B, que, com sua origem no comunismo albanês, foi associado à aventura "Jurassic Park".
Em cartaz num partido perto de você.
Escrito por Vera Magalhaes
fonte:folha
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Prefeitos e prefeitas petistas participam de encontro nesta segunda, em Brasília
A direção nacional do PT, através da Secretaria Nacional de Assuntos Institucionais (SMAI) e a Comissão Nacional de Prefeitos/as e Vice-Prefeitos/as do partido, promove um encontro nesta segunda-feira (9), em Brasília.
Segundo a SNAI, a reunião tem como objetivo debater a intervenção dos prefeitos e prefeitas petistas na XIV Marcha a Brasília de Prefeitos, que ocorrerá entre os dias 10 a 12 de maio, e articular uma proposta que dialogue com os partidos aliados no sentido de garantir uma melhor interlocução nos espaços de discussão.
O encontro será coordenado pelo titular da SNAI, deputado federal Geraldo Magela, atual secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano do Governo do Distro Federal. O ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, e o subsecretário de Assunstos Federativos da Presidência da República, Olavo Noletto, além de demais dirigentes nacionais do PT também devem participar do evento. Mais de 100 prefeitos e prefeitas do partido já confirmaram presença, de acordo com a secretaria.
A reunião será realizada na sede do Diretório Nacional do PT ( Setor Comercial Sul, Quadra 2, Bloco C, nº 256, Edifício Toufic, Plano Piloto), entre 18 e 22 horas.
Fonte:PT Nacional
Segundo a SNAI, a reunião tem como objetivo debater a intervenção dos prefeitos e prefeitas petistas na XIV Marcha a Brasília de Prefeitos, que ocorrerá entre os dias 10 a 12 de maio, e articular uma proposta que dialogue com os partidos aliados no sentido de garantir uma melhor interlocução nos espaços de discussão.
O encontro será coordenado pelo titular da SNAI, deputado federal Geraldo Magela, atual secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano do Governo do Distro Federal. O ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, e o subsecretário de Assunstos Federativos da Presidência da República, Olavo Noletto, além de demais dirigentes nacionais do PT também devem participar do evento. Mais de 100 prefeitos e prefeitas do partido já confirmaram presença, de acordo com a secretaria.
A reunião será realizada na sede do Diretório Nacional do PT ( Setor Comercial Sul, Quadra 2, Bloco C, nº 256, Edifício Toufic, Plano Piloto), entre 18 e 22 horas.
Fonte:PT Nacional
QUESTÃO DO AGROTÓXICO EM LUCAS DO RIO VERDE
Olá Paulo, Não houve nenhuma retratação ou pedido de desculpas na coletiva nossa junto com o Prof. Josino da FIOCRUZ, pelo contrario, este reafirmou o caráter sério e técnico da pesquisa e, demonstrou preocupação com os resultados e indicou que deve haver precaução com os possíveis impactos na saúde e no ambiente que poderão advir da contaminação do leite materno para mãe e filho, assim como, das contaminação por agrotóxicos da água potável, do ar e da chuva no município.Encaminhamos em anexo o resumo da dissertação, nota técnica da ANVISA sobre a proíbição do uso de agrotóxico em área urbana; instrução normativa do MAPA nº02/2008 sobre pulverização aérea (ver artigo 10; Decreto Estadual - MT 2283 de 9/12/2009 sobre pulverização terrestre de agrotóxico (ver artigo 46). Foi encaminhado para a Secretaria Municipal de Saúde no dia 25 de abril de 2011 via SEDEX, a dissertação completa da Danielly sobre o resíduos de agrotóxicos no leite materno em Lucas do Rio Verde. Junto, foi encaminhado novamente o relatório completo da pesquisa sobre resíduos de agrotóxicos na agua potável, na chuva, no ar, em urina e sangue de trabalhador. Este ultimo relatório foi discutido na audiência pública na câmara municipal no dia 29 de abril e entregue cópias em mãos no dia 21 de junho para a SMS, SAMA, SAAE, SMEC, INDEA-Lucas, Câmara Municipal, Fundação Rio Verde, Sindicato Rural, Sindicato dos trabalhadores rurais e outros. Abraços Prof. Dr. Wanderlei Pignati
Questão do Agrotóxico em Lucas do Rio Verde
Olá Paulo, Não houve nenhuma retratação ou pedido de desculpas na coletiva nossa junto com o Prof. Josino da FIOCRUZ, pelo contrario, este reafirmou o caráter sério e técnico da pesquisa e, demonstrou preocupação com os resultados e indicou que deve haver precaução com os possíveis impactos na saúde e no ambiente que poderão advir da contaminação do leite materno para mãe e filho, assim como, das contaminação por agrotóxicos da água potável, do ar e da chuva no município.Encaminhamos em anexo o resumo da dissertação, nota técnica da ANVISA sobre a proíbição do uso de agrotóxico em área urbana; instrução normativa do MAPA nº02/2008 sobre pulverização aérea (ver artigo 10; Decreto Estadual - MT 2283 de 9/12/2009 sobre pulverização terrestre de agrotóxico (ver artigo 46). Foi encaminhado para a Secretaria Municipal de Saúde no dia 25 de abril de 2011 via SEDEX, a dissertação completa da Danielly sobre o resíduos de agrotóxicos no leite materno em Lucas do Rio Verde. Junto, foi encaminhado novamente o relatório completo da pesquisa sobre resíduos de agrotóxicos na agua potável, na chuva, no ar, em urina e sangue de trabalhador. Este ultimo relatório foi discutido na audiência pública na câmara municipal no dia 29 de abril e entregue cópias em mãos no dia 21 de junho para a SMS, SAMA, SAAE, SMEC, INDEA-Lucas, Câmara Municipal, Fundação Rio Verde, Sindicato Rural, Sindicato dos trabalhadores rurais e outros. Abraços Prof. Dr. Wanderlei Pignati
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