quarta-feira, 30 de junho de 2010

Pesquisa Vox Populi confirma liderança de Dilma na corrida presidencial


Pesquisa Vox Populi divulgada nesta terça-feira (29) pelo blog do jornalista Fernando Rodrigues, confirma a liderança de Dilma Rousseff, do PT, na corrida presidencial, conforme já havia apontado o Ibope na semana passada.
Segundo o Vox, se as eleições fossem hoje Dilma teria 40% das intenções de voto, contra 35% de José Serra (PSDB) e 8% de Marina Silva (PV).
A sondagem foi feita entre os dias 24 e 26 e tem margem de erro de 1,8 ponto percentual.
A última sondagem do instituto (feita entre 8 e 13 de maio) indicava empate técnico por conta da margem de erro – que era de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Em maio, no cenário em que apenas os Dilma, Serra e Marina foram apresentados aos entrevistados , a petista teve 37% e o tucano 34%.

Na pesquisa espontânea, Dilma tem 26% e Serra 20%.


O Vox Populi entrevistou 3 mil eleitores. O registro da pesquisa no TSE é o 16944/2010.
fonte: PT Nacional

terça-feira, 29 de junho de 2010

Tesouro comemora decisão de agência internacional de elevar nota do Brasil

A decisão da agência de classificação de risco Fitch de elevar de estável para positiva a tendência de avaliação da nota para o Brasil foi comemorada pelos técnicos do Tesouro Nacional, informou o secretário Arno Augustin. Ele criticou analistas brasileiros que enxergam dificuldades fiscais do governo que, segundo ele, não existem.
Para ele, o anúncio da Fitch veio no momento em que os países da Europa enfrentam fortes dificuldades para controlar as contas públicas, mas o Brasil está bem e na próxima revisão da agência de classificação de risco a tendência será de elevar a nota do país.
“Particularmente, achei muito importante [a tendência de elevação da nota] e nos deixou muito satisfeitos a avaliação que a Fitch fez do Brasil. Entendo que a próxima reavaliação das agências tende a ser de elevar o rating do Brasil”, disse.
Arno destacou que a posição da Fitch, além do reconhecimento da boa posição fiscal do Brasil, reflete a situação econômica do país e o fato de ter resistido melhor à crise internacional, iniciada em 2008. “As agências de rating analisam isso em profundidade, analisam os fundamentos da economia, analisam os fundamentos fiscais e chegaram a essa conclusão".
Sobre o fato de a avaliação da Fitch não levar em consideração fatores sazonais, Augustin destacou que os impactos da crise foram sentidos em todos os países, mas os que estavam melhores resistiram mais.
“O mundo é único. Em geral, os efeitos são em todos. Os que estão melhores resistem de forma mais adequada, como é o caso do Brasil. Não é apenas comparação do Brasil com quem está em situação difícil. O Brasil resistiu bem”.
O secretário lembrou que "em outros tempos", quando havia crise em dimensões consideradas menores, o país entrava em grandes dificuldades, com a situação fiscal e na rolagem da dívida pública.

O dólar subia etc. e nada disso vem acontecendo. O Brasil continua na rota do crescimento. Continua bem e isso é uma grande evolução. Do Brasil em relação a ele mesmo e em relação aos outros países".

fonte: Agencia Brasil

domingo, 27 de junho de 2010

Pitaco do dia

A campanha virou uma “tálbua de tiro ao Álvaro”.


— Carlos

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Dilma: “É estarrecedor” que PSDB ameace acabar com o PAC e mudar a economia

A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, declarou-se ontem estarrecida com a ameaça do presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, de acabar com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), caso o partido dele vença as eleições. Em entrevista à Radio Mirante, do Maranhão, a ministra-chefe da Casa Civil foi dura com os adversários do Governo Lula:


“É estarrecedor que alguém se proponha a este tipo de atitude por razões eleitorais, ainda mais sendo presidente de um partido”.

Sérgio Guerra disse que o PSDB pode acabar com o PAC, que considera um fracasso, na entrevista publicada nas Páginas Amarelas da revista Veja da semana passada. O tucano prometeu também que, se o PSDB vencer a eleição presidencial, a economia sofrerá fortes mudanças.
“Sem dúvida nenhuma, iremos mexer na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação. Essas variáveis continuarão a reger nossa economia, mas terão pesos diferentes”, disse o presidente tucano.
Para Dilma, o que Sérgio Guerra está anunciando é uma aventura perigosa em relação aos juros, ao câmbio e às metas de inflação.
“É grave, é uma política absolutamente aventureira. Hoje a inflação está sob controle, não afeta o bolso do trabalhador e tampouco o do empresário. Acabamos com aquela história de ir com o pires na mão ao FMI, como eles iam. Temos mais de 230 bilhões de dólares de reservas. Nossa política econômica foi bem sucedida, e é um aventureirismo falar uma coisa dessas”, reagiu a ministra.

Dilma ficou irritada com a ameaça de obstrução do Plano de Aceleração do Crescimento por um eventual governo tucano. Ela entende que seria um grande retrocesso.

“Foi durante o governo do PSDB que se investiu muito pouco em infraestrutura neste país. Ficamos 25 anos sem construir sequer uma refinaria no Brasil. No Governo Lula, nós mudamos a maneira de gastar, tornando investimento em infraestrutura uma prioridade”.
As ameaças do presidente nacional do PSDB, segundo Dilma, são uma repetição.

Acabar com o PAC é tão grave como foi, no primeiro mandato do Lula, a conversa deles sobre acabar com o Bolsa Família. A cada eleição eles resolvem acabar com alguma coisa. Mas a força do Bolsa Família é tão grande, e a reação da população será tão grande, que eles nunca vão conseguir acabar com o programa, e nem com o PAC, mesmo porque nós esperamos que eles não ganhem a eleição para fazer uma coisa dessas”.
A ministra sustentou que o PAC serviu de âncora para evitar o desemprego durante os efeitos da crise internacional sobre o Brasil. Serviu, junto com o programa Minha Casa, Minha Vida, para preservar a atividade econômica.
“O Brasil virou aquilo que o presidente Lula prometeu, um canteiro de obras. É estarrecedor que se fale em acabar com o PAC por questões eleitorais”, repetiu.
Sérgio Guerra ainda não se viu livre de uma polêmica e já está envolvido em outra. Segundo nota da nova edição da mesma revista em que prometeu que um governo tucano mexerá profundamente nas bases da economia, o presidente do PSDB declarou apoio irrestrito à reeleição de sua companheira Yeda Crusius ao governo do Rio Grande do Sul, o que pode tornar difícil a manutenção da aliança entre o PSDB e o PMDB no estado. Os tucanos gaúchos preferiam que Yeda desistisse de concorrer e fosse para uma das duas casas que comprou depois de eleita.
fonte:Brasilia confidencial

Comitê da maldade está aberto, afirma Abicalil sobre panfletos

O deputado federal Carlos Abicalil (PT) registrou um boletim de ocorrência contra os panfletos apócrifos que citam seu nome. Distribuídos em Cuiabá, os panfletos afirmam que o petista foi o único na Câmara Federal que votou contra o aumento de 7,7% para os aposentados e pensionistas.

Como pré-candidato a senador, ele promete não dar trégua ao que classifica de atitude criminosa e mentirosa. “O comitê da maldade está aberto. É caso de polícia”, diz. O parlamentar ainda garante que votou, sim, a favor do aumento salarial dos aposentados. “Votei a favor do reajuste de 7,2% e qualquer cidadão pode conprovar isso”, afirma.
Abicalil promete verificar um procedimento jurídico para que haja uma investigação policial sobre esta ação. Quer saber quem mandou e quem se prestou a imprimir os dizeres. Sem citar nomes de suspeitos, Abicalil acredita em uma trama política de bastidores. “Tratas-se de um crime explícito. O anonimato é pura covardia”, frisa.


Contra aumento a aposentados, Abicalil vira alvo de panfletos

Em ritmo de campanha, adversários já se posicionam para o ataque. O novo "bombardeado" por panfleto apócrifo é o deputado federal e pré-candidato ao Senado Carlos Abicalil (PT). Nesta quarta (23), alguns bairros e o centro da Capital amanheceram forrados de panfletos, com os dizeres “Inimigo dos aposentado. Abicalil nunca mais”.
A crítica feita no panfleto refere-se à proposta de aumento, aprovada no dia 4 de maio e adicionada à medida provisória que reajusta o benefício de aposentados que ganham acima de um salário mínimo. A Câmara decidiu aumentar de 6,14% para 7,7% o percentual de reajuste. A medida também foi aprovada pelo Senado. Dos 81 senadores, 78 estavam presentes no momento da votação. Agora, caberá ao presidente Lula a sanção ou o desgaste político de um eventual veto.

O deputado Abicalil, vítima dos ataques, é também presidente do diretório regional do PT.
fonte: red news

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Dilma chega a 40%, lidera corrida presidencial e venceria também no 2º turno

A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, aparece na liderança da corrida presidencial com índices que variam de 38,2% a 40%, dependendo da lista de candidatos apresentados.
No cenário com todos os postulantes, ela tem 38,2% das intenções de voto, contra 32,3% de José Serra (PSDB) e 7% de Marina Silva (PV). No cenário em que só aparecem os três, Dilma vai a 40%, Serra a 35% e Marina a 9%.
Os dados fazem parte da pesquisa encomendada ao Ibope pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira (23).

Em um eventual segundo turno, o cenário também é favorável à ex-ministra da Casa Civil. Dilma venceria Serra por 45% a 38% e bateria a verde Marina Silva por 53% a 19%.
Na pesquisa espontânea, Dilma também alcança a dianteira com 22%. Neste cenário Serra tem 16%, Marina Silva outros 3% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pela legislação é proibido de disputar uma nova reeleição, tem 20%.


A pesquisa CNI/Ibope foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 16292/2010 e realizada entre os dias 19 e 21 deste mês. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 140 municípios.
fonte:PT-nacional

Serra e o vice:Todas as mangas estão podres


Conversei rapidamente com o Oráculo de Delfos.


É que essa falta de vice do Serra me angustia profundamente.
- Já houve isso antes, tanto tempo sem um vice ?

- Nunca.

- Isso é bom ou ruim ?
- Péssimo.

- E por que ele não escolhe logo ?
- Porque não tem quem escolher.
- Mas, não será uma questão de estratégia, esperar a hora certa, o nome certo ?
- Nada disso.
- Então, o que é ?
- É que ele olha para o balaio e só tem manga podre lá dentro.

Pano rápido.
fonte: Conversa Afiada/Paulo Henrique Amorim






Paulo Henrique Amorim

terça-feira, 22 de junho de 2010

Salários em Lucas do Rio Verde - MT

O prefeito de Lucas, Marino Franz, o vice, secretários municipais e vereadores também devem ter reposição salarial de 6,5%. O projeto foi apresentado ontem à noite na câmara e foi para as comissões onde receberá pareceres. A reposição será dividida em duas vezes e, recentemente, foi aprovada para os servidores de todas as secretarias. Pra quem está no primeiro escalão, 3% serão aplicados em julho e 3,5% em janeiro do ano que vem. Com os 2 percentuais, o salário do prefeito passará para R$ 8,4 mil. Os secretários municipais passarão a ganhar R$ 6,3 mil - um dos melhores salários de 1º escalão em Mato Grosso. O salário do presidente da câmara vai para R$ 3, 4 mil e dos vereadores R$ 2,9 mil. O vice-prefeito passará a receber em janeiro.
Fonte: Só noticias

Geração de emprego com carteira assinada bate recorde em maio, aponta Caged

O Brasil gerou 298.041 empregos com carteira assinada em maio. Foi o melhor resultado para o mês de maio e o quarto melhor desempenho mensal do mercado de trabalho em toda a história do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Nos primeiros cinco meses do ano, o número de novos empregos formais somou 1,26 milhão, mais da metade da meta de 2,5% milhões prevista para todo este ano.
O desempenho do mercado de trabalho entre janeiro e maio animou o ministro Carlos Lupi a aumentar a previsão do governo sobre a geração de empregos em 2010 e ao longo dos oito anos de Governo Lula. Segundo Lupi, a criação de empregos durante os dois mandatos de Lula deve chegar a 15 milhões. De janeiro de 2003 ao fim de maio de 2010 foram gerados 13.013.131 postos de trabalho.
O ministro acredita que a Copa do Mundo de futebol e as eleições vão aumentar o número de trabalhadores empregados.“A Copa do Mundo e as eleições impulsionam a economia e criam empregos temporários e na indústria. Isso gera um efeito sazonal”, explicou.
Em maio, o setor Serviços contratou mais 86.104 trabalhadores. A agricultura empregou mais 62.247 pessoas e registrou a maior elevação do nível de emprego no mês dentre todos os setores e subsetores de atividade econômica. Esse desempenho, de acordo com o Ministério do Trabalho, está associado à interação entre fatores conjunturais e sazonais, estes relacionados às atividades de cultivo de cana-de-açúcar e café na Região Sudeste.
A Indústria de Transformação criou mais 62.220 postos de trabalho. E, pelo terceiro mês consecutivo, o setor Comércio apresentou desempenho recorde, com a geração de 43.465 empregos, sobretudo no segmento varejista.
Já a Construção Civil teve, em maio, o quinto mês consecutivo de geração recorde de empregos. Contratou quase 40.000 trabalhadores.
Fonte: Brasília Confidencial

Emir Sader : O que está em jogo nas eleições de 2010

Em quatro meses o Brasil terá decidido quem será o próximo(a) presidente(a). Destaca-se muitos aspectos da particularidade desta campanha, desde o de que Lula não será candidato, pela primeira vez, desde que o fim da ditadura trouxe as eleições, até o do protagonismo de duas mulheres entre os três principais candidatos.

Mas o tema mais importante é o do julgamento de um governo até aqui sui generis na história política do país. Um presidente de origem operária, imigrante do nordeste, chega ao final do seu mandato com a maior popularidade da história do país e submete democraticamente seu governo a uma consulta popular, mediante a apresentação como sua possível sucessora da coordenadora do seu governo.
Um governo que começou rompendo o caminho do Área de Livre Comércio das Américas, conduzido pelo governo anterior, que teria levado o Brasil e todo o continente à penosa situação do México: 90% do seu comércio exterior com os EUA, como reflexo disso na crise retrocedeu 7% seu PIB no ano passado, foi ao FMI de novo, assinando a Carta de Intenções (deles).
O novo governo promoveu uma reinserção internacional do Brasil, privilegiando os processos de integração regional e as alianças com o Sul do mundo. A China tornou-se o primeiro parceiro comercial do Brasil, o segundo é a América do Sul como um todo, em terceiro os EUA. A crise revelou os efeitos dessa mudança: pudemos superá-la rapidamente pela diversificação do comercio internacional e a menor dependência das relações com os EUA, a Europa e o Japão. (Além do papel importante do mercado interno de consumo populasr.)
Esse é um dos temas que está em jogo: o lugar do Brasil no mundo. Seguir aprofundando essa nova inserção ou voltar à aliança subordinada com os EUA e as potências centrais do sistema.
O outro tema – em que igualmente houve maior mudança na passagem do governo FHC para o de Lula: as políticas sociais. No governo anterior, a distribuição de renda seria resultado mecânico da estabilidade monetária. Controlada a inflação – “um imposto aos pobres” -, se recuperaria capacidade de compra dos salários.
No governo Lula, as políticas sociais tiveram um papel reitor. O modelo econômico não separava o crescimento econômico e a distribuição de renda. A recuperação da capacidade do Estado de promover o desenvolvimento – este um tema abolido no governo FHC – foi também um aspecto novo, junto à extensão do mercado interno de consumo de massas. Mudou a direção do comercio exterior e seu peso, reforçando-se o mercado interno.
Esse tema também está em jogo. Os governos neoliberais deram prioridade ao ajuste fiscal, ao controle inflacionário. O governo Lula priorizou a esfera social.
Está em jogo também o papel do Estado. Como costuma acontecer, o candidato opositor considera excessiva a presença do Estado, a carga tributária, os gastos estatais, os investimentos e os custos da maquina estatal. As criticas ao supostos “corporativismo” e a comparação com Luis XIV tem como direção o Estado mínimo e a presença maior do mercado.
No seu sentido geral, podemos dizer que as eleições deste ano definem se o governo Lula é um parêntese, com o retorno das coalizões tradicionais que governaram o Brasil ao longo do tempo ou se é uma alavanca para definitivamente sair do modelo neoliberal e construir uma sociedade justa, solidária, democrática e soberana. Caso se dê esta última alternativa, os setores conservadores sofrerão uma derrota de proporções, com toda uma geração dos seus representantes políticos praticamente terminando suas carreiras e abrindo espaço para grandes avanços na direção das orientações do governo Lula.
fonte:PT Nacional

quarta-feira, 16 de junho de 2010

MG : Hélio Costa (PMDB) 49,5% x 20,7% Anastasia (PSDB)

eleição terminaria no 1° turno se fosse hoje
entre os mineiros, Dilma lidera com 37,3% contra 32,1% de Serra
Pesquisa Sensus realizada em Minas Gerais em 10 e 11.jun.2010 indica vitória no 1° turno do candidato apoiado por Lula no Estado. O ex-ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB) tem 49,5% das intenções de voto e o candidato da oposição, Antonio Anastasia (PSDB), 20,7%.
A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. Ou seja, mesmo que o erro diminua o percentual de Costa e aumente o de Anastasia, se fosse hoje, ela terminaria no 1° turno. Em 3° lugar, aparece José Fernando (PV), com 3,9% dos votos. Brancos, nulos e indecisos somam 25,9%.

O n° de registro da sondagem no TRE-MG é o 34286/2010. Ela foi feita com 1.500 eleitores de Minas e foi contratada pelo PR-MG.
Essa é a 1ª pesquisa sobre a eleição em Minas Gerais depois que o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, desistiu de concorrer ao governo. A última pesquisa Sensus (realizada de 27 a 29.mai.2010) trazia 2 cenários, 1 com Pimentel fazendo as vezes de candidato de Lula e outro com Hélio Costa. Ambos conseguiam o 1° lugar (Costa com 31,1% dos votos e Pimentel com 27,7%) à frente de Anastasia (que variou de 20,5%, contra Costa, a 21,4% contra Pimentel).
Aqui, quadro detalhado com a evolução da intenção de voto para a eleição do próximo governador de Minas Gerais desde mar.2009.

Presidente

A pesquisa Sensus também questionou os eleitores de Minas Gerais sobre a eleição presidencial. Dilma Rousseff (PT) fica com 37,3% dos votos, José Serra (PSDB), com 32,1%, e Marina Silva (PV), com 7,3%. Eleitores indecisos e os que votarão em branco ou nulo somam 20,6%. Juntos, candidatos nanicos somam 2,7% da preferência dos eleitores.

Com relação à última pesquisa Sensus, Dilma oscilou 1,4 ponto percentual dentro da margem de erro, que é de 2,5 pontos percentuais (ela tinha 35,9% da intenção de voto dos mineiros e foi para 37,3%). Serra, por sua vez, caiu 2,8 pontos, mais que os 2,5 pontos da margem de erro (ele saiu de 34,9% e ficou em 32,1%).

Por Fernando Rodrigues

FAO prevê que o Brasil será o maior produtor agrícola do mundo

O Brasil terá a maior produção agrícola do mundo na próxima década. É o que prevê o relatório anual Perspectivas Agrícolas 2010- 2019, publicado hoje (15) pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) e pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
De acordo com a publicação, a produção agrícola brasileira aumentará 40% de 2010 a 2019 – crescimento superior ao da Rússia, Ucrânia, China e Índia, que devem registrar percentual médio superior a 20% no mesmo período.
O informe aponta os setores de etanol e oleaginosas como alguns dos destaques da agricultura brasileira. A produção de álcool combustível deve crescer 7,5% ao ano até 2019, segundo a agência de notícias da BBC. No setor das oleaginosas, o Brasil deve se tornar o maior exportador mundial em 2018, superando os Estados Unidos. A tendência é de que a produção brasileira passe dos atuais 26% da produção mundial este ano para 35% em 2019.
Para a FAO e a OCDE, o ritmo do crescimento agrícola será mais lento na próxima década em relação aos últimos dez anos, mas atingirá a meta de 70% de aumento estimada para atender a demanda mundial por alimentos prevista para 2050.
 Fonte:Agência Brasil

Emergentes devem responder por 57% do PIB mundial em 2030, diz OCDE

A participação dos países emergentes no PIB mundial passou de 38% em 2000 para 49% neste ano e deverá atingir 57% em 2030, segundo o estudo Perspectivas sobre o Desenvolvimento Mundial 2010 - Deslocamento da Riqueza, publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quarta-feira.
O documento não especifica em que ano a contribuição dos emergentes no PIB deve passar a ser maior do que a dos países ricos. Ele analisa as transformações estruturais na economia mundial nos últimos 20 anos, que transferiram o "centro de gravidade econômico do planeta” em direção ao leste e ao sul do globo - dos países ricos que integram a OCDE para os países emergentes - fenômeno que a organização chama de "deslocamento da riqueza".
"Esse realinhamento da economia mundial não é um fenômeno transitório, mas representa uma mudança estrutural de importância histórica", diz o estudo.
O número de países emergentes foi multiplicado por mais de cinco durante a década de 2000, passando de 12 para 65 países. A OCDE define como países emergentes as economias cujo crescimento econômico médio por habitante equivale a mais do que o dobro do registrado nos países ricos da OCDE, que foi de 3,75% nos anos 90 e 3% nos anos 2000.
O PIB da China e da Índia cresceu na década de 2000 de três a quatro vezes mais do que a média dos 31 países que integram a OCDE. No mesmo período, o número de países pobres foi reduzido em mais da metade, de 55 para 25. O estudo divide o mundo em quatro grupos: países ricos, convergentes (emergentes), em dificuldade e pobres.


Década perdida
O relatório aponta que há dois períodos distintos em termos de crescimento econômico. Para a maioria das economias em desenvolvimento, os anos 90 representaram uma nova "década perdida", dificultada pelas crises financeiras.
Esse período afetou sobretudo a América Latina, onde as reformas adotadas praticamente não permitiram o crescimento econômico, e a África, cuja economia continuou estagnada, diz o documento.
Mas nos anos 2000 a maior parte dos países em desenvolvimento registrou a primeira década de forte crescimento. Segundo o relatório, Isso ocorreu em razão da abertura econômica de países como China, Índia e a Rússia iniciada nos anos 90 e que produziu um "choque" em termos de mão-de-obra no mercado mundial, diz o relatório.
O crescimento nos países emergentes também estimulou a demanda por inúmeros produtos, sobretudo petróleo e metais industriais, transferindo a riqueza para os exportadores de matérias-primas.
Isso permitiu que países emergentes passassem do status de devedores para o de credores, o que manteve as taxas de juros nos Estados Unidos e no mundo a um nível abaixo do que elas deveriam ter atingido, diz o documento.
"A acumulação de desequilíbrios econômicos durante a década passada provocou modificações na composição da riqueza mundial a favor dos países com excedentes comerciais. Os Estados Unidos, assim como outros países da OCDE, têm sido financiados por países como China, Brasil e Rússia e países do Golfo Pérsico, que até recentemente não tinham nenhum papel significativo como investidores internacionais", afirma o estudo.
Os Estados Unidos se tornaram o maior devedor mundial. No final de 2009, mais da metade dos títulos do tesouro americano (57,8%) estava nas mãos de países que não integram a OCDE, como China, Brasil, Rússia e exportadores de petróleo.
A China, incluindo Hong Kong, detém mais de US$ 1 trilhão em títulos da dívida americana (mais de um quarto do total), o que corresponde a 24% do PIB dos Estados Unidos. O Brasil detém US$ 169 bilhões, o que equivale a 4,6% do total.
O comércio e os investimentos diretos estrangeiros (ligados às atividades produtivas) nas novas relações Sul-Sul também ganharam importância e representam uma tendência que irá continuar, afirma a OCDE.
Enquanto o comércio mundial foi multiplicado por quatro entre 1990 e 2008, as trocas comerciais Sul-Sul cresceram mais de dez vezes no período. Os países em desenvolvimento já representam 37% do comércio mundial. Cerca da metade dessas trocas é constituída de fluxos entre países do Sul.
A China é o país em desenvolvimento que mais investe no exterior. Segundo estimativas, o montante desses investimentos ultrapassa US$ 1 trilhão. "Mas esse fenômeno é mais amplo e diz respeito a inúmeras empresas brasileiras, indianas e sul-africanas", diz o documento.
"Em razão da nova configuração do poder econômico e político mundial, os países ricos não podem mais decidir sozinhos. Uma nova arquitetura da governança mundial está emergindo e reflete a evolução das realidades econômicas", diz o estudo da OCDE.

Fonte:BBC Brasil

terça-feira, 15 de junho de 2010

Lula sanciona reajuste de 7,7% a aposentados e pensionistas


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu nesta terça-feira (15) sancionar o reajuste de 7,72% aos aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo e vetar o fim do fator previdenciário.O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega
“O presidente resolveu vetar o fim do fator previdenciário e sancionar o aumento de 7,72% e nos liberou para fazer cortes que vão compensar o aumento de R$ 1,6 bilhão este ano [que será gerado com a diferença entre o 6,14% e 7,72% no Orçamento da União", afirmou o ministro.
Mantega explicou que o presidente autorizou a equipe econômica a mandar para o Congresso, se necessário, emendas para manter a solidez das contas públicas. O ministro ressaltou que a preocupação central é manter o equilíbrio fiscal do governo.
O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), que acompanhou Mantega, afirmou que a decisão não se baseou nas eleições, mas em uma demanda popular. “Foi criada uma expectativa muito grande. Mas não prevaleceu nenhuma decisão política. Não tem nada a ver com as eleições. [Se fosse vetado] teria de se fazer uma nova medida provisória, que só seria votada em agosto", falou.
A proposta original do governo era de um reajuste de 3,5%, mas depois de um acordo com as centrais sindicais e entidades dos aposentados, ficou definido o índice de 6,14%. No Congresso, a medida provisória recebeu duas emendas, a do fim do fator previdenciário e a elevando para 7,7% o aumento.
Ontem (14), em evento em Minas Gerais, Lula afirmou que não pretendia estragar a sua boa relação com os trabalhadores aposentados.
fonte:PT nacional

REDE GLOBO É SERRA

O Jornal Nacional (Rede Globo) fez a cobertura da Convensão do PSDB, pasmem 4 minutos e 51 segundos. Pergunto quantos minutos foi dedicado a candidatura da Marina e da Dilma. Da Dilma as informações que tenho foram de aproximadamente 40 segundos.


E notório que a Rede Globo apóia discaradamente José Serra, do PSDB, já fez uma tentativa de ligar os 45 anos de Rede Globo ao candidato Serra, 45, e teve que tirar tamanha repercursão negativa e manifestações por esse pais afora.

Como sabemos o PIG – PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA , liderado por essa emissora não quer a continuidade do governo popular e tem uma grande dificuldade de reconhecer os avanços econômicos e sociais deste governo. Sua patrulha de choque e escalada a toda hora pra desmerecer os dados que ate o presente momento a grande maioria são favoráveis ao governo do presidente LULA.

Essa tentativa desesperada de ajudar o Serra terá resultados?Será essa uma eleição de mudança ou continuidade?Terá poder a rede globo de manipular essas eleições e interferir no processo democrático? A opinião pública e constantemente modulada, repartida, induzida conduzida pelos meios de comunicação?

Vamos ficar atentos não e apenas uma eleição e um projeto de vida, de futuro, que esta dando certo e que essa elite quer destruir a todo custo.

Unidos vamos dizer não ao PIG.
fonte: paulo angeli

segunda-feira, 14 de junho de 2010

NY Times: o crescimento econômico é um tiro no peito do Serra

O jornal New York Times deste domingo (clique aqui para ler) publica interessante artigo de Michael Powell na coluna “Economix”.


Chama-se “Crescimento e a Direita” (quer dizer, a UDN do Serra e do Fernando Henrique).

Ele se refere a um estudo de dois economistas europeus, Markus Bruckner e Hans Peter Gruner, que estabelecem uma ligação entre baixo crescimento econômico e o crescente apoio aos partidos políticos radicais, especialmente os radicais de direita.
“Um baixo crescimento econômico aumenta o apoio às plataformas políticas extremistas”.

A partir de estudos de economista de Harvard, Benjamin Friedman (que não se perca pelo nome ! – PHA), eles mostram que os partidos de esquerda (e trabalhistas – PHA) avançam quando a economia se expande, pois os eleitores se sentem mais seguros, com a expansão da rede de proteção social (aumento real do salário mínimo, Bolsa Família – PHA).
Os partidos de direita (como a UDN do Fernando Henrique e do Serra, um partido que vai à Bahia e não convida um negro para o palanque), esses partidos de direita, diz o estudo, se beneficiam da incerteza, da insegurança.
É o que acontece com o movimento Tea Party, nos Estados Unidos, que está à direita de George Bush.
Os eleitores pressionados pela insegurança econômica deixam de acreditar que os partidos convencionais possam resolver seus problemas.
E votam na Direita (como a UDN do Fernando Henrique e do Serra).

O Conversa Afiada sempre soube que o Vesgo do Pânico tem mais chance de ser Presidente do que o FHC/Serra – clique aqui para ler como a Petrobrás aumentou as compras no Brasil, enquanto o Governo FHC/Serra comprava em Cingapura.
Por um motivo muito simples: o Brasil cansou do paulistismo.
Cansou dos tucanos de São Paulo e de sua “visão de mundo”: primeiro São Paulo e o resto é o resto.
O estudo desses economistas europeus apenas comprova o que Conversa sempre achou.

Sorry, periferia …
(Mas, a sério, clique aqui e leia o que a sempre competente Maria Inês Nassif (*) já disse sobre o sentimento antipaulista do eleitorado brasileiro)
Resumo da ópera: só a baixaria salva o Serra.
A propósito, clique aqui para ler sobre o último dossiê da Folha (**), que não passa de outra “ficha” da Dilma.
Em tempo: saiu a pesquisa Focus do Banco Central desta segunda feira: o PIB vai crescer 7%. Você já viu a oposição ganhar quando o PIB cresce 7% ? Veja o que diz o boletim do Bradesco sobre a Focus: expectativas para o PIB em 2010 mostraram elevação para 7,0%. As projeções de mercado das principais variáveis mostraram correções importantes em relação à semana anterior, segundo o Relatório Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central, referente à semana até 11 de junho. O destaque desta divulgação ficou para a elevação da expectativa para o crescimento do PIB em 2010, que passou de 6,6% para 7,0%, e se mantendo estável em 4,5% para 2011. Já a expectativa para o IPCA para 2010 registrou novamente uma leve queda, passando de 5,64% na semana anterior para 5,61%. Para 2011, a expectativa para a inflação ao consumidor ainda se manteve em 4,80%.
Paulo Henrique Amorim

(*) Será que o Serra liga para os filhos do Roberto Marinho e para os filhos do “seu Frias” para pedir a cabeça da Maria Inês ? Não duvido nada …

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
Fonte: Conversa Afiada

Relatório do Banco Central: PIB vai crescer 7%. Que horror !

Leia, amigo navegante, a péssima notícia que a newsletter do Bradesco acaba de divulgar, com comentários sobre a pesquisa Focus do Banco Central:

Relatório Focus: expectativas para o PIB em 2010 mostraram elevação para 7,0%
As projeções de mercado das principais variáveis mostraram correções importantes em relação à semana anterior, segundo o Relatório Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central, referente à semana até 11 de junho.
O destaque desta divulgação ficou para a elevação da expectativa para o crescimento do PIB.
em 2010, que passou de 6,6% para 7,0%, e se mantendo estável em 4,5% para 2011. Já a expectativa para o IPCA para 2010 registrou novamente uma leve queda, passando de 5,64% na semana anterior para 5,61%. Para 2011, a expectativa para a infl ação ao consumidor ainda se manteve em 4,80%.
Já para a taxa de câmbio de final de período, houve estabilidade das expectativas para 2010, em R$/US$ 1,80, sendo que, para 2011, as expectativas medianas passaram de R$/US$ 1,85 para R$/US$ 1,86.
Por fim, as expectativas para a meta da taxa Selic, para final de 2010, se mantiveram em 11,75%, enquanto mostraram elevação de 11,50% para 11,75% para 2011.

fonte:conversa afiada

Lula denuncia ‘jogo rasteiro’ e “sujo” da oposição

O presidente Lula denunciou ontem o expediente da oposição de conduzir a disputa eleitoral à base de falsos dossiês em lugar de projetos de governo. Ao discursar na convenção nacional do PT que oficializou a candidatura de Dilma Rousseff e de Michel Temer, respectivamente à Presidência e à Vice-Presidência da República, Lula disse esperar “adversários dispostos a discutir com nível e que não façam jogo rasteiro, inventando dossiê todo dia”.

Mais adiante, o presidente lembrou a “crise que cheirava a quase golpe em 2005″ e, após recomendar “tranquilidade” à candidata petista e a seu companheiro de chapa, disse que “vocês todos viram o nível da campanha em 2006″. O presidente lançou ainda uma espécie de advertência às oposições.
“Não tentem ultrapassar o limite de política, porque as pessoas não sabem o que pode acontecer neste país”, alertou.
Lula também criticou a mídia, que, na sua opinião, favorece a candidatura tucana. O presidente citou “um certo canal de televisão” que exibiu “30 segundos da Dilma e 7 minutos do outro candidato” para depois reclamar imparcialidade na cobertura eleitoral.
“É preciso que a imprensa seja neutra ou, no mínimo, que diga que tem candidato, porque aí nós vamos mudar pro canal da nossa candidata.”
Por fim, o presidente brincou que, neste pleito, “vai haver um vazio na cédula eleitoral”, porque é a primeira vez em que ele não disputa uma eleição desde a redemocratização.
“Por isso é que eu mudei de nome. Em vez de Lula, nesta eleição eu vou me chamar Dilma.”
Realizada em Brasília, a convenção nacional do PT foi voltada para as mulheres. Antes da fala de Dilma, um vídeo exibido nos dois telões do Unique Palace, local da convenção, lembrou a história de várias mulheres, como Anita Garibaldi, Chiquinha Gonzaga e a Princesa Isabel. Algumas personalidades femininas notáveis também foram ao evento, como Maria da Penha, que dá nome à lei que pune a violência contra mulheres, a escritora Rose Marie Muraro e outras. A economista Maria Tavares da Conceição, doente, não foi, mas mandou uma carta de apoio a Dilma, de quem foi professora.
Fonte:Fabricio Moreira/Brasilia Confidencial

“A continuidade que o Brasil deseja é seguir mudando para melhor”

O discurso de Dilma Rousseff ontem na convenção nacional do PT que oficializou sua candidatura à Presidência da República e a de Michel Temer como vice-presidente revelou o mote da campanha petista – “Para o Brasil seguir mudando” – e expôs pontos de programa de governo que Dilma tem reiterado em discursos e entrevistas. Sobre o comportamento adotada pela oposição, quando exerceu o governo e durante a atual campanha, o discurso da candidata conteve duas referências: a primeira, uma crítica ao abandono de dois terços da população pelos governos anteriores; a segunda, um ataque ao que condenou como “envenenamento” e tentativa de “divisão estéril” usados por seus adversários em detrimento de um debate político sério.


Leia, a seguir, os principais trechos do pronunciamento de Dilma:

“O nosso presidente Lula mudou o Brasil. E o Brasil, por causa dessa mudança, quer seguir mudando. A continuidade que o Brasil deseja é seguir mudando para melhor o emprego, a saúde, a segurança, a educação. É seguir mudando com mais crescimento e inclusão social. É seguir mudando para que outros milhões de brasileiros saiam da pobreza e entrem na classe média, como nós conseguimos durante o governo do nosso presidente Lula. É seguir mudando para diminuir ainda mais a desigualdade entre as pessoas, os gêneros, as regiões e as etnias.”
“Quase todos os presidentes que nos antecederam, que antecederam o governo do presidente Lula, governaram para um terço da população. (…) Para muitos deles, o resto da população era resto, era peso, era carga, era estorvo. (…) Sempre diziam: tem que arrumar a casa primeiro, para depois melhorar a situação. Falavam e nunca arrumavam a casa. (…) O resultado era um só. O Brasil era uma casa dividida, marcada pela injustiça e pelo ressentimento. Nós fizemos o contrário. E provamos que aquilo que era considerado estorvo, peso e carga, eram na verdade a força, o impulso para crescer, avançar e fazer esse país, um país de todos.”
“Nós podemos dizer que vamos erradicar a miséria nos próximos anos. Porque já começamos a fazer. Vamos erradicar a miséria e nos tornarmos um dos países de uma das maiores e mais vigorosas classes médias do mundo.”
“Para ampliar o que nós conquistamos, precisamos reforçar. (…) Esse trabalho terá como prioridade, para nós, a educação de qualidade, dando sequência à transformação educacional que está em curso no Brasil, da creche à pósgraduação. (…) Se eleita presidente, eu vou liderar sem descanso esse processo de levar a educação a todos os brasileiros e brasileiras. Educação de qualidade.”
“Para o Brasil seguir mudando, e para melhor, é fundamental promover um salto de qualidade na assistência universal produzida pelo Sistema Único de Saúde.

Nossas prioridades na saúde estarão baseadas em três pilares: financiamento adequado e estável para o Sistema Único de Saúde; valorização das práticas preventivas; organização dos vários níveis de atendimento, garantindo atendimento básico, de ambulatorial nas unidades de Saúde, nas UPAS, nas Unidades de Pronto Atendimento.”

“Para o Brasil seguir mudando para melhor, precisamos investir, ainda mais, em pesquisa, inovação e política industrial.”
“Para o Brasil seguir mudando é preciso investir na inclusão digital, no acesso á internet. (…) Quero ser também a presidente da inclusão digital.”

“Para o Brasil seguir mudando, é preciso investir em segurança pública. Isso exige uma ação planejada e concentrada em segurança nas áreas urbanas. (…) É preciso lutar contra o crime organizado, contra o roubo de cargas, contra o tráfico de armas e, sobretudo, contra as drogas.”

“Para o Brasil seguir mudando, é preciso voltar a fazer o planejamento urbano, revigorar a meta de prover serviços públicos fundamentais como água e esgoto sanitário. E aumentar a paz social dentro das nossas cidades. Melhorar o ambiente das cidades é uma ação urgente e necessária, já iniciada com o Programa de Aceleração do Crescimento. É hora de avançar ainda mais, ampliando o acesso ao esporte, lazer e a cultura. Melhorando cada vez mais o saneamento básico e os serviços de saúde de qualidade. E assegurando um tipo de transporte acessível e eficiente.”

“Para o Brasil seguir mudando, é preciso continuar a investir maciçamente em infraestrutura. (…) Vamos construir e melhorar portos e aeroportos, rodovias, ferrovias e hidrovias. Ampliar e garantir mais eficiência ao nosso sistema elétrico, aos meios de transporte, incluindo o trem de alta velocidade e de transporte de cargas. Eu quero ser a presidente da consolidação da infraestrutura brasileira, completando o grande trabalho do presidente Lula.”

“Para o Brasil seguir mudando, nós precisamos vencer o déficit habitacional, a falta de moradia, já nessa década que se inicia. Com o Minha Casa, Minha Vida, garantimos subsídios que evitam os preços dos financiamentos insuportáveis para os mais pobres. Mobilizamos o setor privado e simplificamos a burocracia. Participei da concepção e da coordenação do Programa Minha Casa, Minha Vida. Esse programa, portanto, eu sei como fazer para avançar mais. E nós já temos pronto o projeto para mais 2 milhões de moradias.”

“Para o Brasil seguir mudando, temos que continuar modernizando a política de desenvolvimento regional, reconhecendo as particularidades de cada estado, cada região. Eu quero ser, depois do presidente Lula, a presidente da moderna integração regional do país.”
“Para o Brasil seguir mudando, é preciso assegurar a estabilidade e continuar as reformas que melhoram o ambiente econômico, em especial a Reforma Tributária. (…) Vamos investir para informatizar todos os tributos. Ampliar a base de arrecadação e diminuir as alíquotas dos impostos. Vamos aprofundar a desoneração do investimento.”

“Para o Brasil seguir mudando, nós precisamos valorizar a nossa cultura.
Vamos ampliar a produção e o consumo de bens culturais com base em nossa diversidade. Dar meios e oportunidades para a criatividade popular (…).”

“Para o Brasil seguir mudando, precisamos aproveitar, em benefício de todo o país, as reservas extraordinárias do présal descobertas pela nossa querida Petrobras. (…) Seus recursos devem formar uma robusta poupança para servir a todas brasileiras e brasileiros, com investimentos em educação, cultura, meio ambiente, ciência e tecnologia e combate à pobreza.”
“Para o Brasil seguir mudando, precisamos aprofundar a nossa democracia, aperfeiçoando e valorizando nossas instituições. Unir o melhor das nossas energias para fazer a Reforma Política. Não dá mais para adiar esta reforma.”

Para o Brasil seguir mudando é preciso, acima de tudo, manter e aprofundar o olhar social do governo do presidente Lula. (…) Para aprofundar esse olhar, ninguém melhor do que uma mulher na presidência da República. Nós, mulheres, nascemos com o sentimento de cuidar, de amparar e de proteger. Somos imbatíveis na defesa de nossos filhos e da nossa família.”
Fonte:Brasilia confidencial

domingo, 13 de junho de 2010

Um fim de semana de convenções partidárias

Neste final de semana acontecem três grandes convenções partidárias nacionais. A de Dilma Rousseff que se realiza com o PT unido em torno de sua candidata, com apoio do governo, dos partidos aliados e do presidente da República. Uma candidata que já tem um vice definido, o deputado Michel Temer; e homologada em meio a uma pré-campanha até agora sem crises – a não ser as que a mídia tentou criar a partir de factóides tucanos como a farsa do Dossiê Serra. É, dentre todas as candidaturas, a que reúne maior número de partidos em aliança – e o maior número de legendas numa coligação na história das disputas pela presidência da República em eleições diretas. Em alguns poucos casos a composição da coligação varia de Estado para Estado, mas sempre para somar, para acrescentar partidos que, em outras unidades de federação estejam integrando outras coligações.

A pouco menos de quatro meses do 1º turno das eleições, Dilma passa pela convenção oficial em condição de empate técnico com o principal adversário, o tucano José Serra – nas últimas pesquisas tinha uma média de 37% dos votos – mas todas essas sondagens mostram seu crescimento contínuo em todas as faixas da população, níveis de instrução e de renda, Estados e regiões do país. São levantamentos que apontam, ainda, o aumento do grau de conhecimento do eleitor em relação à Dilma, de que ela é a candidata do governo e do presidente Lula – e à medida que isso sobe aumenta a adesão a ela e seus percentuais nas pesquisas espontâneas, enquanto cai sua taxa de rejeição.
A outra convenção deste fim de semana é a nacional do PMDB, que também ocorre em Brasília, para homologar a aliança nacional do partido com o PT e a indicação de Michel Temer para vice da Dilma, e a decisão de que o partido não terá candidato próprio ao Planalto. Não há chances de vingar a tese da candidatura própria, que seria a do ex-governador Roberto Requião, inscrito pelo senador Pedro Simon, até porque o que Requião quer mesmo é ser candidato ao Senado.
A terceira convenção do fim de semana é a nacional do PSDB em Salvador, para homologar a candidatura Serra. Uma candidatura em situação oposta à de Dilma. Em crise, com o candidato sem propostas, sem rumo, sem metas, sem programa de governo e sem vice. Serra tornou-se um franco atirador. Às vezes lança um tema no ar, a cada dia, outras, fica semanas explorando um tema que não tem nada a ver – ou pelo menos não requereria uma semana de discussão como o tráfico de drogas, ataques à Bolívia e ao Mercosul, independência e autonomia do BC, etc. É claramente um candidato em busca de um discurso que empolgue ou emplaque junto ao eleitor. Serra há um ano e meio aparece empacado ou cai continuamente nas pesquisas. Acabou seu recall por ter disputado eleições em 2002, 2004 e 2006 e agora está empatado com Dilma.
O candidato tucano não conseguiu agregar mais partidos à sua coligação básica, PSDB-DEM-PPS, salvo em um ou outro Estado uma legenda desgarrada, tipo o PV no Rio, ou o PMDB quercista de SP. O PPS, insignificante, nunca existiu politicamente e eleitoralmente. E quem tem o desgastado DEM ao seu lado, não tem um apoio, tem um peso, um container que o próprio Serra gostaria de se livrar de carregar. Além disso, não tem vice – salvo grande surpresa neste sábado, a escolha ficou para depois da convenção. Examina nove currículos: dos senadores tucanos Tasso Jereissati (CE), Sérgio Guerra (PE) e Álvaro Dias (PR); do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), senador Agripino Maia (DEM-RN) e da ex-vice-governadora do Pará, Valéria Pires Franco (DEM); do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) e do ex-presidente Itamar Franco (PPS). Tanta opção porque o vice de sua preferência e sonhos, o governador de Brasília, José Roberto Arruda, naufragou no escândalo do DEM-DF e nos dois meses em que ficou preso em cela da PF.
Fonte-Zé Dirceu

Dilma cobra discussão de projeto e fim de mentiras na campanha

Sem citar nomes, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, criticou neste sábado o nível da campanha eleitoral. Em discurso na convenção nacional do PMDB, a petista pregou o fim das “mentiras e da manipulação” e propôs um debate sobre projetos para o Brasil.

“Vamos defender a democracia também dos seus inimigos, os seus maiores inimigos: a mentira, a manipulação, a falsidade! Vamos defender a democracia com a verdade que ilumina”, disse.
Em entrevista após a convenção, os petistas envolvidos na campanha de Dilma refutaram as denúncias de envolvimento na elaboração de um suposto dossiê. Na edição de sábado, o jornal Folha de S. Paulo diz que uma investigação teria sido feita na conta bancária do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge.
“Do ponto de vista eleitoral, por que alguém iria investigar o Eduardo Jorge? Que efeito isso traria? (O tucano) é o famoso “quem”, né?”, ironizou o presidente do PT, José Eduardo Dutra, para quem a história é “absurda”. Para o líder do governo na Câmara, Candido Vaccarezza, e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, as acusações não têm relação nem com Dilma nem com o PT.
Para o ministro, trata-se de jogar cortina de fumaça na discussão política.
“Essa é mais uma das formas de tentar trazer um tema que não tem nada a ver com a campanha da ministra Dilma para dentro da campanha. O problema é de quem faz e de quem divulga. A nossa insistência nessa campanha é apresentar um projeto para o país e dar continuidade ao do presidente Lula. Essa é nossa insistência. Se outros querem ter outra insistência, é com eles”, disse Padilha.
Fonte-Fabricio Moreira
Brasilia Confidencial

Com 84% dos votos, PMDB confirma Temer como vice de Dilma

presidente nacional do PMDB, Michel Temer, foi indicado pelo partido neste sábado para a vaga de vice de Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República. Presente à convenção nacional peemedebista, Dilma elogiou a escolha e ressaltou que a parceria entre as duas siglas ajudará a “defender a democracia dos que tentam levá-la para trás e tirar conquistas sociais”.

Temer teve 560 dos 660 votos (cerca de 84% do total), contra 95 do ex-governador do Paraná, Roberto Requião, e quatro do jornalista Antônio Pedreira, que também disputaram a indicação. Embora Requião tenha ameaçado questionar o resultado da convenção na Justiça, Temer elogiou tanto o ex-governador quanto Pedreira em seu discurso de agradecimento à militância.
O peemedebista também ressaltou em sua fala o papel de protagonismo do PMDB num eventual governo Dilma. Tanto Temer quanto o também peemedebista José Sarney disseram na convenção que muitas das conquistas sociais do Brasil de hoje são bandeiras antigas do PMDB, consolidadas no governo Lula.
“Sem o PMDB, o Brasil não teria chegado a este novo patamar internacional”, afirmou o presidente do Senado.
“É essa parceria que vai garantir a vitória do nosso projeto de um Brasil mais justo, mais democrático e mais direito”, disse Dilma. A candidata lembrou também que as afinidades entre as duas siglas vêm de longe, desde a época da luta contra a ditadura.
Projeto em comum
Por várias vezes, Dilma lembrou a luta política de Ulysses Guimarães, desde os anos de chumbo. A petista lembrou uma frase usada pelo peemedebista na época da Assembléia Constituinte de 1988: “Mais miserável que os miseráveis é o povo que não acaba com a miséria”. Em seguida, enumerou as melhorias nos indicadores sociais promovidas na era Lula.
“Trinta e um milhões (de brasileiros) entraram para as classes médias, e 24 (milhões) saíram da pobreza”, afirmou.
Presente e futuro
Os avanços nas políticas externa e econômica do governo também foram mencionados por Dilma e seu vice.
“Em 2011, seremos uma das economias mais desenvolvidas do mundo. O Brasil foi um dos primeiros a sair da crise com um desempenho invejável, e não mais subordinado ao FMI, como acontecia antes. Acabamos com a dívida externa, o que diziam que não faríamos, e hoje podemos negociar com soberania”, lembrou a petista.
Como projeto de governo, Dilma prometeu realizar a reforma política com financiamento público de campanha e a erradicação da pobreza no país.
“Esse futuro começou no Governo Lula.”
No começo e no fim de sua fala, a candidata do presidente Lula à Presidência mencionou uma frase do poeta Fernando Pessoa que Ulysses usou em 1973, quando se lançou como o anti-candidato, no combate à ditadura: “navegar é preciso”.
“Em 1974, o Brasil respondeu ao chamado de Ulysses com uma uma estrondosa vitória. Navegar sempre é preciso.”
Fonte-fabricio moreira
Brasil Confidencial

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Gestão ambiental em Mato Grosso não é levada a sério

As organizações ambientais, que atuam em Mato Grosso, lançaram um manifesto em que pedem “mais seriedade e empenho nas políticas ambientais” e solicitam do Governo do Estado e da Assembléia Legislativa uma manifestação sobre diversos pontos da pauta ambiental. Entre os quais, os pactos e protocolos setoriais firmados em 2007 entre o Governo e os setores da soja, cana e pecuária visando a regularização ambiental da produção rural no Estado, que deixaram de ser implementados em sua totalidade, causando graves prejuízos ao meio ambiente.

O documento, é assinado pelo Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad), Instituto Centro de Vida (ICV), Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Instituto Socioambiental (ISA), Operação Amazônia Nativa (Opan), The Nature Conservancy (TNC).
A iniciativa de encaminhar um conjunto de ações fundamentais à gestão ambiental efetiva em Mato Grosso se deve, sobretudo, as acusações de desvio de conduta e conseqüentes prejuízos ambientais e sociais apontados pela operação Jurupari, da Polícia Federal, que levantaram dúvidas sobre a efetividade da gestão ambiental em Mato Grosso. Na operação, foram expedidos 93 mandados de prisão e igual número de buscas e apreensões.
A operação apontou, segundo as entidades, a permanência de graves fragilidades na gestão ambiental estadual. No manifesto, questionam o nível de prioridade efetivamente dado pelo Governo e setores econômicos ao fortalecimento dessa gestão e conclui que “pouco estava sendo feito para além do discurso, seja em fóruns nacionais ou internacionais, muitas vezes apoiados por estas mesmas organizações que subscrevem esse manifesto”.
Além dos pactos e protocolos setoriais não implementados, as entidades tratam ainda da implementação do Cadastro Ambiental Rural – CAR, em escala, com base nos programas MT Legal e Mais Ambiente, que “avança a passos lentos, faltando o apoio inequívoco das representações do setor agropecuário”. Também denunciam que o projeto de lei do Zoneamento Sócio-Econômico e Ecológico, construído com forte base de estudos técnicos e após ampla consulta social e negociação com o governo do Estado, foi desvirtuado e desconstruído na Assembléia Legislativa, sem que ações políticas mais amplas tivessem sido empenhadas para evitar tais desvios. “As reações do governo praticamente se limitaram ao campo técnico” – questionam.
Mato Grosso também não avançou na criação de mecanismos negociados para regularização de reservas legais, como as propostas de desoneração de reservas legais em Unidades de Conservação e esclarecimentos sobre a oportunidade de crédito do BNDES para os produtores regularizarem reserva legal.
Outro problema: Não foram criadas novas Unidades de Conservação estaduais, inclusive, desperdiçando a possibilidade de usar este instrumento para desoneração dos passivos de reservas legais e formação de corredores ecológicos estratégicos. Dizem ainda que o decreto do Plano Estadual de Prevenção e Combate ao Desmatamento e Queimadas no Mato Grosso, com definição das metas de redução do desmatamento no Estado, não foi editado.
Fonte: Redação 24hs news

Lucas: prefeitura e câmara fecham acordo sobre reposição salarial

O presidente da Câmara de Lucas, Airton Callai, o chefe de Gabinete da prefeitura, Edu Pascoski e o líder do prefeito na câmara, Aluizio Bassani, se reuniram, ontem, para discutir o percentual de reposição salarial a ser concedido para servidores municipais, cujo projeto foi encaminhado para votação no legislativo. Inicialmente, o índice proposto, de 2,89%, havia sido criticado pelo presidente. A prefeitura expôs a realidade financeira atual e o planejamento de ser feito Plano de Cargos e Salários, além de ser concedidos reajustes nos próximos meses. "Nós fizemos um acordo onde será dado um aumento de 3% agora e mais 3,5% no mês de janeiro de 2011" explicou o presidente da câmara. "Acredito que nós não chegamos ao percentual ideal, mas foi o índice mais responsável para que as contas da prefeitura fiquem dentro do patamar exigido por lei, onde diz que a prefeitura pode gastar com o funcionalismo público até 54%. Hoje, com a queda na arrecadação, Lucas do Rio Verde gasta aproximadamente 51,3%. Ou seja, está muito perto do limite máximo", declarou.

O líder do prefeito na casa, Aluizio Bassani, disse que o aumento de 6,3%, não agradará a todos e pediu a compreensão dos servidores. "O correto seria a gente dar um aumento de 10%, mas em função da economia instável que o municio atravessa, não tem como. Nós vereadores temos que ter a consciência que não podemos infringir a LRF (lei de responsabilidade fiscal)" disse.
O chefe de Gabinete, Edu Pascoski, enalteceu a importância do diálogo para buscar o entendimento entre Executivo e Legislativo sobre o percentual de reposição salarial.
Fonte:sonoticias/Altair Anderli

Lei da Ficha Limpa vai valer nas eleições deste ano, decide TSE

Acabou o mistério. Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entenderam, por seis votos a um, que a aplicação da Lei Ficha Limpa, que alterou a Lei das Inelegibilidades, será aplicada nas eleições a serem realizadas em outubro deste ano. A matéria foi apreciada em sessão do TSE, na noite de hoje. A nova lei prevê que candidatos que tiverem condenação criminal por órgão colegiado (mais de um juiz), ainda que caiba recurso, ficarão impedidos de obter o registro de candidatura, pois serão considerados inelegíveis. Também amplia prazos de inelegibilidade de três para oito anos.


De acordo com assessoria de imprensa do órgão, votaram com o relator os ministros Arnaldo Versiani, Cármen Lúcia, Aldir Passarinho Junior, Marcelo Ribeiro e o presidente, ministro Ricardo Lewandowski. O ministro Marco Aurélio foi voto vencido. Ele entendia que a vigência da nova Lei deveria ser aplicada nas eleições a serem realizadas após 2010. A análise do tema ocorreu em resposta à consulta formulada pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM).

De acordo com a lei do Ficha Limpa, fica inelegível, por oito anos a partir da punição, o político condenado por crimes eleitorais (compra de votos, fraude, falsificação de documento público), lavagem e ocultação de bens, improbidade administrativa, entre outros.
Fonte:sonoticias

O pré-sal é a maior vitória de Lula. Sobre FHC

É provável que o principal legado do Governo Lula à presidente Dilma Rousseff e ao Brasil seja a vitória no Senado na madrugada de quinta feira, dia 10 de junho de 2010.

Lula aprovou uma Lei 2004 – como se Vargas recriasse a Petrobrás em 2010.
Lula, Dilma e Sergio Gabrielli, presidente da Petrobrás, estão na moita.
Para não despertar a ira do Roberto Marinho, Assis Chateaubriand e seus sucedâneos (mais medíocres).
O Farol de Alexandria tentou passar uma rasteira na Petrobrás e abriu uma brecha na exploração do petróleo.
Anteontem, Lula desmontou a arquitetura privatizante da Petrobrax.
A Petrobrás de Vargas e Lula deverá realizar a maior capitalização o mundo – US$ 60 bilhões – para poder explorar o pré-sal.
A Petrobrás é que vai explorar o pré-sal, com uma participação MÍNIMA de 30% em cada bloco de exploração.
O regime de exploração será o de “partilha”.
Vargas e Lula sepultaram o regime do Farol, que era o de “concessão”, que vem da mesma raiz etimológica de “conceder”.
Ou seja, os exploradores das jazidas, agora, vão ter que rachar com o povo brasileiro o que encontrarem lá embaixo.
Antes, eles levavam a grana para casa.

A participação da União no capital da Petrobrás deve aumentar de 32% para 42%.
O PiG (*) ainda não acordou para o que aconteceu naquela madrugada histórica.

Na primeira página, o Estadão parece (como sempre) preocupado com a “estatização” da Petrobrax.

A Folha (**) tem um novo colonista (***), que adverte, na pág. B15 (clique aqui para ler): a Petrobrás é maior do que no Brasil.

(Ele poderia sobrevoar a região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e dar uma olha nas plantações de cana, nas usinas, nas fábricas de equipamento para o etanol.)
O Globo se dedica à prática de uma calistenia provinciana: os royalties do Rio.
(Que serão do Rio faça chuva, faça sol.)
A elite conservadora piorou de qualidade.
Fossem o Chateaubriand e o Roberto Marinho vivos, e a Lula e Gabrielli não sairiam assim, de mansinho, com um sorriso discreto nos lábios, como se o Senado lhes tivesse dado de presente uma caixa de Sonho de Valsa.
Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(***) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.
Fonte:Conversa Afiada

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Serra, personagem à procura de um discurso

Dá para entender porque o candidato da oposição a presidente da República, José Serra (PSDB-DEM-PPS), concentrou-se nas últimas semanas de campanha em críticas ao tráfico de drogas, acusou os governos da Bolívia de omisso e do Brasil de cúmplice nessa questão, e anteontem desfechou pesados ataques ao Plano Nacional de Combate ao Crack (leia o post "Mais uma do presienciável da oposição") lançado pelo governo Lula?


Dá se vocês observarem que com sua campanha e seu PSDB em crise e na tentativa de estancar sua queda contínua nas pesquisas - está em empate técnico com Dilma Rousseff e, em algumas sondagens ela já livra alguns pontos de vangtagem sobre ele - Serra atira para todos os lados na tentativa de encontrar um tema que emplaque junto ao eleitorado e reverta essa situação.

Encaixa-se nessa procura por um tema de campanha a promessa do candidato de, caso se elegesse, criar um Ministério da Segurança Pública - o terceiro ministério que ele promete criar. Não pegou, como não pegaram suas promessas anteriores de instituir os dois outros ministérios, o da Pessoa Portadora de Necessidadees Especiais e o da Amazônias.

Falta autoridade ao candidato em suas promessas

Não pegaram porque falta autoridade a Serra em suas críticas ao Plano Nacional de Combate ao Crack e às políticas de segurança pública e repressão ao tráfico. Não tem moral para fazer esse tipo de ataque quem, como Serra, foi governador do Estadoviu, sem fazer nada, o tráfico e drogas e o crack em particular, se tornarem um grave problema em São Paulo.

Um drama público, que afeta grave e diretamente a vida das pessoas e que tem como símbolo maior e ostensivo a concentração de bairros na capital paulista conhecida como Cracolândia. Como prefeito de São Paulo por 1,4 ano e depois governador por 3,5 anos, embora prometesse solução para a região, Serra não fez nada.

Falta-lhe, portanto - e a população sabe disso - história, passado e autoridade para, fazendo essa demagogia com a questão do tráfico internacional de drogas e explorando preconceitos contra a Bolivia, criticar a proposta do governo de combate ao crack. E principalmente criticar sem apresentar alternativa, porque não tem um projeto ou rumo para o país, nem um programa
Fonte:blog do zé

Maria Inês Nassif no Valor: por que a Dilma é a favorita

Maria Inês demonstra que a geração dos brasileiros que eram adultos no final do regime militar militar não presenciou um momento como o que vive hoje.



“Daí a dificuldade da oposição de alinhavar um discurso que seja consistente para ganhar a eleição … (num eleitorado) … satisfeito com a vida que tem e que acha que a sua vida vai melhorar com a continuidade , e não com a mudança”.

Nassif cita um ensaio do cientista político Ricardo Guedes, da Sensus (aquele instituto de pesquisa que foi invadido por tucanos celerados).

É o que o Conversa Afiada tem dito: o Lula vai pendurar o FHC no pescoço do Zé Inacabado:

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano de 2010, comparado com igual período do ano passado, foi de 9%, segundo foi anunciado essa semana. No artigo “Eleições presidenciais 2010: ruptura ou consolidação do pacto social”, publicado pela revista “Em Debate” da UFMG, o cientista político Ricardo Guedes Ferreira Pinto, do instituto de pesquisas Sensus, lembra que, de 2002, último ano do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), até agora, as reservas internacionais pularam de US$ 35 bilhões para US$ 240 bilhões; o salário mínimo, de US$ 80 para US$ 280; o índice Gini caiu de 0,58 para 0,52 (quando mais próximo de zero, maior a igualdade); 30 milhões de pessoas das classes mais pobres ascenderam à classe média; 10,6 milhões mudaram de favelas. O PIB saiu de um patamar de US$ 500 bilhões para US$ 1,5 trilhão. Há uma forte identificação desses dados sociais e econômicos positivos com o governo Lula. Diz Guedes, citando pesquisa Sensus de maio, que 57% dos brasileiros acham que esses benefícios foram gerados pelo governo petista e apenas 17% consideram que eles vêm do governo de Fernando Henrique Cardoso.

Fonte
Paulo Henrique Amorim

Líder destaca importância estratégica e social do Programa Luz para Todos

O líder do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro (PE), destacou ontem (9) a importância estratégica e social do Programa Luz Para Todos, iniciado em 2003 pelo governo Lula e considerado o maior programa de universalização da energia elétrica do mundo. Ferro lembrou que o programa já beneficiou mais 11,4 milhões de pessoas que viviam na escuridão em áreas rurais e inovou substancialmente em termos de inclusão social.







Ferro ironizou a tentativa da oposição de comparar o Programa do governo Lula com um outro do governo FHC, que mal saiu do papel. Enquanto o governo Lula leva o beneficio gratuitamente aos moradores do campo, à época de FHC quem quisesse luz em sua casa tinha de pagar. "O Programa de FHC não consistência sequer jurídica, porque era um decreto presidencial", afirmou o líder.



A universalização do acesso ao insumo praticamente terá sido concluída ao final deste ano. Ferro lembrou que a chegada de energia a mais de 11, milhões de pessoas na área rural do Brasil provocou um aquecimento da venda de eletrodomésticos, como televisores e refrigeradores, ocasionando a dinamização das economias onde foram realizadas as mais de 2,3 milhões de ligações. " Foi um programa que trouxe melhoria da qualidade de vida, inclusão social e aquecimento da economia", disse.



O líder observou que o Luz Para Todos- iniciado quando a ministra de Minas e Energia era Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República, provocou também o retorno ao campo de pessoas que moravam em cidade, graças às oportunidades de trabalho, de emprego e renda.



"É um programa sustentável", disse. " Não é um programa social de caráter assistencial. É um programa com sustentabilidade, com inclusão social, com dinamização da economia e que promoveu, sem sombra de dúvida, uma melhoria da qualidade de vida da população rural do País".



O Luz Para Todos vem provocando também uma movimentação positiva na economia, como é o caso das indústrias de materiais elétricos. Estima-se que as obras do programa tenham criado 335 mil novos postos de trabalho diretos e indiretos e utilizado cerca de 5,6 milhões de postes, 1,08 milhão de km de cabos e 824 mil transformadores. São serviços nas obras, nas fábricas de materiais e em escritórios.



As famílias atendidas não pagam nada pela instalação da energia elétrica e recebem gratuitamente três pontos de luz e duas tomadas em casa. O morador do meio rural que não possui energia elétrica em casa deve procurar o escritório ou representante da concessionária de energia elétrica ou a concessionária de eletrificação rural que atende a sua região e solicitar a instalação da luz. A prioridade das obras é definida pelo Comitê Gestor Estadual e o cronograma, pela concessionária de energia elétrica.


Fonte:
Liderança do PT / Câmara (www.ptnacamara.org.br)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

PT é o partido preferido da população brasileira, aponta Ibope

Quase um terço da população brasileira tem preferência ou simpatia pelo Partido dos Trabalhadores. Esta é a constatação da pesquisa Ibope divulgada no último fim de semana.



De acordo com o levantamento, que também revelou um crescimento significativo da pré-candidata petista à presidência, Dilma Rousseff, 29% dos brasileiros manifestaram preferência partidária pelo PT. Por outro lado, partidos como o DEM (ex-PFL) e o PSDB contaram apenas com 1% e 6% da preferência do eleitorado, respectivamente.



Os dados, na avaliação do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), ex-presidente do PT, demonstram que apesar do ataque constante de setores da grande mídia brasileira, o partido continua contando com a confiança dos brasileiros. "O PT é um partido muito presente na vida institucional e social do país. Esse índice de 29% poderia ser ainda maior, se não fosse a parcialidade negativa da grande mídia brasileira que, constantemente, tenta denegrir a imagem do PT", disse Berzoini.



De acordo com o parlamentar, a pesquisa desmistifica ainda uma tese equivocada de que o partido estaria envelhecendo, já que a sigla completou 30 anos de sua fundação. De acordo com a pesquisa, 28% dos brasileiros que preferem o partido são jovens, na faixa etária entre 16 e 24 anos. "Temos presença em todas as faixas estarias e um especial apreço pela juventude.



É bom lembrar que o Brasil é um país sem tradição partidária. A preferência absoluta pelo PT mostra que o partido está enraizado nas lutas históricas dos brasileiros", destacou.



O líder da bancada petista na Câmara, deputado Fernando Ferro (PT-PE), chamou atenção para o grau de escolaridade elevado dos eleitores que preferem o PT. Segundo o levantamento, 28% do eleitorado que tem simpatia pelo partido possui ensino superior, 30% tem o ensino médio, 27% o ensino fundamental e outros 29% até a 4º série.



"Somos um partido com a maior expressão política do país. Isso demonstra que o PT é uma sigla reconhecida em todos os graus de conhecimento, escolaridade e faixas etárias", explicou Ferro.



O líder do PT acredita que a popularidade do partido deverá pesar bastante nas eleições que se aproximam. "Isto indica que temos condições de ampliar bastante a nossa bancada no Congresso Nacional e, ao mesmo tempo, eleger mais governadores, prefeitos e vereadores, além da sucessora do presidente Lula, Dilma Rousseff", avaliou. Uma pesquisa feita pelo PT há cerca de dois anos mostrou que, na época, o partido já contava com 23% da preferência da população.





Fonte: Liderança do PT/Câmara

Lula afirma que denúncia sobre dossiê “é mais uma armação”

/06/2010




O presidente Lula classificou ontem como “mais uma armação” as denúncias de que o PT ou o comando da campanha de Dilma Rousseff teria encomendado a produção de dossiês contra o pré-candidato tucano José Serra.



“Com todo respeito que tenho a vocês (jornalistas), com todo respeito que tenho a mim, tenho coisa mais séria a fazer do que discutir o dossiê do PSDB. Eu conheço as histórias do dossiê do PSDB”, disse o presidente, em Fortaleza (CE).



Diante da insistência dos jornalistas, que lhe perguntaram se tinha “conhecimento do dossiê”, Lula afirmou:



“Não falo nisso porque a matéria (publicada por Veja) que falou do dossiê é alguma coisa tão absurda que, se algum de vocês parasse trinta segundos para ler, falaria: é mais uma armação que está em jogo. Minha preocupação no momento é governar o Brasil”.



Fonte: Brasilia Confidencial

Quem considera os evangélicos conservadores

"O Brasil teve governantes que tinham vergonha de usineiros. Não tinham vergonha, evidentemente, de pedir dinheiro para a campanha, mas vergonha depois de dizer que eram amigos deles. Da mesma forma tem político que tem vergonha de evangélico. Antes das eleições eles são bons, depois significam atraso".




O trecho acima é de discurso do presidente Lula no qual ele resgata uma situação que, por mais desagradável que seja é absolutamente verídica. Por isso seu pronunciamento é um alerta apropriado às vésperas da deflagração de mais uma campanha eleitoral não só para nós que exercemos a política, mas também, e principalmente, para evangélicos e categorias profissionais, empresariais e trabalhadoras.



Não basta fazer doações ou receber candidatos em templos, é preciso acompanhá-los depois de eleitos para que não passem a posar de progressistas e a classificar como conservadores aqueles a quem, sem restrições dessa natureza, pediram votos durante a campanha.



“Comigo não tem essa história. Não tem como governar um país desse tamanho com duas caras. Todos nós hoje somos testemunhas de que esse país está dando certo”, completou o presidente na cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 na EMBRAPA-Brasília.



“Eu não tenho vergonha - concluiu o presidente destacando o seu exemplo - de chegar em qualquer país do mundo e defender o algodão, o etanol, o empresário brasileiro. Sinto orgulho de defender as coisas que esse país faz. Não é a toa que o Brasil ocupa lugar extraordinário no cenário mundial. Quando a gente passa a ser muito forte começa a ter adversário. A Nova Zelândia, Austrália os EUA não gostam que a gente exporte tanta carne. Colocam defeito nos nossos produtos”.



Fonte: Blog do Zé

A disputa em SP voto a voto com Serra

reação fria e até mesmo cínica vinda da midia ao acordo político de Minas Gerais, que formalizou no Estado a coligação do PT com o PMDB - com apoio do PR-PRB-PC do B - esconde um fato político de maior importância nessa campanha eleitoral de 2010: a aliança representa passos sólidos no sentido do fortalecimento das possibilidades de vitória de nossa candidata, Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) na eleição presidencial de outubro.




Com 14 milhões de eleitores, Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país (superado apenas por São Paulo, com 30 milhões) e até hoje, à exceção de Getúlio Vargas em 1950 nenhum presidente da República venceu uma eleição se não ganha no Estado. O acordo de Minas, então, que uniu PT-PMDB-PR-PRB-PC do B em torno das candidaturas Hélio Costa (governador) e Fernando PImentel (senador) é a última coisa que a mídia serrista queria - ou melhor, não queria nunca, nem como última.



Acrescente-se ao acordo o fato de que no Sudeste Dilma tende a vencer no Rio, Minas e Espírito Santo e se tem a exata dimensão e razões da contrariedade da mídia serrista (leia nota abaixo). Além do que a candidata caminha para disputar com Serra voto a voto em São Paulo, onde temos uma chapa forte, Aloízio Mercadante governador / Marta Suplicy senadora, com uma aliança já acertada que inclui o PDT, PC do B e PR, um verdadeiro passaporte que levará a eleição para um 2º turno.



Isso sem falar na indisposição do ex-governador de Minas, Aécio Neves (PSDB) com o candidato José Serra (PSDB-DEM-PPS) e a deste e do prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM), com o candidato tucano a governador, Geraldo Alckmin. Serra e Kassab queriam que o candidato fosse o tucano Aloysio Nunes Ferreira Filho - Kassab queria ele próprio ser o candidato ao governo do Estado.

Fonte: Blog do Zé

ProUni vai oferecer pelo menos 60 mil bolsas em instituições privadas

Os estudantes interessados em disputar uma das bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) para o segundo semestre de 2010 devem fazer a inscrição pela internet a partir da próxima terça-feira (15) até o dia 19 de junho. As regras do processo seletivo foram divulgadas hoje (9) no Diário Oficial da União (DOU).



O programa oferece bolsas para alunos de baixa renda em instituições privadas de ensino superior. Para se candidatar ao benefício é necessário ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009 e ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou na rede particular na condição de bolsista.



O Ministério da Educação (MEC) ainda não fechou o total de bolsas que serão oferecidas, mas, segundo a secretária de Ensino Superior, Maria Paula Dallari Bucci, serão no mínimo 60 mil, das quais 39 mil integrais e 21 mil parciais. O benefício pode ser integral, que custeia 100% da mensalidade, ou parcial, que arca com 50% dos custos.



As bolsas integrais são destinadas aos alunos com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo e meio (R$ 765). As bolsas parciais são para os candidatos cuja renda familiar mensal per capita não seja superior a três salários mínimos (R$ 1.530).



Os candidatos podem escolher três opções de instituições de ensino, cursos ou turnos. A nota no Enem 2009 será usada como critério para o preenchimento das vagas. De acordo com a portaria do MEC, é vedada a inscrição de candidatos que tenham nota inferior a 400 nas provas ou tirado zero na redação daquele exame.



Fonte: Agencia Brasil

Valtenir cobra respeito de Mauro que insinua negociata

O pré-candidato do PSB ao governo do Estado, empresário Mauro Mendes, e o presidente do partido em Mato Grosso, deputado Valtenir Pereira, lavaram "roupa suja" ao vivo durante entrevista à Rádio CBN Cuiabá. O clima entre ambos esquentou mais uma vez ontem, um dia depois deles tentarem selar um acordo de paz em reunião tensa. Na entrevista, Valtenir exigiu respeito de Mauro e acusou o correligionário de se juntar a outros "milionários" para tirar seu mandato. O empresário, por outro lado, disse ter motivo para suspeitar da "venda" de filiados. Alega estar comprovado que teriam oferecido dinheiro a correligionários para que boicotem a candidatura dele ao governo.




A lavagem de roupa suja ocorreu durante entrevista que Valtenir concedia ao radialista Davi de Paula e o professor e cientista político Alfredo da Mota Menezes. O presidente estadual do PSB era o único entrevistado por 14 minutos, quando Mauro Mendes telefonou para a rádio e pediu para comentar o assunto. Ambos seguiram discutindo por mais uma hora.



Antes de Mauro entrar no ar, Valtenir chegou a classificar como lamentável a forma como o correligionário vem tratando-o. Ele se refere à declaração do empresário que ameaça não ser candidato ao governo se for traído pelo presidente do PSB. "Fico chateado com o companheiro porque ele não entende o processo democrático e sugere que eu estaria vendendo o partido ao conversar com outros candidatos. Isso é legítimo até nossa convenção. O que não pode é jogar minha história na lata do lixo".



Valtenir ironizou Mauro Mendes ao dizer que não pode ser achincalhado publicamente porque nunca comprou partidos para obter apoio. Ele se referiu à eleição de Cuiabá em 2008, quando o empresário ficou em segundo lugar na disputa de prefeito e foi acusado de pagar para ter apoio de candidatos a vereador pelo PRTB. A sigla estava coligada à época com o PSDB do prefeito reeleito Wilson Santos.



Depois de 14 minutos de entrevista, Mauro telefona do seu aparelho celular para a rádio e pede para se manifestar. Alegou sempre ter defendido Valtenir e negou que a declaração sobre venda de apoio no PSB não era para pressionar ninguém. Ele tentou minimizar o clima de animosidade, sem muito sucesso.



Foi então que Valtenir retomou a palavra e acusou o empresário de o massacrar para impor a candidatura a governador. "Deixa nós respirarmos, Mauro. Tenho que fazer meu papel de dirigente partidário. Por isso, exijo respeito. Não adianta tentar me intimidar".



Mauro ainda negou ter levado dirigentes do PPS, PDT e PV para desestabilizar o encontro de presidentes municipais do PSB realizado anteontem no Hotel Veneza, em Cuiabá. Disse que eles foram por conta própria para apresentar a lista de pré-candidatos a deputado federal. "Nunca desrespeitei você, Valtenir. Pelo contrário. Sempre digo que é o nosso candidato a federal e tem tudo para ser reeleito. Temos divergências, mas isso tem que ser colocado de lado porque temos coisas mais importantes".



Na tentativa de contornar a nova crise, Mauro Mendes prometeu na convenção do PSB disputar voto a voto o direito de ser candidato a governador. O encontro ocorre no dia 21. Ele disse ainda confiar na legenda e assegurou que só não será candidato se for traído. Dessa vez, não citou o nome de Valtenir. O dirigente também garantiu que irá colocar o nome do correligionário para apreciação dos filiados.



A relação quase azedou de vez no final da entrevista que se estendeu por 1 hora e 5 minutos. O problema é que Valtenir cogitou apoiar a reeleição de Silval Barbosa para que o PSB fique coligado com o PT na eleição de deputado federal, o que garantia a eleição de dois parlamentares.



Mauro alfinetou dizendo que, nesse caso, a legenda estaria sendo excessivamente pragmática ao pensar apenas na eleição de federal e deixar de lado a luta por um Estado melhor e uma nova forma de fazer política. Também lembrou que os petistas já anunciaram um "chapão" com o PMDB e o PR.



fonte: A Gazeta

Economia cresce 9% no 1º trimestre e bate recorde histórico, aponta IBGE

A economia brasileira cresceu 9% no primeiro trimestre deste ano em comparação a igual período de 2009, a maior alta da série histórica nesse tipo de comparação desde 1996. Os dados divulgados nesta terça-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são das Contas Nacionais Trimestrais.



A indústria cresceu 14,6%, seguida pelo setor de serviços, com 5,9% e a agropecuária, 5,1%. A formação bruta de capital (investimentos em máquinas e equipamentos) aumentou 26%, a construção civil aumentou 14,9% e importações de bens e serviços, 39.5%



Na comparação com o quarto trimestre de 2009, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de bens e serviços produzidos no país - até março foi de 2,7%, o mais alto para o período desde 2004. A industria foi o setor que apresentou o maior avanço, com alta de 4.2%.



O setor agropecuário teve expansão de 2,7% e o de serviços, de 1,9%.



FONTE:http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/governo-lula-10/economia-cresce-9-no-1o-trimestre-e-bate-recorde-historico-aponta-ibge-5771.html

Como o PiG(*) vai noticiar o PIBÃO



Emissário de Serra faz encontro secreto com Arruda

O ex-governador José Roberto Arruda (ex_DEMos/DF) andou se encontrando escondido o coordenador da campanha tucana, Eduardo Jorge Caldas Pereira, vice-presidente do PSDB. O assunto foi o "dossiê", em busca de informações sobre arapongagem da polícia do Distrito Federal. Foi o que informou o jornalista anti-petista Mino Pedrosa, em sua coluna.


http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Vote em um careca e leve dois, palavras do Serra



Fonte:http://dilma13.blogspot.com/

terça-feira, 8 de junho de 2010