quarta-feira, 9 de junho de 2010

A disputa em SP voto a voto com Serra

reação fria e até mesmo cínica vinda da midia ao acordo político de Minas Gerais, que formalizou no Estado a coligação do PT com o PMDB - com apoio do PR-PRB-PC do B - esconde um fato político de maior importância nessa campanha eleitoral de 2010: a aliança representa passos sólidos no sentido do fortalecimento das possibilidades de vitória de nossa candidata, Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) na eleição presidencial de outubro.




Com 14 milhões de eleitores, Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país (superado apenas por São Paulo, com 30 milhões) e até hoje, à exceção de Getúlio Vargas em 1950 nenhum presidente da República venceu uma eleição se não ganha no Estado. O acordo de Minas, então, que uniu PT-PMDB-PR-PRB-PC do B em torno das candidaturas Hélio Costa (governador) e Fernando PImentel (senador) é a última coisa que a mídia serrista queria - ou melhor, não queria nunca, nem como última.



Acrescente-se ao acordo o fato de que no Sudeste Dilma tende a vencer no Rio, Minas e Espírito Santo e se tem a exata dimensão e razões da contrariedade da mídia serrista (leia nota abaixo). Além do que a candidata caminha para disputar com Serra voto a voto em São Paulo, onde temos uma chapa forte, Aloízio Mercadante governador / Marta Suplicy senadora, com uma aliança já acertada que inclui o PDT, PC do B e PR, um verdadeiro passaporte que levará a eleição para um 2º turno.



Isso sem falar na indisposição do ex-governador de Minas, Aécio Neves (PSDB) com o candidato José Serra (PSDB-DEM-PPS) e a deste e do prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM), com o candidato tucano a governador, Geraldo Alckmin. Serra e Kassab queriam que o candidato fosse o tucano Aloysio Nunes Ferreira Filho - Kassab queria ele próprio ser o candidato ao governo do Estado.

Fonte: Blog do Zé

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