Sem citar nomes, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, criticou neste sábado o nível da campanha eleitoral. Em discurso na convenção nacional do PMDB, a petista pregou o fim das “mentiras e da manipulação” e propôs um debate sobre projetos para o Brasil.
“Vamos defender a democracia também dos seus inimigos, os seus maiores inimigos: a mentira, a manipulação, a falsidade! Vamos defender a democracia com a verdade que ilumina”, disse.
Em entrevista após a convenção, os petistas envolvidos na campanha de Dilma refutaram as denúncias de envolvimento na elaboração de um suposto dossiê. Na edição de sábado, o jornal Folha de S. Paulo diz que uma investigação teria sido feita na conta bancária do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge.
“Do ponto de vista eleitoral, por que alguém iria investigar o Eduardo Jorge? Que efeito isso traria? (O tucano) é o famoso “quem”, né?”, ironizou o presidente do PT, José Eduardo Dutra, para quem a história é “absurda”. Para o líder do governo na Câmara, Candido Vaccarezza, e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, as acusações não têm relação nem com Dilma nem com o PT.
Para o ministro, trata-se de jogar cortina de fumaça na discussão política.
“Essa é mais uma das formas de tentar trazer um tema que não tem nada a ver com a campanha da ministra Dilma para dentro da campanha. O problema é de quem faz e de quem divulga. A nossa insistência nessa campanha é apresentar um projeto para o país e dar continuidade ao do presidente Lula. Essa é nossa insistência. Se outros querem ter outra insistência, é com eles”, disse Padilha.
Fonte-Fabricio Moreira
Brasilia Confidencial
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