"O Brasil teve governantes que tinham vergonha de usineiros. Não tinham vergonha, evidentemente, de pedir dinheiro para a campanha, mas vergonha depois de dizer que eram amigos deles. Da mesma forma tem político que tem vergonha de evangélico. Antes das eleições eles são bons, depois significam atraso".
O trecho acima é de discurso do presidente Lula no qual ele resgata uma situação que, por mais desagradável que seja é absolutamente verídica. Por isso seu pronunciamento é um alerta apropriado às vésperas da deflagração de mais uma campanha eleitoral não só para nós que exercemos a política, mas também, e principalmente, para evangélicos e categorias profissionais, empresariais e trabalhadoras.
Não basta fazer doações ou receber candidatos em templos, é preciso acompanhá-los depois de eleitos para que não passem a posar de progressistas e a classificar como conservadores aqueles a quem, sem restrições dessa natureza, pediram votos durante a campanha.
“Comigo não tem essa história. Não tem como governar um país desse tamanho com duas caras. Todos nós hoje somos testemunhas de que esse país está dando certo”, completou o presidente na cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 na EMBRAPA-Brasília.
“Eu não tenho vergonha - concluiu o presidente destacando o seu exemplo - de chegar em qualquer país do mundo e defender o algodão, o etanol, o empresário brasileiro. Sinto orgulho de defender as coisas que esse país faz. Não é a toa que o Brasil ocupa lugar extraordinário no cenário mundial. Quando a gente passa a ser muito forte começa a ter adversário. A Nova Zelândia, Austrália os EUA não gostam que a gente exporte tanta carne. Colocam defeito nos nossos produtos”.
Fonte: Blog do Zé
Nenhum comentário:
Postar um comentário